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    Artigos do Guia do Hardware



    Core i7: Gulftown e a era dos 6 núcleos
    Com a popularização dos processadores dual-core e quad-core, o caminho evolutivo natural são os processadores hexa-core e octo-core, que já começam a roubar a cena. Os dois principais motivos para a existência deles são os mesmos que iniciaram a corrida em torno dos processadores dual-core em 2005. Lançado em março de 2010, o Gulftown é o sucessor do Bloomfield como processador doméstico de alto desempenho da Intel, oferecendo 6 núcleos em um único die.


    Primeiras impressões do Haiku (alfa)
    Quando se fala em agendamento do kernel e capacidade de resposta do desktop, é comum ouvir pessoas na comunidade técnica lembrarem com nostalgia do BeOS, um sistema desktop da década de 1990. O BeOS tinha a merecida reputação de oferecer aos usuários um desktop bem acabado e uma interação suave, mesmo quando o processador estava sob cargas pesadas. Infelizmente, o produto não foi um sucesso comercial, e o BeOS praticamente sumiu dos computadores dos usuários. O projeto Haiku tenta retomar o BeOS de onde ele parou. Embora o Haiku inclua pouquíssimo código do BeOS original, ele se empenha em manter uma interface de usuário com o mesmo estilo e velocidade.


    Uma olhada no PC-BSD 8.0
    No fim de 2009, peguei o FreeBSD 8.0 e botei para rodar em um PC antigo. A experiência deu tão certo que na mesma hora eu tive vontade de experimentar o PC-BSD, uma variação do popular sistema operacional FreeBSD. A espera foi grande, mas em fevereiro a equipe do PC-BSD liberou a versão mais recente, a 8.0, e eu baixei o live DVD. Os novos recursos desta versão incluem um melhor suporte ao ZFS, um live DVD, melhorias no sistema de atualização de pacotes, a capacidade de rodar aplicativos de 32 bits em um sistema de 64 bits e melhor suporte a binários de programas do Linux.


    Investigando os modelos do Eee PC
    Em 2007, a Asus faz história ao lançar o modelo original do Eee PC, um dispositivo ultraportátil que se assemelhava a um minúsculo notebook, mas com uma configuração de hardware modesta e um preço baixo, com o objetivo de oferecer apenas recursos básicos e suficientes para atividades simples, como editoração de documentos e acesso a Internet. Embora tenha me empolgado bastante com a ideia, não fiquei satisfeito com a sua diminuta tela...


    nVidia Optimus
    A integração das linhas PCI Express ao processador e o lançamento do Intel P55 levou a nVidia a abandonar o mercado de chipsets para processadores Intel, focando no desenvolvimento de placas dedicadas. Com isso, temos uma situação em que a maioria dos usuários utiliza PCs com algum chipset integrado da Intel e os que precisam de um melhor desempenho instalam uma GPU dedicada. Isso também se aplica aos notebooks, com a diferença de que a escolha entre um modelo com ou sem a GPU dedicada é feita na hora da compra; outro problema no caso dos notebooks é a questão do consumo elétrico. Para aumentar as vendas, a nVidia passou a desenvolver sistemas híbridos, que permitem chavear entre as duas, em uma saga que pode ser dividida em três capítulos. O Optimus é a terceira geração da tecnologia, anunciada em fevereiro de 2010.


    Comparativo de desktops: Zenwalk, Salix OS e GoblinX
    A definição de distro "pesada" varia bastante de acordo com o hardware de cada um e de sua predisposição em sacrificar o desempenho em prol de um desktop útil, funcional e amigável. Não deve haver dúvida de que, por padrão, algumas distribuições -- e consequentemente seus ambientes de desktop -- são mais pesadas do que outras, e volta e meia a equipe do DistroWatch e de outros sites recebe pedidos para recomendar uma distro que funcione bem em hardware antigo, mas que também tenha visual agradável e ferramentas para qualquer trabalho.


    Produtos melhores para consumidores exigentes
    Em 27 de janeiro, a Apple surpreendeu ao trazer para o mercado, o seu tablet, o iPad. Entretanto, olhando minuciosamente as especificações técnicas do produto, poderemos constatar que, tirando a ostentosa logomarca e todo o suspense em torno do lançamento, ele é um dispositivo interessante, mas que não vai muito além do oferecido por outros produtos do mercado. Mesmo assim, ele é visto por muitos fãs como a mais nova e grande inovação da Apple.


    Meego: a fusão entre Maemo e Moblin
    O mundo do Linux móvel está prestes a ficar mais simples: a plataforma Maemo da Nokia para dispositivos móveis e o projeto Moblin da Intel para netbooks estão em processo de fusão . A pilha combinada "MeeGo" vai continuar mantendo uma divisão entre os tipos de dispositivos em nível de "experiência do usuário", mas irá compartilhar os mesmos componentes em nível de sistema e, assim esperamos, unirá as comunidades de desenvolvedores, oferecendo uma base comum.


    Uma breve análise do Linux Mint 8 'Helena'
    O Linux Mint é uma distribuição baseada no Ubuntu que visa oferecer uma solução para desktops mais completa, elegante e amigável a seus usuários. Para isso, o projeto oferece codecs multimídia, suporte a Flash e Java pré-instalados e alguns aplicativos personalizados. O Mint, de autoria de Clement Lefebvre, tem atraído muita atenção nos últimos três anos. Algumas pessoas estão muito satisfeitas com o produto e abastecem o projeto um constante fluxo de doações , enquanto outras fazem pouco dele, alegando que o Mint é só um Ubuntu com codecs adicionais e um tema diferente. Fazia mais de um ano desde a última vez em que experimentei o Mint, e decidi ver o que o projeto tem a oferecer hoje. Antes de começar os testes com o Mint, tive a oportunidade de trocar emails com Clement Lefebvre (foto à direita) sobre a criação da distro...


    Será que o Chrome OS é um vencedor no desktop? Eu não acho.
    Quando o Google anunciou o Chrome OS, muita gente opinou sobre o impacto que ele teria sobre os usuários do GNU/Linux e o futuro do software livre. Aconteça o que acontecer, o fato é que quando alguém com o tamanho e o impacto do Google entra em um mercado, temos vencedores e perdedores, perdas e ganhos. Agora que a poeira baixou, vamos dar uma olhada no impacto em potencial do Chrome OS.


    O vulnerável sistema de GPS
    Apesar de ter surgido como uma tecnologia exótica, para fins militares, o GPS cresceu rapidamente em popularidade. Hoje em dia não apenas muita gente usa o sistema, como muitos efetivamente dependem dele. Além dos tradicionais sistemas de localização e navegação, ele é usado por uma grande variedade de sistemas de segurança (como no caso dos veículos rastreados por satélite) e em diversos equipamentos industriais e científicos (como na perfuração de poços, construção de estradas e no estudo do movimento das placas tectônicas) sem falar em sistemas de localização usado por serviços de emergência.


    'Linuxers híbridos': existe realmente isso?
    Eles usam o MSN para se comunicar com os amigos, possuem uma conta ativa no Hotmail, visitam regularmente suas contas no Orkut e, de quebra, utilizam o sistema operacional que praticamente "faz-de-tudo", além de mantê-los atualizados "com um único clique". Com certeza deve estar pensando que estou descrevendo os usuários do Windows, certo? Errado: estou falando dos linuxers, amantes das distribuições friendly-users, mas que ainda conservam os mesmos hábitos de quando usavam o Windows...


    ­Firefogg: converta vídeos com padrões abertos pelo Firefox
    Players de áudio e vídeo não faltam no GNU/Linux, mas eles vivem em um mundo cheio de codecs, dentre os quais os maiores culpados são o MP3, o AAC, o WMA e o (Adobe) Flash. Eu digo "culpados" porque eles não são codecs livres e abertos, e são cobertos por patentes; a maioria dos sites com áudio e vídeo embutidos usam esses codecs, e a maioria das pessoas que acessam esses sites o fazem usando outro software patenteado, o Windows. O GNU/Linux é uma boa alternativa ao Windows, e todas as distros já vêm com uma alternativa livre e aberta para multimídia: o Ogg. Você já deve imaginar que esses players sejam compatíveis com o Ogg, mas e se eu lhe dissesse que o Firefox não só pode lidar com esse codec como também pode ser usado para converter vídeos para esse formato? Interessado? Então continue lendo.


    Estatísticas de sites com o Piwik
    Hoje em dia, muitos sites dependem do Google Analytics para medição de tráfego, mas o que é difícil mesmo é controlar esses dados. O Piwik diz ser uma alternativa de código aberto ao Google Analytics, mas será que está à altura dele? Embora não substitua completamente o Google Analytics, ele é suficientemente maduro e completo para muitos usuários. O Piwik é o sucessor do phpMyVisites. Faltam a ele alguns recursos presentes no phpMyVisites, mas ele oferece uma arquitetura de plugins, uma API melhorada, interface de usuário menos poluída e maior desempenho e capacidade de expansão.


    WinFF: um conversor de vídeos fácil, aberto e multiplataforma
    Anos atrás, publiquei um artigo sobre como converter vídeos usando a linha de comando, com o FFMpeg. Entretanto, visto a dificuldade de muitos usuários com este tipo de interface, decidi escrever também sobre um poderoso conversor multi-plataforma, que funciona no Windows e Linux. O WinFF é uma interface gráfica para o nosso já conhecido conversor de vídeos em linha de comando, o FFMpeg, trabalhando todos os formatos que este software suporta. O WinFF é um aplicativo simples, que pode converter vários arquivos numa tacada só, através de poucos cliques. Ele está disponível inclusive no português brasileiro, possui código aberto e é escrito em Free Pascal e Lazarus.


    Samba com Active Directory: estamos chegando mais perto
    Sob um certo ponto de vista, o Samba é um exemplo perfeito de drama do código aberto: foi um dos primeiros a adotar a versão 3 da GPL, e foi o destinatário de uma liberação sem precedentes de documentação outrora proprietária da Microsoft, graças a um caso antitruste de grande notoriedade. Mas quem de fato implementa o protocolo de compartilhamento de arquivos SMB (também conhecido como CIFS) é um software que trabalha nos bastidores. O Samba move todos os dispositivos NAS mais baratos do mercado, mas nem sequer é mencionado nas embalagens. Ele está incluso em todas as distribuições Linux comuns, e também no Mac OS X Server da Apple Hoje, com o Samba mais próximo de implementar um importante protocolo de diretórios da Microsoft, esses dois aspectos se misturam.


    Debate sobre o codec de vídeo do HTML 5 volta a esquentar
    No dia 20 de janeiro, o YouTube revelou seu player que permite que sites exibam vídeo embutido diretamente na página, como um elemento de vídeo do HTML 5, substituindo o plugin do Flash — e o Vimeo, site de vídeos do segundo escalão, foi atrás. Mas os dois só oferecem arquivos de vídeo via HTML 5 em um formato patenteado e que exige o pagamento de royalties, o H.264. Por uma incrível coincidência, o anúncio chegou junto com o lançamento do Firefox 3.6, e poucos dias depois a Apple divulgou em um evento para a imprensa o seu iPad, que não tem suporte nem ao Flash e nem ao H.264. Depois disso, teve início um debate furioso sobre Flash, licenciamento e vídeos na web, além da briga entre o H.264 e o Ogg Theora. A comunidade de código aberto ainda não tem o que comemorar, mas a alta notoriedade do debate abriu as portas para a discussão do verdadeiro problema subjacente: os padrões web patenteados.


    Softwares ilegais: Um problema para quem não usa
    Para quem não me conhece, sou um clássico Especialista em TI que presta serviços em Suporte Técnico & Help Desk. Realizo atividades gerais relacionados à configuração, montagem e manutenção de PCs e redes de computadores; administração de sistemas operacionais; implantação de softwares; e por aí, vai. Só que, tenho um "pequeno" diferencial: não uso softwares ilegais. Se para muitos, tal atitude é uma tarefa digna de elogios; mas para mim, isto é um grande problema...


    GNOBSD: morto pela ideia 'interface gráfica é para os fracos'
    No mês passado fiquei surpreso com um desses pedidos de inscrição ter atraído a minha atenção em meio a todos os outros. Stefan Rinkes, um grande fã do OpenBSD, havia decidido um live DVD baseado no OpenBSD com detecção automática de hardware e que inicializasse direto em um desktop gráfico popular, contando ainda com um instalador gráfico a ser usado com o mouse. O resultado foi uma "distribuição" chamada GNOBSD. Mas foi só eu criar a página do GNOBSD no DistroWatch que o site do projeto saiu do ar. Rinkes tirou as imagens do site em parte devido a problemas de banda, mas principalmente por causa do extremo desgosto expressado pela comunidade de usuários hardcore do OpenBSD diante de sua audácia em criar uma variante amigável e fácil de usar do OpenBSD!


    Será que o Linux está ficando muito lento e 'inchado'?
    Eis um aspecto do software livre e de código aberto que está voltando a ser discutido: por anos, prevaleceu a ideia de que um software desse tipo precisava ser leve e elegante para ser considerado pronto para o uso. Mas alguns eventos recentes mostraram que, no caso do kernel do Linux, isso de certa forma deixou de ser verdade: o desempenho vem caindo lenta e regularmente. Como isso é possível?


    Disney e Sony: utilitários de modelagem 3-D de código aberto
    Não apenas um, mas dois estúdios de cinema de Hollywood — Disney e Sony Pictures Imageworks — lançaram software de código aberto em janeiro. A indústria do cinema vive uma relação de amor e ódio com o movimento do software livre — em um momento, se opõe veementemente em questões como o DMCA; no outro, faz uso pesado do software livre para economizar dinheiro em suas fazendas de renderização de efeitos visuais. Não por acaso, os produtos sobre os quais vamos falar estão na categoria de efeitos visuais; são ferramentas para modelagem tridimensional. O projeto da Disney automatiza o mapeamento de texturas, e o da Sony é uma nova linguagem para shading. Os dois projetos podem se beneficiar da comunidade de código aberto.


    O Hymera e o Linux comercial
    Desde os primórdios do Linux, há empresas que tentam vendê-lo. Essa é uma situação meio espinhosa. Afinal de contas, todo mundo sabe que há dezenas de distribuições Linux disponíveis gratuitamente. Muitos defensores do código aberto gravam CDs e DVDs e os distribuem sem cobrar nada. Em um mercado tão saturado de produtos oferecidos gratuitamente, é preciso ser otimista para enxergar alguma possibilidade de lucro. Mas há quem enxergue essa possibilidade, e dentre esses, há poucos que conseguem torná-la realidade.


    'Open-PC': rumo ao hardware aberto
    O projeto Open-PC, ou "PC aberto", foi anunciado no evento Gran Canaria Open Desktop Summit, em julho de 2009. Segundo o anúncio, o projeto tem como objetivo "desenvolver em cooperação com a comunidade (e para a comunidade) um computador baseado em software livre". Esse PC usaria apenas hardware que tivesse drivers de software livre disponíveis, e faria o mínimo de concessões possíveis para a execução de um desktop livre. Em janeiro de 2010, o projeto anunciou o lançamento do produto final. Após o anúncio em vários sites de tecnologia, muitos analistas correram a apontar falhas: a expectativa exagerada, o preço muito alto e o hardware de baixo desempenho foram algumas das reclamações mais populares que encontrei.


    RawTherapee, o novo editor de fotos raw de código aberto
    Gábor Horváth vem desenvolvendo sozinho o conversor de fotos raw RawTherapee para Linux e Windows desde 2006. O aplicativo sempre foi freeware, e Horváth aceitava doações pelo site do projeto, via Paypal. Apesar das mudanças expressivas trazidas pela versão 3.0 alpha, anunciada no dia 4 de janeiro, a maior novidade mesmo é que agora o projeto migrou para a GPLv3. O RawTherapee é um utilitário para conversão e edição de imagens raw com suporte aos formatos de arquivo nativos de praticamente todas as câmeras digitais, cortesia do projeto dcraw, além de oferecer diversos recursos e ferramentas.


    Fotografia: novas impressões, experiências e emoções!
    Quando adquiri a câmera Canon PowerShot S3 IS, uma ultrazoom com 12x de zoom óptico e modestos 6 MPs, estava feliz da vida com a disponibilidade de novos recursos, ate então ausentes em câmeras compactas como a antiga Sony CyberShot P8. No entanto, mesmo sendo uma câmera espetacular (para a sua categoria), já estava ciente de que um dia, iria querer "algo mais". E este dia chegou, bem mais cedo do que imaginava. Então, no último dia 16 (janeiro), mais uma vez fui à Av. Rio Branco, para comprar a sua substituta: a Canon PowerShot G11...


    Primeiras impressões do Jibbed 5.0.1 (live CD do NetBSD)
    Eu sempre tive muito respeito pelas diversas encarnações do BSD. Cada uma atende a um nicho interessante da comunidade de código aberto, e eu gosto de usá-las quando tenho a oportunidade. Por isso eu fiquei muito empolgado ao ler sobre o Jibbed, um live CD baseado na versão mais recente do NetBSD. Confesso que tenho pouca experiência com esse sistema operacional famoso por ser capaz de rodar em qualquer coisa, até em uma torradeira, e essa me pareceu uma boa oportunidade de conhecer as novidades do NetBSD.


    Masterizando DVDs com o QDVDAuthor
    Não há muitas opções para quem quer masterizar DVDs usando software livre. Uma das soluções mais completas é o QDVDAuthor, embora ele ainda tenha algumas pontas a serem aparadas. Trata-se de um front-end para uma coleção de ferramentas de software livre usadas pela linha de comando e que realizam individualmente cada etapa da transformação de uma coleção de arquivos de vídeo digital, áudio e imagens em um DVD com menus. Por esse motivo, ele é bem complicado e não é tão estável quanto outros programas. Ainda assim, se você for insistente vai ver que vale a pena.


    Altas expectativas para o software livre em 2010
    Como eu não tenho lá muito bom senso, mantenho a tradição de fazer uma série de previsões acerca do Linux no começo de cada ano para compartilhar com o mundo. Não há nenhuma fonte de conhecimento extraoficial por trás destas previsões, e você não tem nenhum motivo para dar a elas mais crédito do que merecem as mensagens de spam que enchem sua caixa de email. Ainda assim, é divertido imaginar o que pode acontecer e tentar adivinhar quais serão os temas mais importantes do ano. Sem mais delongas, vamos às minhas previsões para 2010. Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência.


    A linha do tempo do Linux e do software livre para 2009 (at.)
    O ano de 2009 ofereceu poucas surpresas para aqueles que, como nós, acompanham esse cenário há mais tempo. Como era de se esperar, vieram novas versões de muitas das ferramentas e da infraestrutura das quais fazemos uso diariamente. Também houve batalhas legais acerca de patentes de software, bate-bocas sobre questões de licenças e várias falhas sérias de segurança foram encontradas e corrigidas. Distribuições foram empacotadas e lançadas, mais telefones e outros dispositivos com Linux e software livre foram vendidos e assim por diante. Tudo parte da marcha rumo à "dominação mundial". Estamos ansiosos por 2010, e pelo que virá nos anos seguintes. Atualizado com todos os meses do ano.


    Ícones: meia dúzia de palavras em apenas uma imagem!
    Se tem um ícone que sou simplesmente apaixonado é o do Tux, estilo Crystal. Engraçado, rechonchudo e gracioso, com cores lindas e vibrantes, não só se tornou popular, como também transformou o mascote do Linux em um astro em uma série de ícones personalizados. E foi justamente, por admirar as diferentes "versões" do Tux, que me trouxe a inspiração para tratar do assunto que será a sobre ícones...



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