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    Artigos do Guia do Hardware



    Ferramentas de virtualização
    Nos últimos anos, com a evolução da informática, o poder de processamento dos computadores aumentou drasticamente. Entretanto, existem casos em que todo esse processamento não está sendo utilizado pelas máquinas, fazendo com que exista uma subutilização dos recursos computacionais. Preocupados em procurar soluções que visam à diminuição dessa ociosidade de processamento, os administradores de redes tem utilizado a técnica da virtualização. O uso da virtualização representa a ilusão de várias máquinas virtuais (VMs) independentes, cada uma rodando uma instância de um sistema operacional virtualizado. Esta técnica não é nova, iniciou-se pela IBM nos mainframes na década de 60, mas seu uso foi difundido nos anos 80, tendo em vista a resolução de problemas a um custo relativamente baixo.


    Shell e Zeitgeist: o futuro do GNOME?
    O anúncio dos planos preliminares para o GNOME 3.0 há algumas semanas voltou todos os holofotes para o GNOME Shell e o GNOME Zeitgeist. Pouco conhecidos até então, esses programas agora são vistos como a base de uma nova experiência de usuário no GNOME 3.0. Os dois ainda estão em seus estágios iniciais e foram testados por poucas pessoas, e por isso estão cercados por interrogações. O que exatamente são esses programas? Que visão é essa que eles têm em comum? E o mais importante: serão eles capazes de atender às expectativas? As respostas para essas perguntas ainda não são definitivas, já que ambos os projetos vêm se desenvolvendo rapidamente e com certeza irão mudar dramaticamente até o lançamento do GNOME 3.0. Mesmo assim, quem procura por respostas preliminares pode obtê-las dedicando um tempinho à compilação dos programas.


    Como ficam os projetos da Sun depois da compra pela Oracle
    Apesar dos rumores incessantes, a IBM acabou não comprando a Sun Microsystems. Mas no dia 20 de abril, a Oracle comprou. A aquisição da Sun pode ter algumas implicações interessantes para a comunidade Linux. Eu não estou sabendo de nada que vocês já não saibam, mas suspeito que o resultado de modo geral será positivo. O que veremos abaixo é uma especulação de minha parte quanto ao rumo dessa história.


    O tecnólogo e os sete pecados capitais
    Quem nunca ouviu falar dos sete pecados capitais? Figurinhas fáceis em filmes, novelas, quadros e demais manifestações artísticas, há centenas de anos eles fazem parte de nossa vida e vêm influenciando o dia-a-dia dos cristãos católicos. Vamos refletir e nos divertir digerindo esse texto, que transporta para o curso de Análise de Sistema, todo o universo desses vícios básicos que afligem a existência humana desde os primórdios dela. O sentido de "tecnólogo" no texto é de todo e qualquer profissional que lida com tecnologia, e não necessariamente os graduados em cursos de tecnologia.


    Xubuntu 9.04 x Debian 5.0.1 Xfce
    Ao invés de fazer uma análise sem grandes novidades, neste artigo decidi comparar o novo Xubuntu 9.04 ao Debian Lenny com desktop Xfce. O Xfce é um ambiente de desktop que, assim como o GNOME, se baseia nas bibliotecas gráficas GTK+. Só que ao contrário do GNOME, o foco dele está na leveza. Diz seu criador, Olivier Fourdan: "O Xfce é um ambiente de desktop leve para vários sistemas *NIX. Feito com foco na produtividade, ele carrega e roda aplicativos com rapidez e ao mesmo tempo economiza recursos do sistema." O Xubuntu é baseado no Ubuntu, mas no lugar do desktop GNOME ele traz o Xfce. Ele também oferece a maior parte das funcionalidades que o Ubuntu oferece. Já o Debian , por outro lado, baseia-se em si mesmo e oferece um monte de opções para o desktop, uma das quais é o Xfce. Que tal compararmos os dois?


    gNewSense - o Ubuntu livre
    O projeto gNewSense tem o objetivo de criar uma distribuição GNU/Linux que tenha como prioridade principal a liberdade do usuário - ainda que isso limite seu conforto e o suporte a hardware. O sistema operacional Ubuntu é usado como ponto de partida. Usando o gNewSense, você pode mostrar que a liberdade do software que você usa é realmente importante para você. Assim os fabricantes de hardware podem ser motivados a fornecer drivers e firmware livres para seus produtos e de quebra trazer transparência e inovação a essa área da produção de software. Para completar, você ainda pode mostrar aos projetos que originaram o gNewSense (Debian e Ubuntu) que você quer se manter fiel aos princípios e contratos de maneira consistente, e que não está satisfeito com exceções fajutas.


    A estrada para o GNOME 3.0
    A versão 2.0 do ambiente de desktop GNOME foi lançada em junho de 2002, e estabeleceu rapidamente um ciclo de lançamentos de versões estáveis a cada seis meses. Agora a equipe do GNOME rascunhou um plano para a versão 3.0, que deve ser lançada daqui a dois ciclos, em março de 2010. Estão nos planos algumas poucas mudanças que poderão ser percebidas pelos usuários, além de uma quantidade bem maior de refinamentos nas dependências, nos vínculos de linguagens e na estrutura do que constitui o núcleo do GNOME. Vincent Untz enviou um documento de planejamento à lista de discussão de desenvolvimento do GNOME no dia 2 de abril, delineando as questões mais importantes e os planos da equipe. Obviamente a discussão ainda está em andamento, mas a ideia básica consiste de três componentes: novas tecnologias que irão afetar diretamente a experiência de usuário, mudanças estruturais nos módulos e conjuntos de módulos que definem o GNOME e maneiras de promover o GNOME visando aumentar sua comunidade.


    Primeiras impressões do PC-BSD 7.1
    Embora eu curta o software livre, o BSD não é bem a minha praia. Como muitas pessoas, já fiz uma ou outra instalação, usei appliances baseadas no BSD para uma tarefa ou outra, mas nunca me passou pela cabeça usá-lo no desktop. Mesmo assim, eu vi que o PC-BSD 7.1 "Galileo" havia sido lançado, e depois de ler em algum lugar que ele era para o BSD o que o Ubuntu era para o Linux (acho que com isso eles querem dizer que "as coisas funcionam logo de cara"), decidi experimentar.


    Tellico: solução prática para catalogar bibliotecas
    Sempre tive a impressão de que implementar um catálogo eletrônico à base de cartões para os meus livros daria um bocado de trabalho, por isso nunca cheguei a tentar; mas recentemente eu tropecei em um programa para o KDE chamado Tellico, e ele tornou a tarefa de catalogar livros tão fácil e divertida que cataloguei toda a minha coleção em menos de uma semana. E finalmente eu encontrei um uso para o leitor de código de barras "CueCat" que está juntando poeira há anos por aqui!


    Htop: ferramenta interativa para monitorar seu sistema
    Não é preciso ser o todo-poderoso administrador de sistemas de uma rede para usar o Htop. Talvez ele tenha sido criado com os mestres do universo em mente, mas só porque você é um mero e solitário usuário de desktop, enfiado num quarto povoado por fatias de pizza, de cara para um único computador, não significa que você não possa usá-lo também. Neste artigo, vou mostrar como configurar e usar o Htop para monitorar os recursos do sistema e como usar esse diminuto aplicativo interativo para gerenciar os aplicativos e processos em execução no desktop.


    Melhor que o POSIX?
    A essa altura, você já deve estar achando que não é mais necessário continuar discutindo sobre as decisões de design incorporadas ao recurso de "atraso de alocação" do ext4, bem como sobre as implicações em espaço de usuário dessas decisões. E talvez isso seja verdade, mas cai bem um resumo das questões relevantes. A questão mais importante não tem muito a ver com os detalhes do design de um sistema de arquivos, mas sim com o tipo de API que o kernel Linux deve apresentar aos seus processos em espaço de usuário.


    Netbooks: pequenos detalhes que fazem a diferença
    O problema na escolha dos netbooks é justamente este: as principais características dos modelos mais populares são praticamente as mesmas, tornando o processo de escolha confuso e sem muitas opções. Por outro lado, os pequenos detalhes acabam se tornando o centro das atenções de tal maneira que se tornam fatores decisivos para a escolha do netbook ideal.


    Entrevista com Robert Shingledecker, criador do Tiny Core
    É difícil achar alguém que nunca tenha ouvido falar no Damn Small Linux (DSL), a pequena distribuição Linux que almeja um desktop quase completo com menos de 50 MB. Mas o DSL não é a única minidistro. Esta semana vamos entrevistar Robert Shingledecker, ex-desenvolvedor do DSL e agora fundador do novato Tiny Core Linux. A distro tem apenas 10 MB e, como o nome em inglês sugere, disponibiliza um ambiente gráfico básico. As possibilidades não acabam aí, como Robert explica.


    Mer: remasterizando o Maemo
    O Mer é um desdobramento do ambiente Maemo da Nokia, criado para transformar o sistema operacional voltado para tablets em uma distribuição Linux completa adequada a sistemas embarcados e desktops de todos os tipos. A gênese do projeto foi a tentativa de portar o futuro Maemo 5.0 para os tablets Nokia N800 e N810 (que já não são suportados), mas ele acabou evoluindo de modo a rodar nas BeagleBoards, em dispositivos para navegação como o Pocket LOOX e em hardware x86 comum.


    Dispositivos e periféricos à frente do seu tempo
    Em set/2009, meu bom e velho hardmodem US Robotic 5610 completará 7 anos de uso ininterrupto, embora estejamos em plena era da banda-larga (a disponibilidade do serviço só chegou muito recentemente na localidade em que moro). E continua funcionando perfeitamente, atendendo as minhas necessidades! Embora este dispositivo e/ou periférico antigo ainda esteja disponível e em uso, já houveram outros que duraram tanto o quanto este...


    Instalando o Linux com o LVM
    No artigo da semana passada nós apresentamos o LVM - gerenciamento de volumes lógicos, uma forma de redimensionar e expandir dinamicamente as partições do computador. Esta semana, vamos fazer uma instalação padrão do Linux usando o LVM como método principal de particionamento. A maioria das distribuições modernas suporta o LVM em seus instaladores, logo, na maioria delas, a configuração é bem fácil. Embora as ferramentas de particionamento de cada distribuição variem, o princípio é sempre o mesmo.


    Uma coleção de dicas para o Firefox
    O Firefox é uma espécie de "jóia da coroa" entre os aplicativos de código aberto. Além de ser o navegador mais usado no Linux, ele é usado como navegador padrão por mais de 20% dos usuários Windows, desafiando a hegemonia do IE. Este artigo é uma coleção de dicas sobre ele.


    Ubuntu discute mudanças na usabilidade
    Desde junho do ano passado, quando Mark Shuttleworth conclamou o Ubuntu a superar o Mac OS X em design nos desktops dentro de dois anos, as listas de discussão e blogs do Ubuntu se tornaram parada obrigatória para debates detalhados sobre a usabilidade no GNU/Linux. Mas quando os desenvolvedores começam a debater a lógica dos princípios do design, a discussão podem se tornar um tanto complicada e acalorada. Um exemplo disso é a discussão sobre as novas diretrizes para notificações na lista ubuntu-devel nas últimas semanas, que rapidamente se transformou em uma discussão acerca do uso ou não de notificações no Linux. A discussão está focada nas novas diretrizes para mensagens de notificação, que normalmente são exibidas na área de notificação do GNOME.


    Introdução ao LVM - Gerenciamento de Volumes Lógicos
    Mudar de sistema operacional é algo que pode intimidar bastante aqueles que estão conhecendo o Linux agora. Embora ele seja bem parecido com outros sistemas operacionais baseados no UNIX, como o BSD, o Solaris e o OS X, ele é muito diferente do Windows. Hoje em dia a maioria das distribuições é muito fácil de usar e (seja isso bom ou ruim) abstrai o sistema complexo e poderoso que há por baixo do capô. Com isso as distribuições se tornam fáceis de usar, e os usuários muitas vezes sabem pouco sobre o sistema em si. Hoje vamos dar uma olhada no LVM - Gerenciamento de Unidades Lógicas, que oferece aos usuários a capacidade de redimensionar partições enquanto elas estão em uso.


    Entendendo o 3G
    A oferta de conexões 3G tem sido o principal motor para a popularização do acesso móvel. Depois de uma curta batalha contra o EVDO, o UMTS acabou emergindo como a tecnologia adotada por todas as operadoras nacionais. Entretanto, as variações nas frequências e as diferentes velocidades de acesso suportadas pelo padrão acabam reservando armadilhas na escolha dos aparelhos.


    Primeiras impressões do SimplyMEPIS 8.0
    O MEPIS Linux me intriga desde a primeira vez em que ouvi falar nele, mas nunca cheguei a testá-lo. A distro foi fundada por Warren Woodford no final de 2002 depois dele ter experimentado várias distribuições Linux e ter chegado à conclusão de que nenhuma delas condizia com sua visão de como um Linux para desktops deveria se comportar. Inspirado por sua experiência como desenvolvedor na NeXT, Warren decidiu tentar criar uma distribuição Linux que 'simplesmente funcionasse'. A primeira versão do MEPIS Linux foi liberada ao público em maio de 2003. O MEPIS é derivado do Debian, uma das distribuições mais antigas e estáveis, e esta última versão é baseada no Debian Lenny, lançado recentemente. De acordo com o site, "O SimplyMEPIS simplesmente funciona! Ele vem pré-configurado para ser simples e fácil de usar, mesmo para novatos." Então, a distro é voltada para novatos e afirma ser fácil de usar. E o que ela tem a oferecer?


    Sabemos realmente quais são as nossas preferências?
    Detesto violência; no entanto, adoro jogos FPS! Antes preferiria mil vezes um desktop a um notebook; atualmente, sonho com um netbook! Mais estranho ainda é saber que sou aficcionado por fotografia, já que mal saio de casa e nem sequer sou muito "sociável"... Então, baseando-se nessas experiências, pergunto: sabemos realmente quais são as nossas preferências? Se puderem contar suas experiências, melhor ainda!


    Dicas básicas para smartphones com o S60
    Os aparelhos com o S60 estão entre os smartphones mais populares. Parte disso se deve ao fato de muitos dos modelos estarem entre os mais baratos disponíveis no mercado, mas a maior parte do crédito se deve ao próprio sistema, que é uma plataforma bastante funcional e estável. Esse artigo é um conjunto de dicas básicas para que você possa tirar o máximo do seu aparelho.


    Por que 'código aberto' não é 'software livre'
    Decidir lançar um software sob os termos de uma licença de software livre é um passo importante através do qual muitos programadores se aproximam pela primeira vez da comunidade do software livre. Só que a enorme quantidade de licenças disponíveis às vezes pode confundir e desorientar o usuário, tornando o primeiro passo muito mais difícil do que deveria ser. Vamos tentar clarear as coisas.


    gThumb, o editor de imagens que você não conhece
    O gThumb é um meio-termo entre o visualizador de imagens do GNOME (eog - Eye Of Gnome) e o editor avançado GIMP. Embora venha instalado por padrão em várias distros, muitas vezes o gThumb passa despercebido, já que o usuário costuma optar ou pelo eog ou pelo GIMP dependendo de suas necessidades. A idéia deste texto é mostrar o que essa gente toda está perdendo.


    Zenity: interface gráfica para scripts, parte 2
    Na primeira parte deste artigo eu apresentei o Zenity, uma ferramenta útil que adiciona uma interface gráfica aos seus shell scripts. Nesta segunda parte vou um pouco mais fundo, mostrando o tipo de coisa que se pode fazer com essa ferramenta versátil.


    Ser livre ou gratuito, eis a questão!
    O cenário atual do Software Livre "aparenta" ser interessante: as iniciativas do governo federal para a disseminação do uso de softwares livres em repartições públicas, a popularização dos PCs Populares com os sistemas operacionais baseados em GNU/Linux e crescente adoção e suporte técnico crescente de diversos softwares consagrados, são sinais que comprovam a boa fase que o Software Livre atravessa. Deveríamos estar contentes? Sim e não... O que têm em comum todos estes eventos acima citados? Ideologia? Flexibilidade? Segurança? Praticidade? Infelizmente não... o grande diferencial que o Software Livre oferece em comparação as soluções proprietárias se resumem em apenas uma palavra: custo.


    A história da Apple
    A Apple é sem dúvidas uma das empresas que melhor sabe como divulgar e criar hype em torno de seus produtos, o que faz com que seja uma das empresas mais bem sucedidas. Bem ou mal, quase todo mundo fala da Apple, o que acaba se traduzindo em vendas. Este artigo fala sobre os primórdios da Apple, mostrando como tudo começou.


    Debian 5.0: primeiras impressões e instalação via rede
    O Debian GNU/Linux é uma das distribuições Linux independentes com mais tempo de atividade, avó de muitas outras como o sempre popular Ubuntu. Cada versão recebe o nome de um personagem do filme 'Toy Story' da Pixar. Desta vez não foi diferente, e temos o 'Lenny' (aquele binóculo que tem pés). O Debian é um projeto único por ser totalmente dirigido pela comunidade, além de ser um dos maiores projetos de código aberto do mundo. Ele é governado por dois documentos principais, a Constituição do Debian e o Contrato Social, estando este último no centro de um debate sobre firmware iniciado há alguns dias.


    Zenity: interface gráfica para scripts, parte 1
    Embora uma quantidade cada vez maior de recém-convertidos o evitem (e eu não os culpo por isso), o shell continua sendo uma ferramenta chave para a maioria dos usuários GNU/Linux. Programas feitos em shell script são criados, compartilhados e utilizados nas mais variadas circunstâncias. Alguns poupam tempo, outros salvam vidas. Mas mesmo que o trabalho de fazer o script tenha sido de outra pessoa, usuários menos experientes e confiantes podem achar complicado e assustador utilizá-los. Como trazer a flexibilidade do shell script para o usuário que só trabalha com interfaces gráficas? Há pouco tempo eu me deparei com esse dilema e descobri o Zenity.



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