Artigos do Guia do Hardware
 | O Google Chrome OS e a comunidade
No dia 7 de julho, o Google contou ao mundo sobre um projeto chamado "Google Chrome OS". É um novo sistema operacional, feito para rodar (a princípio) em netbooks. Como era de se esperar do Google, vai haver uma forte ênfase em aplicativos web; parece que o Google vem trabalhando bastante em uma inicialização rápida, na segurança e em uma interface de usuário simplificada. O Google promete abrir o código lá para o fim do ano; espera-se a comercialização do produto para o segundo semestre de 2010. A maior parte da imprensa vê o Chrome OS como um ataque direto à Microsoft, e é provável que seja mesmo. |
 | Cinco grandes distribuições Linux que não sobreviveram
Se você deu uma olhada no DistroWatch nos últimos cinco ou seis dias, deve ter visto vários anúncios de distribuições Linux conhecidas. É provável que você também tenha visto alguns nomes que não conhecia, caso ainda seja meio novato no Linux. No momento, o banco de dados do DistroWatch contém 278 distribuições que foram descontinuadas, e há mais 36 listadas como inativas. Dessas 314 distribuições e incontáveis outras que nunca chegaram a ser listadas no DistroWatch, muitas não devem mesmo ser lembradas. Outras eram promissoras, mas por um motivo ou outro acabaram abandonadas. Um número menor delas era realmente excepcional, mas ainda assim não conseguiu sobreviver. Nesta semana, decidi me deixar levar pela nostalgia e dar uma olhada em cinco distros que me pareceram especiais em certos momentos. Obviamente, a lista é baseada na minha própria experiência. Se você já usa Linux há um bom tempo, talvez tenha sua própria lista. |
 | Interfaces gráficas e os aplicativos Linux
Muitos utilitários e ferramentas do Tux encontram-se disponíveis na linha de comando: decodificadores, compactadores, editores, etc. Porém, por mais poderosas e práticas que sejam, certas atividades não são muito amigáveis para serem feitas através do terminal. Por exemplo, converter um filme no formato MPEG para SVCD com o VCDImager e queimá-lo numa mídia através do cdrecord não seriam tarefas tão intuitivas assim para serem feitas "na ponta dos dedos". Felizmente, para estas necessidades, existem as interfaces gráficas... |
 | Amarok: a calmaria depois da tempestade
"É o nosso KDE 4.2", disse Jeff Mitchell, desenvolvedor do Amarok. Ele se referia à versão 2.1 do popular reprodutor de mídia, incluindo a versão de manutenção 2.1.1, lançada recentemente. O que ele também quis dizer é que a recepção ao Amarok 2.0 foi muito semelhante à que teve o KDE 4, provocando reações hostis instantaneamente, e que só foram despachadas conforme as versões posteriores foram resolvendo as maiores reclamações. A analogia parece se justificar completamente por uma olhadinha na interface básica da versão 2.1.1 e em seus recursos de personalização. |
 | Mini-análise do CDLinux 0.9.2 Community Edition
Há pouco mais de um mês, quando escrevi uma análise sobre o Debris Linux, vários leitores pediram que eu analisasse outras minidistribuições. O CDLinux é uma distro minimalista vinda da China, e que traz uma abordagem diferente do âmbito das distros pequenas. Em vez de enfiar o maior número possível de aplicativos em um miniCD de oito centímetros, o CDLinux Community Edition optou por incluir um suporte excelente a meia dúzia de idiomas, vários sistemas de arquivos e uma ótima compatibilidade com hardware, incluindo ainda o CUPS e o XSane para impressoras e scanners, tudo isso em uma iso de 204 MB. Há ainda uma edição "standard" (padrão) com apenas 64 MB, que inclui um desktop XFCE básico e quase nenhum aplicativo. O CDLinux "standard" inclui ferramentas populares para recuperação e administração, que fazem dele uma excelente escolha como CD de recuperação. Para fechar, a edição "mini" tem 25 MB e traz apenas o console. Decidi usar um pouco a versão mais completa, a Community Edition. |
 | Mini-análise do netbook Proview 81001
Recentemente comprei um netbook Proview Compact PC 81001, um modelo bastante barato, vendido por aqui por cerca de R$ 700 a R$ 1000. Muitas pessoas mostram interesse nele, pelo preço, tamanho e aparência em geral. É fácil encontrá-lo em lojas de varejo e sites de informática. Nesse artigo comento um pouco dos seus recursos e limitações, espero que ajude quem está em dúvida sobre comprar ou não esse modelo. |
 | A incompatibilidade entre conexões de periféricos
Infelizmente, nem todos os periféricos e dispositivos apresentam todas as compatibilidades declaradas pelo fabricante do equipamento, embora uma determinada placa de expansão se encaixe perfeitamente no slot ou um possua uma conexão à cabo para o PC. Por este motivo, este artigo tem como objetivo esclarecer os principais casos relacionados a questões de incompatibilidades entre componentes e tecnologias. |
 | Android: a chave para o Linux no desktop?
Há anos eu venho falando sobre a convergência entre a telefonia e a computação desktop. Hoje em dia, cada vez mais empresas anunciam pequenos dispositivos ("netbooks") que rodam o Android -- e não estamos falando de telefones. Será o começo de uma nova revolução? Ou não? |
 | Facilidade de uso e popularização do Linux
O principal motivo pelo qual o Windows se tornou o sistema operacional mais difundido nos desktops está, sem dúvida, na facilidade de uso: muitas tarefas e atividades podem ser executadas com simples cliques do mouse! Graças a Microsoft, qualquer pessoa que possua apenas um conhecimento básico de computação, tem condições de (sub)utilizar o computador. E por parte do Tux, há tempos têm sido cobrado mais recursos e facilidades para tornar o sistema mais amigável para os usuários finais. Isto de fato é ruim? Não, mas alguns efeitos colaterais irão ocorrer... |
 | Google Wave: revolução na colaboração em Software Livre?
Caso você ainda não saiba, o Google lançou uma prévia de sua nova rede social e ferramenta colaborativa, o Wave. O Google diz que o Wave é "uma nova ferramenta para comunicação e colaboração pela web". Pense nele como um misto de email, rede social, mensageiro instantâneo, IRC e Twitter. Ele oferece (ou melhor, oferecerá) meios de comunicação e feedback imediato aos outros participantes. Usando uma conversa como base de uma "onda", ele permite que outras pessoas na conversa vejam o que você escreve em tempo real, enquanto digita. O Wave também permite utilizar, na mesma ferramenta, uma espécie de quadro de avisos que exibe as mensagens, de modo que os participantes possam acompanhar a conversa mesmo se entrarem depois. Que impacto o Wave pode ter nos usuários e desenvolvedores do software livre? |
 | Entrevista com Robert Lange, cofundador do VectorLinux
O VectorLinux é uma das mais populares distribuições Linux baseadas no Slackware, a mais antiga distribuição Linux em atividade. É uma distribuição voltada para o desktop, feita para ser fácil de usar e ao mesmo tempo manter a estabilidade e a confiabilidade lendárias do Slackware. O VectorLinux também é famoso por seu desempenho otimizado e por manter um excelente suporte a hardware ultrapassado na edição Light. Nesta semana, o cofundador e principal desenvolvedor do VectorLinux, Robert Lange, fez a gentileza de responder a algumas perguntas sobre o VectorLinux, suas origens e a direção que ele vai tomar no futuro. |
 | Kit de ferramentas: você já montou o seu?
Há um bom tempo, havia postado no recém-criado blog Efetividade.net, uma matéria sobre a montagem e manutenção de kits de ferramentas para técnicos de informática e especialistas do ramo. Na época, não era tão requisitado como nos dias atuais, o que me levou a dimensioná-lo com uma quantidade até generosa de equipamentos para o uso. Mas, devido ao desconforto causado pelo peso e a futilidade de alguns itens... ele emagreceu! |
 | Editor de vídeo PiTiVi, e seu novo núcleo
A edição de vídeos no Linux deve ficar bem mais fácil para os usuários ainda este ano. O editor não linear de vídeos PiTiVi, baseado no GStreamer, lançou sua primeira versão pública desde que teve início uma expressiva reescrita de seu código. A versão 0.13.1 foi lançada no dia 27 de maio de 2009, e o usuário poderá notar algumas mudanças visualmente, mas o grosso mesmo está nas grandes melhorias na estrutura do programa, estabelecendo uma base para o próximo ciclo de desenvolvimento. |
 | OpenMoko: presente e futuro
O OpenMoko vem passando por momentos difíceis. Desde 2006, quando anunciou que estaria criando um celular aberto movido a Linux, o OM sofre com problemas de hardware e com um software imaturo e cheio de bugs (a pilha de software já foi reescrita pelo menos duas vezes). Os problemas com o produto resultaram em vendas fracas, que fizeram com que pessoas inteligentes e motivadas abandonassem a equipe (ou fossem demitidas), criando um círculo vicioso. |
 | Primeiras impressões do Fedora 11
Hoje vamos dar uma olhada no Fedora 11 (Leonidas). Eu estava ansioso para experimentar a nova versão, já que a imprensa vem falando muito bem sobre as novas tecnologias e recursos que o Fedora está implementando, dando a entender que a nova versão seria melhor do que de costume. A última análise que fiz para o DistroWatch foi do Fedora 8 (codinome Werewolf), em novembro de 2007. Já passou algum tempo desde então, e muita coisa mudou para o Fedora e para o Linux no desktop, embora muitas coisas continuem as mesmas. |
 | Primeiras impressões do Absolute Linux 12.2.5
O Absolute Linux é um derivado do Slackware, a mais antiga distribuição Linux ainda em atividade. Uma coisa que diferencia o Absolute das distros baseadas no Slackware é que ele acompanha o Slackware "Current" e não a versão estável mais recente. O Absolute Linux é voltado para o desktop, e não para os servidores, e que foi feito para "instalar tudo de uma vez sem selecionar pacotes e chegar a um desktop com o X sem que os usuários tivessem que aprender nada". Outros objetivos da distro incluem desempenho otimizado em hardware ultrapassado, facilidade de uso e a adoção de aplicativos e ferramentas únicos que não dependam do GNOME nem do KDE. |
 | Que tal montar o seu computador dos sonhos?
E aí, por quanto tempo ainda vamos aturar aquele seu Pentium IV? Ou ainda, porquê não trocamos esse terrível caixotão que chamamos de monitor CRT? Nem vou comentar do gabinete surrado: todo sujinho, amarelado e cheio de adesivos! Mas fazer o quê, se o "pôubrema" é dinheiro, né? Tudo bem, confesso que andei sonhando um pouco alto nesta minha historinha, mas dá para ilustrar bem a situação: se você "tem" todo este din-din para gastar na compra dos componentes de seu futuro computador, como seria este seu novo PC desktop? Não sei quanto à vocês, mas se fosse comigo, eu o montaria assim... |
 | 'Atividades' e os desktops orientados pelo contexto
Parece que a próxima palavra "quente" nos desktops vai ser "atividades". Há boas chances de você ainda não ter ouvido falar em "atividades", e caso tenha ouvido, talvez não tenha identificado um ponto em comum nos diferentes usos do termo. Mas o que todos os usos dessa palavra têm em comum é o fato de indicarem a mudança de um desktop estático para um que se transforma de acordo com as tarefas realizadas. Qualquer definição mais exata é fugaz. O que importa é que as atividades já são parte do KDE 4, e devem se tornar mais proeminentes na versão 4.3, que vem por aí. O GNOME 3.0, que deve sair no ano que vem, também vai incluir seu próprio (e mais limitado) conceito do termo. Mas em qualquer implementação, o termo indica uma mudança no desktop, e os desenvolvedores do software livre estão na frente, mostrando o caminho. |
 | Uma olhada no Debris Linux
Parece que toda semana anunciam uma nova distribuição baseada no Ubuntu. Dentre tantas, poucas se destacam por fazer algo inovador ou significativamente diferente da distribuição que as inspirou. O Debris Linux chamou a minha atenção. O nome Debris Linux apareceu pela primeira vez em maio de 2007. Antes disso a distro era conhecida como BeaFanatIX (BFX). O Debris Linux é um live CD que oferece um instalador personalizado (DebI), capaz de realizar instalações tradicionais no HD e de criar pendrives inicializáveis usando uma instalação frugal similar à encontrada no Damn Small Linux. A distribuição cabe em uma imagem ISO que sempre tem menos de 200 MB, o que permite gravar o Debris Linux em um mini CD e ainda oferecer a funcionalidade total de um desktop. Os objetivos da distro incluem manter-se pequena e compacta, com os mais modestos requisitos de hardware possíveis, para que o Debris rode bem em máquinas antigas. |
 | EGLIBC: uma distribuição da glibc (e não um fork)
A glibc (GNU C library, ou biblioteca C do GNU) é um componente fundamental do Linux. Ela provê boa parte da interface do espaço de usuário ao kernel, além de uma boa parte das rotinas utilitárias usadas por praticamente todos os aplicativos do Linux. Uma variante da glibc, a EGLIBC (Embedded glibc, ou glibc embarcada), não é muito conhecida fora do círculo dos dispositivos embarcados, mas parece que isso vai mudar com o anúncio de que o Debian vai mudar da glibc para a EGLIBC. O projeto corre a esclarecer que não se trata de um fork da glibc, já que o objetivo é manter a compatibilidade (binária e de fontes). |
 | Conhecendo o LXDE
O LXDE é uma nova opção de ambiente gráfico leve, baseado na biblioteca GTK2. Ele tem crescido rapidamente em popularidade, atendendo ao público que procura um ambiente gráfico simples e leve, sem todos os inúmeros componentes do KDE 4 e do GNOME. Afinal, no final das contas o que você realmente utiliza são os aplicativos; o ambiente gráfico é simplesmente uma ferramenta para lançá-los e gerenciá-los. Em alguns casos, o melhor ambiente de trabalho é o mais simples, que não fica no seu caminho. |
 | Conversão simples de vídeos com o Transmageddon e o Arista
O Transmageddon de Christian Schaller e o Arista de Daniel Taylor são duas ferramentas fáceis de usar para conversão de vídeos no GNOME, mas elas têm mais em comum do que apenas a visão de uma maneira simples de converter arquivos. Em vez de competir um com o outro (ou de unir os dois projetos), os dois desenvolvedores estão colaborando no meio do caminho: eles compartilham informações e usam os objetivos parecidos de seus projetos para fortalecer o framework multimídia GStreamer, do qual as duas bases de código dependem. |
 | Primeiras impressões do Mandriva Linux 2009.1
Há anos que eu digo que o Mandriva é o melhor Linux para novatos. Eu sempre achei o Mandriva uma distribuição extremamente amigável, que não sacrificava a funcionalidade em prol da simplicidade. Eu também constatei que, na maioria das vezes, ele tem menos bugs do que uma certa distribuição popular que se vangloria de ser o Linux para as massas. Naturalmente, quando a Mandriva anunciou a versão 2009.1 há algumas semanas, eu fiquei interessado em ver como ela se saía. Admito logo de cara que eu tinha altas expectativas para o Mandriva 2009.1. |
 | Utilizando o Gerenciamento de disco no Windows 7 e no Vista
O Gerenciamento de Disco é um utilitário do sistema que gerencia discos rígidos e os volumes ou as partições neles contidos. Com ele é possível inicializar discos, criar volumes, formatar volumes com sistemas de arquivos FAT, FAT32 ou NTFS. Ele ainda permite que você execute a maioria das tarefas relacionadas a discos sem reiniciar o sistema ou interromper os usuários. A maioria das alterações de configuração entra em vigor imediatamente. Neste artigo, vamos aprender a manusear o Gerenciamento de Disco do Windows Vista, ele também está presente no Windows 7, em ambos os sistemas o manuseio é o mesmo. |
 | Uma lan-house diferente...
Imagine a cena: você precisa concluir um trabalho solicitado pela sua faculdade, mas o micro pifou! O que fazer? Bem, que tal dar um pulinho na lan-house mais próxima de sua casa? Sim, aquela mesmo que acabaram de fundar ali na esquina! Em dois tempos você coloca uma camisa, calça a sua bermuda preferida e põe nos pés o seu chinelo velho de guerra. Mas ao chegar lá, se depara com algo "estranho": um Menu K no lugar do Menu Iniciar, um tal de Writer ao invés do Word... cadê o Internet Explorer? O que é esse tal de Konqueror? |
 | A inovação no X Window: bem-vindo ao novo Xorg
Ao longo dos anos, muitas pessoas têm reclamado do sistema X Window. O X Window (ou sua implementação mais popular no momento, o Xorg) é a camada que fica entre os aplicativos e a placa de vídeo. Ele tem recursos fantásticos (como a capacidade de executar aplicativos via rede), mas tem alguns probleminhas (como parecer ter sido construído de trás para a frente). Uma coisa é certa: ele evoluiu enormemente de um ano para cá, especialmente no que diz respeito aos gráficos 3D e à aceleração por hardware. Neste artigo, vou explicar como o X Window mudou, e o que podemos esperar dele no futuro. Várias coisas relevantes aconteceram, e uma depende da outra. Mas antes de mais nada, algumas explicações básicas. |
 | O futuro do Moblin
Em fevereiro, o DistroWatch deu uma olhada no primeiro alfa do Moblin V2 e achou que se tratava de uma distribuição promissora para netbooks. Nos três meses que se seguiram desde que o DW escreveu seu artigo sobre o Moblin muita coisa mudou, tanto no código quanto no que se refere a quem vai dirigir o futuro do Moblin. É hora de dar uma olhada na enxurrada de notícias sobre o assunto nos últimos três meses e ver o que podemos esperar dessa distribuição específica para netbooks nas próximas semanas e meses. |
 | Uma introdução ao Xen
O Xen é um monitor de máquinas virtuais paravirtualizador (VMM) livre ou "hypervisor", para a arquitetura de processadores x86. O Xen pode executar múltiplas máquinas virtuais com segurança em uma única máquina física, com performance próxima à nativa. Sua função é virtualizar uma máquina física para um sistema real. Ou seja, os sistemas clientes são reais, mas rodando sobre uma máquina simulada, virtual.
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 | Economizando com chamadas VoIP no celular
Serviços de VoIP permitem fazer uma grande economia em chamas interurbanas e internacionais, transformando um DDI que originalmente custaria R$ 1.50 por minuto ou mais em uma chamada de 6 centavos por minuto, ou em alguns caos até menos. Além de usar os serviços de VoIP no PC, ou usar um telefone VoIP dedicado, você pode usar a mesma conta para fazer e receber chamadas diretamente a partir do seu celular ou smartphone, economizando também nas chamadas celulares. |
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Atualizações
[19/03] Montando um DVD de vídeo na unha, via terminal (atualizado)
[18/03] Core i7: Gulftown e a era dos 6 núcleos
[17/03] Artigo: Primeiras impressões do Haiku (alfa)
[16/03] Criando um sistema de recuperação usando o SystemRescueCD
[15/03] Processadores AMD, parte 2: Phenom II e o Athlon II
[14/03] AMD 890GX
[13/03] Dica: kMyFirewall, um firewall gráfico para o KDE
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[12/03] Processadores AMD, parte 1: o Phenom
[11/03] Artigo: Uma olhada no PC-BSD 8.0
[10/03] Artigo: Investigando os modelos do Eee PC
[09/03] Artigo: nVidia Optimus
[05/03] Artigo: Comparativo de desktops: Zenwalk, Salix OS e GoblinX
[03/03] Artigo: Meego: a fusão entre Maemo e Moblin
[02/03] Artigo: Uma breve análise do Linux Mint 8 'Helena'
[01/03] Processadores: Chipsets e placas para o Core 2 Duo, Quad e Celeron
[26/02] Tutorial: Criando um loop de vídeo com o Kino e o Audacity
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Destaques
» Hardware o Guia Definitivo, disponível para leitura online
» Como um HD funciona: Head Switch Time
» Redes: TCP/IP, endereçamento e portas
» O básico para o Debian Lenny no desktop
» Configurando um servidor de rede local com o Ubuntu, fácil
» Uma breve análise do Linux Mint 8 'Helena'
» Programação Orientada a Objetos: uma introdução
» Smartphones: TCPMP e CorePlayer
» PCI Express: compatibilidade, linhas de dados e o PCIe 2.0
» Dual-SIM: Usando dois chips no mesmo aparelho
» Smartphones e telas: Tamanho e touchscreen
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