Artigos do Guia do Hardware
 | Não quero ficar burro... de novo!
O principal motivo pelo qual o Windows se tornou o sistema operacional mais difundido nos desktops está, sem dúvida, na facilidade de uso: muitas tarefas e atividades podem ser executadas com simples cliques do mouse! Graças a Microsoft, qualquer pessoa que possua apenas um conhecimento básico de computação, tem condições de (sub)utilizar o computador. E por parte do Tux, há tempos têm sido cobrado mais recursos e facilidades para tornar o sistema mais amigável para os usuários finais. Isto de fato é ruim? Não, mas alguns efeitos colaterais irão ocorrer... |
 | Google Wave: revolução na colaboração em Software Livre?
Caso você ainda não saiba, o Google lançou uma prévia de sua nova rede social e ferramenta colaborativa, o Wave. O Google diz que o Wave é "uma nova ferramenta para comunicação e colaboração pela web". Pense nele como um misto de email, rede social, mensageiro instantâneo, IRC e Twitter. Ele oferece (ou melhor, oferecerá) meios de comunicação e feedback imediato aos outros participantes. Usando uma conversa como base de uma "onda", ele permite que outras pessoas na conversa vejam o que você escreve em tempo real, enquanto digita. O Wave também permite utilizar, na mesma ferramenta, uma espécie de quadro de avisos que exibe as mensagens, de modo que os participantes possam acompanhar a conversa mesmo se entrarem depois. Que impacto o Wave pode ter nos usuários e desenvolvedores do software livre? |
 | Entrevista com Robert Lange, cofundador do VectorLinux
O VectorLinux é uma das mais populares distribuições Linux baseadas no Slackware, a mais antiga distribuição Linux em atividade. É uma distribuição voltada para o desktop, feita para ser fácil de usar e ao mesmo tempo manter a estabilidade e a confiabilidade lendárias do Slackware. O VectorLinux também é famoso por seu desempenho otimizado e por manter um excelente suporte a hardware ultrapassado na edição Light. Nesta semana, o cofundador e principal desenvolvedor do VectorLinux, Robert Lange, fez a gentileza de responder a algumas perguntas sobre o VectorLinux, suas origens e a direção que ele vai tomar no futuro. |
 | Kit de ferramentas: você já montou o seu?
Há um bom tempo, havia postado no recém-criado blog Efetividade.net, uma matéria sobre a montagem e manutenção de kits de ferramentas para técnicos de informática e especialistas do ramo. Na época, não era tão requisitado como nos dias atuais, o que me levou a dimensioná-lo com uma quantidade até generosa de equipamentos para o uso. Mas, devido ao desconforto causado pelo peso e a futilidade de alguns itens... ele emagreceu! |
 | Editor de vídeo PiTiVi, e seu novo núcleo
A edição de vídeos no Linux deve ficar bem mais fácil para os usuários ainda este ano. O editor não linear de vídeos PiTiVi, baseado no GStreamer, lançou sua primeira versão pública desde que teve início uma expressiva reescrita de seu código. A versão 0.13.1 foi lançada no dia 27 de maio de 2009, e o usuário poderá notar algumas mudanças visualmente, mas o grosso mesmo está nas grandes melhorias na estrutura do programa, estabelecendo uma base para o próximo ciclo de desenvolvimento. |
 | OpenMoko: presente e futuro
O OpenMoko vem passando por momentos difíceis. Desde 2006, quando anunciou que estaria criando um celular aberto movido a Linux, o OM sofre com problemas de hardware e com um software imaturo e cheio de bugs (a pilha de software já foi reescrita pelo menos duas vezes). Os problemas com o produto resultaram em vendas fracas, que fizeram com que pessoas inteligentes e motivadas abandonassem a equipe (ou fossem demitidas), criando um círculo vicioso. |
 | Primeiras impressões do Fedora 11
Hoje vamos dar uma olhada no Fedora 11 (Leonidas). Eu estava ansioso para experimentar a nova versão, já que a imprensa vem falando muito bem sobre as novas tecnologias e recursos que o Fedora está implementando, dando a entender que a nova versão seria melhor do que de costume. A última análise que fiz para o DistroWatch foi do Fedora 8 (codinome Werewolf), em novembro de 2007. Já passou algum tempo desde então, e muita coisa mudou para o Fedora e para o Linux no desktop, embora muitas coisas continuem as mesmas. |
 | Primeiras impressões do Absolute Linux 12.2.5
O Absolute Linux é um derivado do Slackware, a mais antiga distribuição Linux ainda em atividade. Uma coisa que diferencia o Absolute das distros baseadas no Slackware é que ele acompanha o Slackware "Current" e não a versão estável mais recente. O Absolute Linux é voltado para o desktop, e não para os servidores, e que foi feito para "instalar tudo de uma vez sem selecionar pacotes e chegar a um desktop com o X sem que os usuários tivessem que aprender nada". Outros objetivos da distro incluem desempenho otimizado em hardware ultrapassado, facilidade de uso e a adoção de aplicativos e ferramentas únicos que não dependam do GNOME nem do KDE. |
 | Que tal montar o seu computador dos sonhos?
E aí, por quanto tempo ainda vamos aturar aquele seu Pentium IV? Ou ainda, porquê não trocamos esse terrível caixotão que chamamos de monitor CRT? Nem vou comentar do gabinete surrado: todo sujinho, amarelado e cheio de adesivos! Mas fazer o quê, se o "pôubrema" é dinheiro, né? Tudo bem, confesso que andei sonhando um pouco alto nesta minha historinha, mas dá para ilustrar bem a situação: se você "tem" todo este din-din para gastar na compra dos componentes de seu futuro computador, como seria este seu novo PC desktop? Não sei quanto à vocês, mas se fosse comigo, eu o montaria assim... |
 | 'Atividades' e os desktops orientados pelo contexto
Parece que a próxima palavra "quente" nos desktops vai ser "atividades". Há boas chances de você ainda não ter ouvido falar em "atividades", e caso tenha ouvido, talvez não tenha identificado um ponto em comum nos diferentes usos do termo. Mas o que todos os usos dessa palavra têm em comum é o fato de indicarem a mudança de um desktop estático para um que se transforma de acordo com as tarefas realizadas. Qualquer definição mais exata é fugaz. O que importa é que as atividades já são parte do KDE 4, e devem se tornar mais proeminentes na versão 4.3, que vem por aí. O GNOME 3.0, que deve sair no ano que vem, também vai incluir seu próprio (e mais limitado) conceito do termo. Mas em qualquer implementação, o termo indica uma mudança no desktop, e os desenvolvedores do software livre estão na frente, mostrando o caminho. |
 | Uma olhada no Debris Linux
Parece que toda semana anunciam uma nova distribuição baseada no Ubuntu. Dentre tantas, poucas se destacam por fazer algo inovador ou significativamente diferente da distribuição que as inspirou. O Debris Linux chamou a minha atenção. O nome Debris Linux apareceu pela primeira vez em maio de 2007. Antes disso a distro era conhecida como BeaFanatIX (BFX). O Debris Linux é um live CD que oferece um instalador personalizado (DebI), capaz de realizar instalações tradicionais no HD e de criar pendrives inicializáveis usando uma instalação frugal similar à encontrada no Damn Small Linux. A distribuição cabe em uma imagem ISO que sempre tem menos de 200 MB, o que permite gravar o Debris Linux em um mini CD e ainda oferecer a funcionalidade total de um desktop. Os objetivos da distro incluem manter-se pequena e compacta, com os mais modestos requisitos de hardware possíveis, para que o Debris rode bem em máquinas antigas. |
 | EGLIBC: uma distribuição da glibc (e não um fork)
A glibc (GNU C library, ou biblioteca C do GNU) é um componente fundamental do Linux. Ela provê boa parte da interface do espaço de usuário ao kernel, além de uma boa parte das rotinas utilitárias usadas por praticamente todos os aplicativos do Linux. Uma variante da glibc, a EGLIBC (Embedded glibc, ou glibc embarcada), não é muito conhecida fora do círculo dos dispositivos embarcados, mas parece que isso vai mudar com o anúncio de que o Debian vai mudar da glibc para a EGLIBC. O projeto corre a esclarecer que não se trata de um fork da glibc, já que o objetivo é manter a compatibilidade (binária e de fontes). |
 | Conhecendo o LXDE
O LXDE é uma nova opção de ambiente gráfico leve, baseado na biblioteca GTK2. Ele tem crescido rapidamente em popularidade, atendendo ao público que procura um ambiente gráfico simples e leve, sem todos os inúmeros componentes do KDE 4 e do GNOME. Afinal, no final das contas o que você realmente utiliza são os aplicativos; o ambiente gráfico é simplesmente uma ferramenta para lançá-los e gerenciá-los. Em alguns casos, o melhor ambiente de trabalho é o mais simples, que não fica no seu caminho. |
 | Conversão simples de vídeos com o Transmageddon e o Arista
O Transmageddon de Christian Schaller e o Arista de Daniel Taylor são duas ferramentas fáceis de usar para conversão de vídeos no GNOME, mas elas têm mais em comum do que apenas a visão de uma maneira simples de converter arquivos. Em vez de competir um com o outro (ou de unir os dois projetos), os dois desenvolvedores estão colaborando no meio do caminho: eles compartilham informações e usam os objetivos parecidos de seus projetos para fortalecer o framework multimídia GStreamer, do qual as duas bases de código dependem. |
 | Primeiras impressões do Mandriva Linux 2009.1
Há anos que eu digo que o Mandriva é o melhor Linux para novatos. Eu sempre achei o Mandriva uma distribuição extremamente amigável, que não sacrificava a funcionalidade em prol da simplicidade. Eu também constatei que, na maioria das vezes, ele tem menos bugs do que uma certa distribuição popular que se vangloria de ser o Linux para as massas. Naturalmente, quando a Mandriva anunciou a versão 2009.1 há algumas semanas, eu fiquei interessado em ver como ela se saía. Admito logo de cara que eu tinha altas expectativas para o Mandriva 2009.1. |
 | Utilizando o Gerenciamento de disco no Windows 7 e no Vista
O Gerenciamento de Disco é um utilitário do sistema que gerencia discos rígidos e os volumes ou as partições neles contidos. Com ele é possível inicializar discos, criar volumes, formatar volumes com sistemas de arquivos FAT, FAT32 ou NTFS. Ele ainda permite que você execute a maioria das tarefas relacionadas a discos sem reiniciar o sistema ou interromper os usuários. A maioria das alterações de configuração entra em vigor imediatamente. Neste artigo, vamos aprender a manusear o Gerenciamento de Disco do Windows Vista, ele também está presente no Windows 7, em ambos os sistemas o manuseio é o mesmo. |
 | Uma lan-house diferente...
Imagine a cena: você precisa concluir um trabalho solicitado pela sua faculdade, mas o micro pifou! O que fazer? Bem, que tal dar um pulinho na lan-house mais próxima de sua casa? Sim, aquela mesmo que acabaram de fundar ali na esquina! Em dois tempos você coloca uma camisa, calça a sua bermuda preferida e põe nos pés o seu chinelo velho de guerra. Mas ao chegar lá, se depara com algo "estranho": um Menu K no lugar do Menu Iniciar, um tal de Writer ao invés do Word... cadê o Internet Explorer? O que é esse tal de Konqueror? |
 | A inovação no X Window: bem-vindo ao novo Xorg
Ao longo dos anos, muitas pessoas têm reclamado do sistema X Window. O X Window (ou sua implementação mais popular no momento, o Xorg) é a camada que fica entre os aplicativos e a placa de vídeo. Ele tem recursos fantásticos (como a capacidade de executar aplicativos via rede), mas tem alguns probleminhas (como parecer ter sido construído de trás para a frente). Uma coisa é certa: ele evoluiu enormemente de um ano para cá, especialmente no que diz respeito aos gráficos 3D e à aceleração por hardware. Neste artigo, vou explicar como o X Window mudou, e o que podemos esperar dele no futuro. Várias coisas relevantes aconteceram, e uma depende da outra. Mas antes de mais nada, algumas explicações básicas. |
 | O futuro do Moblin
Em fevereiro, o DistroWatch deu uma olhada no primeiro alfa do Moblin V2 e achou que se tratava de uma distribuição promissora para netbooks. Nos três meses que se seguiram desde que o DW escreveu seu artigo sobre o Moblin muita coisa mudou, tanto no código quanto no que se refere a quem vai dirigir o futuro do Moblin. É hora de dar uma olhada na enxurrada de notícias sobre o assunto nos últimos três meses e ver o que podemos esperar dessa distribuição específica para netbooks nas próximas semanas e meses. |
 | Uma introdução ao Xen
O Xen é um monitor de máquinas virtuais paravirtualizador (VMM) livre ou "hypervisor", para a arquitetura de processadores x86. O Xen pode executar múltiplas máquinas virtuais com segurança em uma única máquina física, com performance próxima à nativa. Sua função é virtualizar uma máquina física para um sistema real. Ou seja, os sistemas clientes são reais, mas rodando sobre uma máquina simulada, virtual.
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 | Economizando com chamadas VoIP no celular
Serviços de VoIP permitem fazer uma grande economia em chamas interurbanas e internacionais, transformando um DDI que originalmente custaria R$ 1.50 por minuto ou mais em uma chamada de 6 centavos por minuto, ou em alguns caos até menos. Além de usar os serviços de VoIP no PC, ou usar um telefone VoIP dedicado, você pode usar a mesma conta para fazer e receber chamadas diretamente a partir do seu celular ou smartphone, economizando também nas chamadas celulares. |
 | Ferramentas de virtualização
Nos últimos anos, com a evolução da informática, o poder de processamento dos computadores aumentou drasticamente. Entretanto, existem casos em que todo esse processamento não está sendo utilizado pelas máquinas, fazendo com que exista uma subutilização dos recursos computacionais. Preocupados em procurar soluções que visam à diminuição dessa ociosidade de processamento, os administradores de redes tem utilizado a técnica da virtualização. O uso da virtualização representa a ilusão de várias máquinas virtuais (VMs) independentes, cada uma rodando uma instância de um sistema operacional virtualizado. Esta técnica não é nova, iniciou-se pela IBM nos mainframes na década de 60, mas seu uso foi difundido nos anos 80, tendo em vista a resolução de problemas a um custo relativamente baixo. |
 | Shell e Zeitgeist: o futuro do GNOME?
O anúncio dos planos preliminares para o GNOME 3.0 há algumas semanas voltou todos os holofotes para o GNOME Shell e o GNOME Zeitgeist. Pouco conhecidos até então, esses programas agora são vistos como a base de uma nova experiência de usuário no GNOME 3.0. Os dois ainda estão em seus estágios iniciais e foram testados por poucas pessoas, e por isso estão cercados por interrogações. O que exatamente são esses programas? Que visão é essa que eles têm em comum? E o mais importante: serão eles capazes de atender às expectativas? As respostas para essas perguntas ainda não são definitivas, já que ambos os projetos vêm se desenvolvendo rapidamente e com certeza irão mudar dramaticamente até o lançamento do GNOME 3.0. Mesmo assim, quem procura por respostas preliminares pode obtê-las dedicando um tempinho à compilação dos programas. |
 | Como ficam os projetos da Sun depois da compra pela Oracle
Apesar dos rumores incessantes, a IBM acabou não comprando a Sun Microsystems. Mas no dia 20 de abril, a Oracle comprou. A aquisição da Sun pode ter algumas implicações interessantes para a comunidade Linux. Eu não estou sabendo de nada que vocês já não saibam, mas suspeito que o resultado de modo geral será positivo. O que veremos abaixo é uma especulação de minha parte quanto ao rumo dessa história. |
 | O tecnólogo e os sete pecados capitais
Quem nunca ouviu falar dos sete pecados capitais? Figurinhas fáceis em filmes, novelas, quadros e demais manifestações artísticas, há centenas de anos eles fazem parte de nossa vida e vêm influenciando o dia-a-dia dos cristãos católicos. Vamos refletir e nos divertir digerindo esse texto, que transporta para o curso de Análise de Sistema, todo o universo desses vícios básicos que afligem a existência humana desde os primórdios dela. O sentido de "tecnólogo" no texto é de todo e qualquer profissional que lida com tecnologia, e não necessariamente os graduados em cursos de tecnologia. |
 | Xubuntu 9.04 x Debian 5.0.1 Xfce
Ao invés de fazer uma análise sem grandes novidades, neste artigo decidi comparar o novo Xubuntu 9.04 ao Debian Lenny com desktop Xfce. O Xfce é um ambiente de desktop que, assim como o GNOME, se baseia nas bibliotecas gráficas GTK+. Só que ao contrário do GNOME, o foco dele está na leveza. Diz seu criador, Olivier Fourdan: "O Xfce é um ambiente de desktop leve para vários sistemas *NIX. Feito com foco na produtividade, ele carrega e roda aplicativos com rapidez e ao mesmo tempo economiza recursos do sistema." O Xubuntu é baseado no Ubuntu, mas no lugar do desktop GNOME ele traz o Xfce. Ele também oferece a maior parte das funcionalidades que o Ubuntu oferece. Já o Debian , por outro lado, baseia-se em si mesmo e oferece um monte de opções para o desktop, uma das quais é o Xfce. Que tal compararmos os dois? |
 | gNewSense - o Ubuntu livre
O projeto gNewSense tem o objetivo de criar uma distribuição GNU/Linux que tenha como prioridade principal a liberdade do usuário - ainda que isso limite seu conforto e o suporte a hardware. O sistema operacional Ubuntu é usado como ponto de partida. Usando o gNewSense, você pode mostrar que a liberdade do software que você usa é realmente importante para você. Assim os fabricantes de hardware podem ser motivados a fornecer drivers e firmware livres para seus produtos e de quebra trazer transparência e inovação a essa área da produção de software. Para completar, você ainda pode mostrar aos projetos que originaram o gNewSense (Debian e Ubuntu) que você quer se manter fiel aos princípios e contratos de maneira consistente, e que não está satisfeito com exceções fajutas. |
 | A estrada para o GNOME 3.0
A versão 2.0 do ambiente de desktop GNOME foi lançada em junho de 2002, e estabeleceu rapidamente um ciclo de lançamentos de versões estáveis a cada seis meses. Agora a equipe do GNOME rascunhou um plano para a versão 3.0, que deve ser lançada daqui a dois ciclos, em março de 2010. Estão nos planos algumas poucas mudanças que poderão ser percebidas pelos usuários, além de uma quantidade bem maior de refinamentos nas dependências, nos vínculos de linguagens e na estrutura do que constitui o núcleo do GNOME. Vincent Untz enviou um documento de planejamento à lista de discussão de desenvolvimento do GNOME no dia 2 de abril, delineando as questões mais importantes e os planos da equipe. Obviamente a discussão ainda está em andamento, mas a ideia básica consiste de três componentes: novas tecnologias que irão afetar diretamente a experiência de usuário, mudanças estruturais nos módulos e conjuntos de módulos que definem o GNOME e maneiras de promover o GNOME visando aumentar sua comunidade. |
 | Primeiras impressões do PC-BSD 7.1
Embora eu curta o software livre, o BSD não é bem a minha praia. Como muitas pessoas, já fiz uma ou outra instalação, usei appliances baseadas no BSD para uma tarefa ou outra, mas nunca me passou pela cabeça usá-lo no desktop. Mesmo assim, eu vi que o PC-BSD 7.1 "Galileo" havia sido lançado, e depois de ler em algum lugar que ele era para o BSD o que o Ubuntu era para o Linux (acho que com isso eles querem dizer que "as coisas funcionam logo de cara"), decidi experimentar. |
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