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    Artigos do Guia do Hardware



    A SCO ainda está viva?
    Em 2007, parecia que o pesadelo da SCO tinha acabado; um julgamento antecipado da lide pôs por terra os argumentos da SCO com relação à propriedade de direitos autorais do Unix, e a empresa deu início ao processo falência. Mas já estamos na segunda metade de 2009, e a SCO continua de pé. Agora, um tribunal de apelação decidiu que parte do julgamento de 2007 foi errônea, e deve ser reconsiderada; há quem pense que a SCO pode voltar, como um zumbi, para espalhar o terror novamente. Mas a verdadeira ameaça não é a SCO, e sim o que virá depois dela.


    Kolibri: uma distro com menos de 3MB para desktops
    De quanta memória e espaço em disco seu sistema operacional precisa? Se você estiver rodando os sistemas mais recentes da Microsoft, vai precisar de vários gigabytes tanto de um quanto do outro. Para as maiores distros Linux, você provavelmente vai precisar de um pouco menos. As minidistribuições Linux podem exigir algumas centenas de megabytes de espaço em disco e praticamente a mesma coisa de RAM. Mas e se eu lhe dissesse que há pouco tempo eu rodei um sistema operacional moderno que exige apenas 5 MB de espaço e uns 10 MB de memória? Parece mentira, não parece? Mesmo se estivéssemos falando do Tiny Core Linux, não é mesmo? O minúsculo sistema operacional do qual estou falando é o Kolibri, um fork do projeto MenuetOS licenciado sob a GPL. O sistema operacional foi desenvolvido para rodar em processadores x86 de 32 bits, e foi completamente escrito em assembly. O Kolibri contém muitos recursos familiares, mas também se destaca com uma identidade própria.


    Saindo do forno: KMyMoney 1.0
    Em 2005, eu escrevi uma análise sobre as ferramentas de controle financeiro pessoal disponíveis no Linux, com foco no GnuCash, no Grisbi e no KMyMoney. A conclusão da minha pesquisa foi a de que o GnuCash tinha o conjunto de recursos mais forte, mas que o KMyMoney dava sinais de que o ultrapassaria logo. Quatro anos depois, o KMyMoney 0.8 continuava sendo a série estável, mas agora isso mudou; o KMyMoney 1.0 acaba de ser lançado. Esse parece ser um bom momento para darmos mais uma olhada nesse importante programa livre.


    À espera do Atom Pine Trail
    Há um pouco mais de um ano, esperava pacientemente pelo lançamento dos netbooks com CPUs Atom. Na "época", os Celeron-M davam conta do recado em termos de processamento, mas não em autonomia: os Eee PCs série 900 vendidos mal conseguiam superar as 2,5 horas de uso contínuo. Para variar, alguns modelos de processadores da Via não me entusiasmavam (C-7) e outros nem sequer davam às caras (Nano)... Mais de um ano se passou e o Atom estreou em grande estilo. Hoje, ele simplesmente domina todo o segmento dos netbooks. Por outro lado, não imaginava que o baixo consumo do Atom continuasse sendo "desprezado" por causa dos chipsets! Para variar, o desempenho do IGP é simplesmente medíocre! Então, o que me restava a fazer era aguardar os novos lançamentos, tendo destaque para o Atom Pine Trail.


    Dispositivos que "contatam a nave-mãe"
    Algumas pessoas dizem que o Palm Pre é um ótimo dispositivo; como todos sabem, a base dele é o Linux. Recentemente, Joey Hess causou um certo burburinho ao abrir seu dispositivo e constatar que ele estava relatando uma quantidade surpreendente de informações pessoais à Palm. Parece que a Palm sabe onde os usuários do Pre estão, de acordo com as informações do GPS; o dispositivo também relata informações sobre o uso de aplicativos, travamentos de programas e mais. Toda essa atividade está em conformidade com a política de privacidade da Palm, mas certamente vai surpreender a muitos usuários.


    Primeiras impressões do Puppy Linux 4.2.1
    O Puppy Linux, a distro do cachorrinho, chamou a atenção quando chegou ao cenário Linux balançando seu rabinho. Trata-se de uma distro que tenta ser pequena e fácil de usar e, até hoje, mostrou-se bem-sucedida nesse sentido. Esta semana eu levei o Puppy para passear, na tentativa de descobrir se ele havia aprendido algum truque novo. A versão atual do Puppy, a 4.2.1, foi lançada em maio de 2009. Ele continua pequeno, o download é de apenas 100 MB. Mal dá tempo de ler os destaques no site do Puppy antes da imagem ser baixada e verificada. O site é bem organizado e fácil de navegar. Os desenvolvedores dedicaram algum tempo à explicação do que vem a ser o Puppy e como usá-lo. O wiki do projeto é amigável, informal e informativo.


    Nem sempre as coisas foram assim...
    Ao longo dos anos, as culturas e as tradições adquiridas ao montar e configurar um PC desktop para o uso doméstico têm mudado, devido aos avanços tecnológicos proporcionados pela inovação e o desenvolvimento. À começar pelas opções de compra dos componentes, suas características e finalidades, definiam a forma como tais itens seriam escolhidos e utilizados para a composição do conjunto. E para termos uma ideia prática de como tais mudanças aconteceram, vamos fazer um comparativo de como era montar, configurar e usar um PC desktop em duas épocas distintas: ontem e hoje (não necessariamente nessa mesma ordem).


    Windows Movie Maker desafia iMovie da Apple (mas não no XP)
    O aplicativo gratuito para criação de vídeos da Microsoft, o Windows Movie Maker, saiu da fase beta e está pronto para desafiar seu concorrente de dez anos de idade, o iMovie da Apple. Estão inclusos um recurso de criação automática de vídeos (que o iMovie não tem), uma interface simplificada, amplas capacidades de edição, dezenas de efeitos e transições e uma gama de opções de compartilhamento e publicação. O Windows Live Movie Maker agora é parte do pacote gratuito de aplicativos de estilo de vida digital online da Microsoft ( o Windows Live Essentials), e está de olho nos consumidores norte-americanos que assistem a vídeos criados por usuários na internet — um número que chega a sessenta porcento, de acordo com pesquisa do IDC.


    KDE "penando" com as solicitações de recursos
    Às vezes a relação dos desenvolvedores com os usuários é meio turbulenta. Os usuários podem fazer solicitações difíceis de se atender, por serem fora da realidade ou exigirem trabalho demais. Dentre esses usuários, os mais barulhentos não gostam muito de ouvir um "não" (ou um "ainda não") como resposta. Alguns desenvolvedores do KDE vêm passando por maus bocados com esse problema, e estão tentando descobrir uma forma de amenizar o diálogo entre usuários e desenvolvedores.


    A situação dos drivers de vídeo Intel no Linux
    Quem acompanha blogs e outros tipos de mídia técnica sobre Linux, sabe que tem havido muita discussão, insatisfação e até fúria no que se refere à situação dos drivers de vídeo Intel no Linux. Resumindo bem a história, a Intel realizou modificações substanciais nos drivers de seus chipsets, incluindo novas tecnologias desenvolvidas para aumentar radicalmente o desempenho.


    Um desktop padrão para o openSUSE?
    A escolha de do ambiente de desktop no Linux geralmente fica entre os "dois grandes", GNOME e KDE, inspirando defesas empolgadíssimas (talvez com um fervor quase religioso) dos partidários de cada lado. Logo, não deve ser surpresa para ninguém que a escolha do desktop padrão de uma distribuição, aquele que a maioria dos novos usuários vai usar, possa acabar em briga, com os defensores de cada desktop querendo que sua opção seja reconhecida. Essa batalha está ocorrendo no campo do openSUSE, após uma proposta para tornar o KDE o desktop padrão ser feita no tracker de recursos openFATE; de lá para cá, uma boa quantidade de tópicos bastante extensos surgiu na lista de discussão opensuse-project e em diversos blogs, iniciando um debate movimentado.


    Fotografia digital: experiências pessoais interessantes
    Há quase 4 anos, havia adquirido a minha primeira câmera digital, uma simples e bela Sony Cyber-shot P8 de 3.2 MP. A carcaça em alumínio pequena e compacta, o humilde LCD de 1.5", o flash de considerável desempenho, o zoom óptico de 3x e a nova bateria proprietária Info-Lithium da Sony, me garantiram bons momentos de diversão e entretenimento, eternizados em belas imagens. Mas ainda assim, ela era apenas uma simples e boa câmera digital... Embora ela tenha me trazido muita alegria e satisfação por mais de 3 anos, houve um dia em que deixou a desejar: em meus primeiros tempos de estagiário no Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico (JBRJ), logo percebi que as suas limitações técnicas me impediriam de tirar fotos mais belas e arrojadas. A resolução limitada, a falta de nitidez na captura de detalhes e o balanço das cores tendendo para o azul, além de estouros e aberrações cromáticas ocasionais, decretaram: é hora de trocar de equipamento!


    Turbulência no CentOS
    O CentOS deve parecer a distribuição dos sonhos para muita gente. Seus usuários contam com o benefício da enorme equipe de desenvolvedores que a Red Hat tem trabalhando no Red Hat Enterprise Linux, sem ter que pagar nada por isso. O CentOS oferece um nível de estabilidade que não se encontra nas distribuições comunitárias. Até o Debian Stable exige que seus usuários atualizem com mais frequência do que o CentOS. Os provedores de hospedagem têm uma plataforma sólida e com suporte para vender a milhares de clientes, sem onerar um único e desvalorizado dólar de seus bolsos. Muitos e muitos sites dependem do CentOS, portanto, qualquer coisa que ponha em risco a estabilidade de suas fundações certamente vai deixar muita gente preocupada. Infelizmente, foi exatamente isso o que aconteceu no fim de julho.


    Primeiras impressões do Pardus Linux 2009
    Uma característica não muito comum do Pardus Linux é o fato de ser uma distribuição financiada pelo governo. Ele foi criado e é mantido pelo UEKAE (Instituto Nacional de Pesquisa em Eletrônica e Criptologia), que é afiliado ao Conselho de Pesquisa Tecnológica e Científica da Turquia. O Pardus também difere por ter sido desenvolvido do zero, e não ser derivado de outra distribuição Linux (embora no início ele fosse baseado no Gentoo Linux). Ele oferece pacotes para uso em desktops e servidores. Eu já tinha lido várias análises e comentários positivos a respeito do Pardus, e decidi dar uma olhada na distribuição assim que uma nova versão fosse lançada. O Pardus 2009, saiu no dia 18 de julho, e desde então eu venho usando a distro.


    Kit de softwares: você já "montou" o seu?
    Há algum tempo, colaborei para com o Guia do Hardware, escrevendo o artigo "Kit de ferramentas: você já montou o seu?", onde eu descrevia os itens básicos em que carregava no meu kit de ferramentas. O interessante é que citei a manutenção de um CD do Ubuntu, mas esqueci de mostrar outros softwares interessantes que faziam parte do meu "kit de softwares"... Então, que softwares seriam estes?


    O GNOME além do Linux
    Pode ser difícil oferecer suporte a múltiplas plataformas em um projeto de software de livre, e as coisas ficam ainda mais difíceis quando o software precisa interagir intimamente com o hardware. O projeto GNOME está enfrentando esse problema, já que há aqueles que querem uma declaração definitiva de que o ambiente de desktop GNOME é exclusivo do Linux e aqueles que julgam essencial o suporte ao Solaris e a diversos sabores do BSD. Mas como a maioria dos desenvolvedores do GNOME roda Linux, a balança sempre penderá um pouco para o Linux, já que a maioria dos novos recursos, especialmente os que lidam mais estreitamente com o hardware, nascem no Linux.


    Impressões do Slax 6.1.1 'Core'
    Nesta semana eu instalei o Slax no meu sistema e fiz alguns testes com ele. Eu nunca havia experimentado o Slax antes, mas ouvi falar bem do projeto. Dá para entender o motivo: logo de cara notei que o site do Slax tem visual muito agradável e que é fácil de navegar. Isso pode não parecer muito importante, mas a primeira impressão é a que fica. Além disso, a equipe do Slax tem algo que a maioria das outras distros não tem: o Slax permite que os visitantes do site façam sua própria versão da distro com poucos cliques do mouse. O download padrão do Slax tem uns 200 MB, um tamanho consideravelmente compacto, levando-se em conta que oferece desktop KDE completo, aplicativos de escritório e ferramentas de desenvolvimento. Mas eu queria algo mais básico para essa minha volta ao passado. Escolhi apenas os pacotes do núcleo da distro, diminuindo o download para 50 MB, um tamanho pequeno até para quem não tem conexão boa.


    Debian e a adoção do cronograma de lançamentos
    Talvez você já tenha lido que o projeto Debian (minha distribuição GNU/Linux favorita) optou por um cronograma fixo para o lançamento de suas próximas versões. Isso surpreendeu a muita gente, o que provavelmente inclui alguns desenvolvedores do Debian, em particular devido à política do projeto de "lançar quando estiver pronto", que já vem de longa data. Afinal, o que levou a essa mudança? E será que a ideia é boa?


    É possível montar um PC desktop para durar por +7 anos?
    Em 2008, quando fiz o meu estágio no Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico, me surpreendi ao encontrar antigos PCs desktops equipados com CPUs Pentium III de 1.2 GHz, 128 MB de RAM e 10 GB de disco rígido. Embora fossem máquinas antigas e obsoletas, a adição de mais memória as tornavam satisfatórias para as necessidades de seus usuários. Claro que eram equipamentos muito bons para a sua época (2002); mas, depois de todo este tempo, não acreditava que eles poderiam durar tanto, pois simplesmente não foram concebidos para isto! Não demora muito e eis que surge mais uma daquelas ideias mirabolantes" que costumo ter... Se é possível conceber um PC desktop para durar por tanto tempo, porque não planejar um novo equipamento para durar por mais de 7 anos, em meu próximo upgrade?


    Heróis do software livre: uma lista de Stallman ao Google
    Toda área tem indivíduos fundamentais que doaram boa parte de seu tempo às ideias em que acreditavam. Cada um deles nos lembra de que cabe aos indivíduos fazer a diferença — e fazer história. Seu trabalho afeta grande parte da população mundial, e traz mudanças fantásticas na forma como vemos e experimentamos o mundo. O software livre tem seus próprios heróis. Você já deve conhecer vários deles; mesmo que não conheça, é provável que use diariamente o resultado do trabalho deles. Este artigo é um tributo a essas pessoas e um resumo para aqueles que chegaram agora ao mundo do software livre.


    O fim do Skype? Onde estão os protocolos e programas livres?
    Definitivamente, o software livre vai muito bem em certas áreas, especialmente no mercado de servidores. Mas há áreas nas quais o software e os protocolos livres fracassam. A comunicação por voz e vídeo pela internet é uma dessas áreas. O mercado basicamente é dominado por completo pelo Skype, um software proprietário baseado em um protocolo proprietário (e abusivo) nas mãos da mesma empresa que dirige o eBay. Há anos os defensores do software livre vêm dizendo: "e se o desenvolvimento do Skype for abandonado"? Agora eu li que o eBay está pensando em acabar com o Skype. Como é que é?


    A odisseia das distribuições Linux, parte 1
    Mais cedo ou mais tarde isso acontece com todo mundo: meu desktop de fé, a máquina com a qual eu passei mais tempo do que qualquer outra aqui em casa, pifou. Chegou a hora de trocar de PC. Minha impaciência natural, somada à minha necessidade de estar operacional novamente, me fizeram comprar um PC novo no mesmo dia, mas antes mesmo de chegar em casa eu já estava pensando: qual distro Linux vou usar?


    Um guia básico para a escolha do netbook perfeito
    Os netbooks estão aí. Leves, compactos e extremamente portáteis, embora tenham potência apenas suficiente para tarefas básicas (como navegar e editar documentos de escritório), eles são exatamente aquilo que os notebooks realmente deveriam ser: um mini-computador (realmente) portátil! Mas como fazer a escolha do netbook perfeito para as nossas necessidades, se a grande maioria é praticamente homogênea em suas principais características?


    Maemo migrando para o Qt
    No evento GCDS (Gran Canaria Desktop Summit), no dia 4 de julho, o gerente de marketing do Maemo da Nokia, Quim Gil, anunciou que, a começar pela versão Harmattan, prevista para 2010, a empresa adotará o kit de ferramentas Qt nas camadas de interface de usuário e de aplicativos, substituindo a interface Hildon e os componentes do GTK que ocupam o posto desde a estreia da plataforma. O anúncio gerou reações diversas na comunidade de desenvolvimento do Maemo, já que a versão Fremantle, ainda não lançada, promete incompatibilidades expressivas de API. Ainda assim, a maior parte da comunidade concorda que a mudança é inevitável, já que a Nokia adquiriu a Trolltech, criadora do Qt.


    Windows 7 sem IE8: bom para os navegadores livres?
    Há algumas semanas, a Microsoft anunciou que o Windows 7 não viria com o Internet Explorer 8 na União Europeia. O motivo: estar em conformidade com o caso antitruste de algum tempo atrás. Assim de supetão, a notícia parece boa para os usuários dos outros navegadores, mas será que é mesmo?


    Google Chrome no Linux, em sua versão de desenvolvimento
    O Google Chrome, o novo navegador favorito de muita gente, está evoluindo em sua versão nativa para o Linux. Os ports para Mac e Linux estão demorando um bocado pois o Chrome foi desenvolvido inicialmente pensando no Windows, usando bibliotecas exclusivas deste sistema operacional. Contudo, versões de desenvolvimento já estão disponíveis para o Linux, e estão cada vez mais recheadas de novidades. Quem quiser se arriscar nos testes do Chrome em sua versão de desenvolvimento, e verificar suas funcionalidades no sistema pinguim, leia este artigo.


    Instalando o CentOS 5.3 em um netbook
    O CentOS é uma compilação 100% compatível do Red Hat Enterprise Linux, só que sem o suporte e o preço. Pela experiência que eu tive usando o RHEL 4.x e o 5.x no meu laptop Toshiba Satellite, eu já sabia que rodar o CentOS no meu netbook Sylvania g Meso não seria muito simples. Ninguém nunca disse que o CentOS e o Red Hat Enterprise Linux são fáceis de instalar e configurar. Os motivos para que a Red Hat tenha capturado a maior parte do mercado de servidores corporativos e de workstations Linux são a confiabilidade, a estabilidade, a segurança e o suporte. É um sistema operacional profissional, voltado para profissionais do Linux. Geralmente as empresas de maior porte seguem algum tipo de instalação personalizada em rede. Fazer uma instalação individual do CentOS em um hardware um pouco mais exótico dá algum trabalho. No caso do meu netbook, esse "algum trabalho" é um eufemismo.


    Um desktop office para lá de básico
    Imaginem a cena: em um modesto escritório, temos à disposição aquele velho Pentium III, de 1.2 Ghz e apenas 256 MB de RAM (sendo 4 MB para o vídeo compartilhado). Embora seja pouco utilizado, de vez em quando faz-se necessário enviar e receber textos e planilhas de clientes e fornecedores, além de estar atualizado com as informações e os contatos via Internet. Mas agora, com a adoção do ODF, temos um problema: o velho Microsoft Office 2000 não abre arquivos neste formato...


    O Google Chrome OS e a comunidade
    No dia 7 de julho, o Google contou ao mundo sobre um projeto chamado "Google Chrome OS". É um novo sistema operacional, feito para rodar (a princípio) em netbooks. Como era de se esperar do Google, vai haver uma forte ênfase em aplicativos web; parece que o Google vem trabalhando bastante em uma inicialização rápida, na segurança e em uma interface de usuário simplificada. O Google promete abrir o código lá para o fim do ano; espera-se a comercialização do produto para o segundo semestre de 2010. A maior parte da imprensa vê o Chrome OS como um ataque direto à Microsoft, e é provável que seja mesmo.


    Cinco grandes distribuições Linux que não sobreviveram
    Se você deu uma olhada no DistroWatch nos últimos cinco ou seis dias, deve ter visto vários anúncios de distribuições Linux conhecidas. É provável que você também tenha visto alguns nomes que não conhecia, caso ainda seja meio novato no Linux. No momento, o banco de dados do DistroWatch contém 278 distribuições que foram descontinuadas, e há mais 36 listadas como inativas. Dessas 314 distribuições e incontáveis outras que nunca chegaram a ser listadas no DistroWatch, muitas não devem mesmo ser lembradas. Outras eram promissoras, mas por um motivo ou outro acabaram abandonadas. Um número menor delas era realmente excepcional, mas ainda assim não conseguiu sobreviver. Nesta semana, decidi me deixar levar pela nostalgia e dar uma olhada em cinco distros que me pareceram especiais em certos momentos. Obviamente, a lista é baseada na minha própria experiência. Se você já usa Linux há um bom tempo, talvez tenha sua própria lista.



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