Artigos do Guia do Hardware
 | Os novos desafios da versão 3.0 do OpenOffice.org
A versão 3.0 do OpenOffice.org, a popular suíte de escritório em código livre, foi lançada há alguns dias, ganhando bastante destaque na imprensa e gerando tráfego suficiente para derrubar os servidores do projeto. Ainda que esta versão não seja um grande salto em termos de novos recursos, ela oferece algumas melhorias consideráveis. Talvez a mais interessante delas seja um maior foco nas extensões que, como no Firefox, não exigem modificações no núcleo do código do OOo. Isso pode ajudar a combater as alegações de que os procedimentos burocráticos da Sun para a inclusão de novos recursos estariam atrasando o desenvolvimento do OOo. |
 | Acessibilidade em sistemas Linux
O "leitor de tela básico em braille" foi adicionado recentemente ao kernel do Linux, e juntamente um suporte maior à acessibilidade. Vale destacar que as primeiras reações foram do tipo "que raios é essa tal de acessibilidade?". Isso mostra como a idéia é pouco conhecida entre os desenvolvedores. E olha que a acessibilidade no GNU/Linux, ou seja, a usabilidade do GNU/Linux por portadores de deficiência (como cegos, por exemplo), obviamente não é nova. Com a popularização do GNU/Linux entre o público não-técnico, tem havido um interesse renovado por um suporte mais aprimorado à acessibilidade. |
 | Krusader: um gerenciador de arquivos para a todos governar
Eu não gosto do KDE4. Também não gosto do seu gerenciador de arquivos, o Dolphin. Pronto, falei. Não tenho a intenção de começar uma guerra. Juro. Mas meu desgosto pelo Dolphin é proporcional à minha preocupação com o futuro do Konqueror. Na minha opinião, o Konqueror foi a maior invenção desde a roda. Ele é um gerenciador de arquivos com um arsenal de recursos avançados, e não se sai mal como navegador de internet. A integração gerenciador de arquivos+navegador nesse visualizador universal de documentos é seu maior trunfo, mas está sendo deixada para trás na corrida do ouro da Web 2.0. Temo que a fonte do Konqueror seque. Mas aí eu descobri o Krusader. Trata-se de um gerenciador de arquivos de dois painéis, poderoso e cheio de recursos, e se o Dolphin não é a sua praia, pode ser que você goste deste aqui. |
 | Criando comunidades produtivas com ferramentas livres
Muito se tem falado sobre a 'Web 2.0' e a criação de sites mais interativos, mas o que está acontecendo é uma volta à natureza comunitária da internet. A colaboração, a cooperação e o compartilhamento de informações são idéias que datam de antes da rede mundial de computadores. Mas foi no ambiente moderno de computação distribuída que essas tecnologias realmente floresceram. Este é um guia para oito dessas tecnologias. Você deveria considerar usá-las em projetos de compartilhamento de informações de todo tipo, indo de projetos multimídia a projetos de software e hardware. |
 | 'Bootando' o Linux em cinco segundos
Na quinta-feira foi realizada a LPC (Linux Plumbers Conference, ou a Conferência dos Encanadores do Linux). Nela, Arjan van de Ven, desenvolvedor do Linux na Intel, e Auke Kok, autor do PowerTOP e também desenvolvedor do Linux no Centro de Tecnologia de Código Aberto da Intel, fizeram uma demonstração do boot de cinco segundos do Linux. O equipamento usado foi um Asus EEE PC com armazenamento em estado sólido. Os desenvolvedores atingiram a marca dos cinco segundos carregando dois softwares diferentes: o Fedora e o Moblin, ambos modificados. Eles tiveram que erguer o EEE PC para que o público pudesse ver alguma coisa, porque o sistema bootava antes que o projetor conseguisse exibir a imagem. |
 | Rockbox, a espera pelo código aberto no seu MP3 Player
O Rockbox é um firmware licenciado pela GPL que substitui o firmware de vários tocadores de áudio digitais. O LWN publicou um artigo sobre o lançamento iminente do Rockbox 3.0 em maio de 2006. Mais de dois anos depois, ficou claro que o "iminente" de alguns projetos é um pouco menos iminente que o de outros. O que aconteceu foi que os desenvolvedores concluíram que não havia como resolver certos problemas do Rockbox dentro de um cronograma razoável para o lançamento da versão 3.0; ao invés de lançarem uma nova versão sabendo que ela tinha problemas, eles desistiram da versão 3.0 por uns tempos. É por isso que a versão estável atual do Rockbox é a 2.5, de setembro de 2005. Mas talvez essa situação esteja prestes a mudar. O projeto anunciou em julho que seria feita mais uma tentativa de lançar a versão 3.0. |
 | Sobre o Ubuntu, seus derivados e marcas registradas
A julgar pelas discussões nos comentários pela Internet, muitos de nossos leitores acham um absurdo o crescente número de *buntus, distribuições derivadas do Ubuntu (até no nome). Alguns até acham que isso prejudica o movimento do código aberto como um todo. Afinal, não seria melhor se esses "desenvolvedores" ajudassem a eliminar os bugs do Ubuntu ao invés de recriá-lo com uma lista de pacotes e um tema gráfico levemente diferentes? Seja qual for sua opinião sobre o número cada vez maior de *buntus, uma coisa é certa: parece que o estoque inesgotável de variantes está chegando ao fim. O motivo? Os advogados que defendem as marcas registradas da Canonical começaram a impor a lei, emitindo avisos para vários projetos que se intitulam "*buntu" e que não seguem as orientações relativas às marcas registradas da Canonical. |
 | Fedora, Red Hat e a segurança nas distribuições Linux
No dia 22 de agosto, o Projeto Fedora emitiu um "relatório de infra-estrutura" confirmando o que muitos observadores já suspeitavam: houve uma grave falha de segurança no projeto. O atacante conseguiu chegar ao sistema usado para assinar os pacotes distribuídos pelo Fedora. É claro que isso está bem perto de ser o pior dos cenários: se um intruso se apodera de um sistema desses, capturar a chave de assinatura dos pacotes e a passphrase usada para empregar a chave torna-se uma tarefa relativamente simples. Saiba mais sobre este episódio. |
 | Primeiras impressões do Google Chrome
O Google surpreendeu muita gente ao lançar no dia dois de setembro de 2008 seu próprio navegador web, o Chrome. Na verdade o navegador continua em desenvolvimento, foi lançado o projeto público dado como “beta”, e por enquanto, apenas para Windows. O Chrome é um navegador open source, baseado no trabalho do Mozilla Firefox e WebKit (KHTML, similar ao Gecko). O motor do navegador é o WebKit (do Safari), algo pronto e estável, agradável e compatível com inúmeras aplicações web. O Google trabalha na interface do navegador, visando algo diferente: algo com o “modo Google de ser”, limpo, simples e direto. A ausência de botões e “bugigangas” na tela do navegador é algo certo. |
 | Automação residencial com Linux
Automação residencial é quando sua casa faz coisas para você automaticamente, para tornar sua vida doméstica mais agradável e produtiva. Ela abrange muitas áreas, como controle remoto e temporizado das luzes e dos eletrodomésticos, serviços de mídia distribuídos e comunicações. Nos últimos 10 anos, muitos fabricantes de hardware apresentaram suas soluções proprietárias para essas questões. Mas sem que eles soubessem, uma leva de desenvolvedores de todo o mundo já vinha oferecendo soluções semelhantes para a comunidade do código aberto. Neste artigo introdutório, vou fazer uma análise superficial de vários desses projetos para ver o que já está disponível. |
 | Entrevista com Kris Moore, desenvolvedor-chefe do PC-BSD
O mercado de distribuições para o usuário médio vem crescendo rapidamente nos últimos anos. Ainda que a grande maioria desses projetos seja invariavelmente baseada em Linux, também vimos umas poucas tentativas de se criar uma "distribuição" amigável baseada em sistemas operacionais que têm pertencido tradicionalmente ao meio hacker, especialmente no FreeBSD e no OpenSolaris. Um desses projetos é o PC-BSD, lançado em 2005, tendo por objetivo ocultar a complexidade do FreeBSD e oferecer uma alternativa ao Linux no desktop. Com uma infra-estrutura de instalação de software via web chamada de PBI e uma grande comunidade, esse projeto é sucesso graças à visão de Kris Moore, fundador e desenvolvedor-chefe do PC-BSD. |
 | Sistema público de escrituração digital
Este artigo abaixo mostra como os Certificados Digitais permitirão ao Governo substituir enorme quantidade de documentos em papéis por documentos eletrônicos, conseguindo assim, simultaneamente, aumentar sua eficiência, facilitar a vida dos cidadãos e cooperar com o meio-ambiente. |
 | Em defesa do Ubuntu
Não é difícil encontrar críticas ao Ubuntu e à Canonical, a corporação que o patrocina. De todas as queixas, a que mais se ouve é a que fala sobre "contribuir com a comunidade". Se formos acreditar nessas queixas, o Ubuntu é uma operação parasítica que não entende como a comunidade funciona e que é prejudicial à comunidade como um todo. Este editor gostaria de sugerir que tais acusações são um tanto exageradas. O Ubuntu está longe de ser perfeito, e com certeza poderia dar mais em troca do que vem dando, mas o Ubuntu não merece críticas tão pesadas quanto as que vem recebendo de certos setores da comunidade. |
 | As 4 maiores flamewars do software livre na Internet
Todo mundo conhece as infames "guerras de flames", aquelas discussões nada polidas, cheias de opiniões claramente ofensivas sobre um determinado assunto. Cobrindo de sistemas operacionais a editores de texto, passando pelo estilo de indentação do código, essas guerras levam o caos à internet há anos. Os tópicos vão de coisas sérias como religião e tópicos geeks como sistemas operacionais ao estilo de indentação de código. Por isso, hoje vou fazer uma lista de alguns dos tópicos mais populares e lembrar de algumas das batalhas mais... "famosas". |
 | Mandriva Flash 2008.1 no ASUS Eee PC 900
Depois de manter a instalação padrão do Xandros no meu Eee PC por três meses, achei que já era hora de mudar. Mais cedo ou mais tarde, as limitações em termos de poder computacional e instalação de software, sem falar naquele desejo incontrolável de sair mexendo em tudo quando ganhamos um brinquedo novo, provavelmente farão com que muitas das memórias flash desses subnotebooks sejam apagadas, abrindo espaço para um sistema operacional novo e mais poderoso. O Mandriva Linux 2008.1 não apenas foi a primeira distribuição Linux a oferecer suporte total ao Eee PC, como também recebeu excelentes críticas, tanto na mídia especializada quanto nos blogs pessoais. |
 | A saga dos 'Eco-eletrônicos'
Atualmente, além de iPhones, Eee PCs, mini-notebooks e outras popularidades no ramo da informática, ouvimos muito sobre eletrônicos 'amigos do meio ambiente'. Seja qual for o motivo pelo qual o produto possui este título, ele entra na mídia como uma mercadoria-modelo, indiscutivelmente ecológica, e isso se torna o principal atrativo de marketing da novidade, que passa a ser agradável aos ouvidos dos consumidores, a grande maioria preocupada e ao mesmo tempo muito desinformada. Mas será que tais smartphones, notebooks, PCs e outros produtos com título "Eco-coisa" realmente são amigos da natureza? |
 | Linux: mais importante do que ganhar mercado é compartilhar
Em um artigo recente, Ryan Cartwright afirmou que o software livre não está jogando o "mesmo jogo" do software proprietário. Ele tem razão, mas então eu pergunto: que jogo o GNU/Linux está jogando? Trinta anos de mentalidade proprietária nos condicionaram a pensar que o marketshare, a participação no mercado, é fundamental para medir o sucesso, e acabamos nos convencendo de que é preciso "vencer" o Windows para triunfarmos. Mas isso não é verdade. O GNU/Linux pode ser um grande sucesso mesmo sem nunca alcançar mais de 1% de base instalada no mundo. O motivo é a diferença entre "poder" e "liberdade". |
 | GNOME 3.0 em clima de apreensão
O clima em algumas listas de discussão do GNOME semanas antes da recém-concluída conferência GUADEC andava um tanto sombrio; alguns membros da comunidade tinham a nítida sensação de que o desenvolvimento do GNOME estava diminuindo o ritmo, que o projeto não tinha visão e que o GNOME corria o risco de perder a relevância para os usuários. Em seguida, o GNOME emergiu da GUADEC com uma nova diretora-executiva, planos para a versão 3.0 e cheio de gás. Mas de lá para cá a empolgação diminuiu um pouco, e parece que o trabalho de desenvolvimento do comunicado à imprensa sobre a versão 3.0 parou. Agora o GNOME tem que tomar algumas decisões difíceis, e não se sabe ao certo que rumo o projeto vai tomar. |
 | Primeiras impressões do Parsix GNU/Linux 1.5r1
O Parsix GNU/Linux é uma distribuição baseada no Debian e que lembra bastante o Ubuntu. Ele traz um ambiente GNOME muito bonito e com diversos aplicativos úteis, além de usar o APT e o Synaptic para o gerenciamento de pacotes. O Parsix GNU/Linux 1.5r1 foi lançado em 30 de julho e achei que seria uma boa idéia testá-lo. |
 | Entendendo o Via Nano
Nos últimos tempos, temos assistido a uma polarização dentro da plataforma PC. De um lado temos os PCs e notebooks de alto desempenho e do outro temos os mini-notes e os desktops ultra-compactos, que adotaram um caminho evolutivo diferente, onde a prioridade deixou de ser o desempenho e passou a ser o tamanho reduzido e o baixo custo. Percebendo o crescimento do mercado, a Intel lançou o Atom, apresentando uma arquitetura radicalmente diferente da usada nos processadores da plataforma Core. A VIA, que vinha trabalhando em um sucessor para o C7 também se apressou em apresentar seu concorrente: o Nano. |
 | NimbleX 2008, uma mini-análise
Faz nove meses que analisei o NimbleX 2007 e concluí que se tratava de uma distribuição compacta e agradável, com muitos recursos únicos. O primeiro deles é o fato de ter sido desenvolvido para rodar do CD, do pendrive e até da rede, e não de um disco rígido, numa combinação que a maioria das distribuições não oferece. Aliás, até onde eu sei, nenhuma outra distro faz isso. O NimbleX 2007 também era muito rápido e cheio de boas ferramentas. Ele estabeleceu um precedente e tanto. E o que há de tão especial na versão 2008 em relação à sua antecessora? |
 | Entendendo o Intel Nehalem
O Nehalem representa a próxima arquitetura Intel, ainda produzida usando a técnica de 45 nanômetros, mas com diversas mudanças arquiteturais em relação ao Penryn. As mudanças são tantas que podemos dizer que o Nehalem está para o Penryn assim como o Core 2 Duo está para o Pentium D; ou seja, trata-se realmente de uma nova arquitetura e não apenas de um Penryn com algumas melhorias. |
 | O MP3player mais barato do mundo
Não é segredo para ninguém que a explosão no consumo de eletrônicos que assistimos nos últimos anos causou um enorme aumento na produção e uma brutal queda nos preços. Graças à mão de obra barata disponível na China e em outros países da Ásia, inúmeras pequenas empresas surgiram, fabricando todo tipo de produtos. Mesmo neste mercado tão saturado, às vezes aparecem novidades curiosas, como um este MP3 player sem pedigree que é vendido por pouco mais de 5 dólares no atacado, que acabou sendo vítima de uma dissecação completa. |
 | KDE: fork à vista?
A inclusão do KDE 4.0 em várias distros grandes (como Fedora 9 e openSUSE 11) levou o recém-nascido KDE 4 a um público sem precedentes, e boa parte dessa gente notou que há um membro ou outro faltando no neném. O KDE 4.1 deve resolver esse problema, mas algumas pessoas estão céticas. Em meio a esse debate, muitos usuários do Linux se perguntam o que vai acontecer com seu desktop favorito. A turma do KDE 3.5 tem uma escolha difícil pela frente: ficar com o KDE 3.5 na esperança de que haja um fork ou partir para o KDE 4 e acreditar que a equipe do KDE sabe o que é melhor para o projeto a longo prazo? Não seria melhor pular para outro barco? Se você ainda não sabe bem para onde ir, considere as alternativas.
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 | Ferramentas livres do GNU/Linux mantêm sua segurança na Web
A liberdade é importante, seja online ou offline. Mas ela é como a saúde: você nunca pensa nela até perdê-la. Se você ama a liberdade, é provável que também ame o software livre, e graças a ele temos algumas ferramentas extraordinárias para defender nossa liberdade. Neste artigo, farei um apanhado de alguns recursos disponíveis (Freenet, Wikileaks e Tor) para proteger opiniões dissidentes, facilitar a vida dos dedos-duros de plantão e promover o desenvolvimento seguro e anônimo do software livre. |
 | Uma olhada nos eventos Linux do primeiro semestre de 2008
Agora que chegamos à segunda metade de 2008, vamos dar uma olhada nos eventos mais interessantes dos primeiros seis meses do ano. O assunto Linux mais importante do ano foi, provavelmente, o sucesso do Linux nos subnotebooks. O segundo evento mais empolgante do ano, embora não tenha correspondido às expectativas, foi a chegada do KDE 4.0, a nova geração do popular ambiente desktop de código aberto. Já no front das distribuições, tivemos o prazer de receber novas versões de todas as grandes distribuições Linux. E o que podemos esperar dos próximos meses? |
 | Mouse óptico bluetooth PCMCIA
Nove entre cada dez usuários de notebooks que utilizam os portáteis para mais do que algumas tarefas rápidas acabam carregando também um mouse externo, acabando por usar o touchpad apenas para tarefas rápidas ou para quando é preciso usar o notebook no colo. Que tal então um mouse óptico bluetooth que pode ser guardado no slot PCMCIA do notebook? |
 | Por que o GNU/Linux é melhor que o OS X em servidores web
É comum ver o OS X da Apple, que é um sistema Unix certificado oficialmente já há algum tempo, operando como servidor web na internet e em intranets, servindo conteúdo dinâmico. Já trabalhei com configurações dessas por alguns anos, e trabalho com alternativas GNU/Linux há mais tempo ainda. Há pelo menos três razões para que os sistemas GNU/Linux sejam melhores nessa área. |
 | Recursos avançados, mas desnecessários
É interessante notar que muito dos usuários, ávidos por novidades, gostam de manter em dia os seus sistemas desktops. No entanto, manter-se atualizado irá representar altos ganhos em termos de performance, desempenho e conforto, ou apenas nos gastos? Este é um artigo crítico, que avalia a questão do ponto de vista do custo-benefício. |
 | Os limites físicos da computação
A lei de Moore - todos nós a conhecemos (ou ao menos pensamos que sim). Para ser bem exato, a lei de Moore prevê que o número de componentes por circuito integrado (a um custo mínimo por componente) dobra a cada 24 meses (a previsão original, de 1965, era de 12 meses, mas a lei foi revisada). Pondo de maneira mais prática, a lei de Moore costuma ser usada para descrever o contínuo e exponencial crescimento da tecnologia da computação em diferentes áreas - capacidade de discos, velocidade do clock e memória RAM, por exemplo. Sempre que nos aproximamos do limite de uma tecnologia de produção, surge o mesmo debate: será o fim da lei de Moore? Até agora, a resposta tem sido não. |
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Atualizações
[19/03] Montando um DVD de vídeo na unha, via terminal (atualizado)
[18/03] Core i7: Gulftown e a era dos 6 núcleos
[17/03] Artigo: Primeiras impressões do Haiku (alfa)
[16/03] Criando um sistema de recuperação usando o SystemRescueCD
[15/03] Processadores AMD, parte 2: Phenom II e o Athlon II
[14/03] AMD 890GX
[13/03] Dica: kMyFirewall, um firewall gráfico para o KDE
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[12/03] Processadores AMD, parte 1: o Phenom
[11/03] Artigo: Uma olhada no PC-BSD 8.0
[10/03] Artigo: Investigando os modelos do Eee PC
[09/03] Artigo: nVidia Optimus
[05/03] Artigo: Comparativo de desktops: Zenwalk, Salix OS e GoblinX
[03/03] Artigo: Meego: a fusão entre Maemo e Moblin
[02/03] Artigo: Uma breve análise do Linux Mint 8 'Helena'
[01/03] Processadores: Chipsets e placas para o Core 2 Duo, Quad e Celeron
[26/02] Tutorial: Criando um loop de vídeo com o Kino e o Audacity
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Destaques
» Hardware o Guia Definitivo, disponível para leitura online
» Como um HD funciona: Head Switch Time
» Redes: TCP/IP, endereçamento e portas
» O básico para o Debian Lenny no desktop
» Configurando um servidor de rede local com o Ubuntu, fácil
» Uma breve análise do Linux Mint 8 'Helena'
» Programação Orientada a Objetos: uma introdução
» Smartphones: TCPMP e CorePlayer
» PCI Express: compatibilidade, linhas de dados e o PCIe 2.0
» Dual-SIM: Usando dois chips no mesmo aparelho
» Smartphones e telas: Tamanho e touchscreen
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