Artigos do Guia do Hardware
 | Do Fedora 9 ao openSUSE 11.0
Vocês que acompanham religiosamente o DistroWatch Weekly devem se lembrar que eu costumo mudar de distribuição a cada seis meses. Isso é, em grande parte, resultado da minha vontade de acompanhar as novas tendências em cada distribuição, para que eu seja o mais objetivo possível ao comparar e avaliar produtos diferentes. Depois de seis meses de Fedora 8 e 9, chegou a hora de escolher uma nova distro para a minha estação de trabalho principal. O resultado? Esta edição do DistroWatch Weekly é a primeira de muitas a serem criadas no openSUSE 11.0. |
 | PC/OS - O BeOS do mundo Linux
O PC/OS é uma novidade no mundo das distribuições Linux. Baseado no Ubuntu, ele usa o Xfce como desktop padrão e oferece diversas melhorias para facilitar a vida dos usuários, como suporte integrado a codecs multimídia populares. Ele também inclui um grupo de ferramentas para desenvolvimento. Embora o PC/OS ainda não tenha sido adicionado ao banco de dados do Distrowatch, publicamos esta análise de um leitor para o benefício de nossos visitantes que gostam de avaliar distribuições emergentes (e numa feliz coincidência, acabamos de saber que a versão final do PC/OS 8.04, que agora se chama PC/OS 2008, foi lançada quando estávamos prestes a publicar esta edição e pode ser baixada gratuitamente no site do projeto). |
 | Computação ubíqua
O termo Computação Ubíqua, foi definido pela primeira vez pelo cientista chefe do Centro de Pesquisa Xerox PARC, Mark Weiser, através de seu artigo "O Computador do Século 21" (The Computer for the 21st Century ). Weiser publicou este artigo no final dos anos 80, e já nesta época previa um aumento nas funcionalidades e na disponibilidade de serviços de computação para os usuários finais, entretanto a visibilidade destes serviços seria a menor possível. Para ele, a computação não seria exclusividade de um computador, uma simples caixa mesmo que de dimensões reduzidas e, sim, diversos dispositivos conectados entre si. |
 | Um monte de ultraportáteis com Linux na Computex 2008
Do ponto de vista de um usuário Linux, a Computex está longe de ser um evento muito empolgante. A segunda maior feira de computadores do mundo tem como principais objetivos servir de vitrine para as últimas inovações dos fabricantes de hardware de Taiwan e o fechamento de negócios lucrativos com um número crescente de compradores ocidentais. Mas o enorme sucesso do outrora-exclusivamente-Linux Eee PC, da ASUS, significava que até os entusiastas do Linux iam encontrar algo de interessante para ver no evento deste ano. O primeiro minilaptop gerou um sem-número de clones, e há poucos fabricantes (grandes ou pequenos) de notebooks nesta parte do mundo que já não tenham pensado em desenvolver seu próprio ultraportátil. Por esse motivo, a Computex deste ano ofereceu muito mais aos usuários Linux do que qualquer edição anterior. |
 | A guerra dos ultraportáteis
O rápido crescimento do ramo de mini-notebooks fez com que as alternativas se multiplicassem, resultando em uma verdadeira guerra envolvendo todos os principais fabricantes. Dentro do ramo, o Eee 701 pode ser considerado um produto de primeira geração, que apesar de ter feito um relativo sucesso, será logo substituído por uma segunda geração de aparelhos, baseados no Intel Atom ou no Via C7-M. Ainda é impossível dizer qual deles fará mais sucesso, pois isso não depende apenas das especificações, ou dos recursos, mas também do volume de produção e da disponibilidade dos produtos, principalmente aqui no Brasil. Vamos a eles. |
 | Conhecendo o novo Ext4
Embora não esteja totalmente implementada, a nova versão do ext4 já é uma realidade. Ele está muito estável e rápido mesmo se tratando de um beta e as novas versões do Kernel já dão suporte total à ele. Sua implementação é totalmente possível e suportada, mas ainda não arrisque-se a colocá-lo em ambiente de alta produção. Inspirado no artigo de Rod Smith da IBM. |
 | Uma olhada no OpenSolaris 2008.05
O OpenSolaris é baseado no Solaris, sistema operacional da Sun Microsystems. O código do Solaris foi lançado sob uma licença open source em junho de 2005, e de lá para cá já deu origem a pelo menos cinco distribuições (ao contrário dos desenvolvedores do BSD, a equipe do OpenSolaris não se importa que chamem esses sistemas operacionais derivados de "distribuições"). Em março de 2007, a Sun Microsystems contratou Ian Murdock, e foi o fundador do Debian GNU/Linux quem lançou o "Projeto Indiana", uma distribuição voltada para desktops baseada no código fonte do OpenSolaris incluindo um instalador gráfico e gerenciamento de pacotes. Depois o Indiana foi renomeado OpenSolaris, e se tornou a distribuição que a Sun Microsystems gostaria que nós instalássemos e usássemos em nossos desktops. Eu testei o CD do OpenSolaris 2008.05 em dois computadores, vejamos neste artigo os resultados e as impressões deste sistema. |
 | Instalando o Enlightenment E17 no (K/X)Ubuntu
Este é um artigo pra quem deseja instalar de maneira fácil o Enlightenment DR17 no Ubuntu, ambiente gráfico inovador e cheio de atrações. Aqui, vamos te ensinar a adicionar os repositórios corretos e que são atualizados com frequência, além de outras dicas sobre esse desktop que já conquistou milhares de usuários pela sua simplicidade e seu conceito totalmente diferente. Atualizado para o Ubuntu Hardy Heron (8.04). |
 | Há mais de 10 anos...
Há mais de 10 anos, adquiri o meu primeiro PC desktop. Isto aconteceu foi por volta de junho/1996. No ano seguinte, fiz o upgrade para uma máquina mais parruda, pois na época havia adquirido um modesto 486 DX4-100 Mhz apenas para ter a experiência do que é usar um computador. Durante este período, fui comprando os demais componentes do sistema até formar um PC completo, e confesso que foi uma aquisição "de risco", pois eu havia sido recentemente empregado e com previsão de 10 meses de serviço. Confira neste artigo a continuação desta curiosa história. |
 | Tecnologia versus ideologia, e o ódio ao Ubuntu
Neste artigo, serão discutidos dois pontos interessantes: o fato de alguns dos tópicos recentes do fórum do DistroWatch Weekly incluírem a violação da GPL por alguns distribuidores e o boicote à Novell e a seus produtos por causa do papel da empresa na legitimação da infame acusação sobre patentes da Microsoft no Linux. Já o segundo tópico explicará a seguinte reflexão: se você for se basear nos fóruns e blogs, o Ubuntu deve ser a distribuição Linux mais odiada do planeta, mas porquê? |
 | A origem do Samba
Existem diversas formas de disponibilizar arquivos através da rede. Entretanto, quando falamos em redes locais, o protocolo mais usado é o CIFS (Common Internet File System), que é o protocolo usado para compartilhar arquivos e impressoras em redes Microsoft. O Samba é justamente uma implementação das mesmas funções para sistemas Unix, incluindo não apenas o Linux, mas também o BSD, Solaris, OS X e outros primos. Ele começou como uma implementação do protocolo SMB e foi então sucessivamente expandido e atualizado, de forma a incorporar suporte ao CIFS e a se manter atualizado em relação aos recursos oferecidos pelas versões mais recentes do Windows. |
 | Certificados digitais
Uma grande mudança está em curso no mundo da internet: a consolidação dos Certificados Digitais. Quando duas pessoas se encontram para realizar uma transação, o primeiro passo que adotam é conhecer a identidade do interlocutor, ou seja, uma pessoa quer saber com quem está transacionando. Uma das maiores diferenças entre transações on-line e transações presenciais é que, enquanto nessas últimas as partes se encontram e podem trocar documentos de identificação, as transações on-line geralmente ocorrem sem que as partes jamais se encontrem. Daí surge o problema: como uma parte saberá de fato a identidade da outra? A tecnologia dos certificados digitais fundamenta-se em dois pilares: criptografia assimétrica forte e credibilidade de autoridade certificadora. |
 | Atualizando para o (K/X)Ubuntu Hardy na unha
Aprenda como atualizar a sua distribuição (K/X)Ubuntu de maneira correta, sem aquele famoso receio que nada mais vai abrir, e também sem ter que formatar sua partição e instalar tudo do zero. Economize tempo e paciência, atualizando seu sistema e mantendo todos os seus programas e personalizações. Essa é uma atualização de outro artigo, publicado em outubro de 2007 para o Gutsy. |
 | Plug-ins interessantes para Wordpress
O Wordpress, sistema de gerenciamento de conteúdo voltado a blogs em PHP + MySQL, é bastante expansível com diversos plug-ins. Os plug-ins são trechos de código que adicionam funcionalidades no sistema, trazendo novos recursos e praticidades não presentes numa instalação “pura” do Wordpress. Recentemente publiquei aqui no GdH um tutorial de instalação do Wordpress, agora vou apresentar alguns plug-ins interessantes. Existem muitos, não daria para comentar de todos num único artigo – até porque os plug-ins são criados pela comunidade. A instalação dos plug-ins é bastante fácil, confira :-) |
 | Entendendo o Google Android
A menos que você tenha passado os últimos meses escondido dentro de um iglu na Antártida, você já deve ter ouvido falar no Android, o sistema operacional para celulares que está sendo desenvolvido pelo Google. Ele é a resposta do Google para a falta de padronização e a falta de aplicativos para smartphones que enfrentamos atualmente, oferecendo um conjunto de possibilidades interessantes. Você pode experimentar muitas delas hoje mesmo, no seu aparelho atual. Veja como. |
 | Repositórios no Mandriva Free 2007.0/1 e 2008.0/1
Reunindo um conteúdo baseado na comunidade brasileira do Mandriva, vamos recapitular e aprender sobre o gerenciamento de repositórios nesta famosíssima distribuição, podendo então atualizar o sistema e instalar novos aplicativos, sem complicação, sem comandos, e sem erros. Atualizado com repositórios da versão 2008.1. |
 | Uma avaliação do Gnome 2.22
Neste artigo vamos examinar algumas das novidades presentes no GNOME 2.22, e lançar uma luz sobre o impacto que essas mudanças e melhorias terão sobre a experiência do usuário. Também vamos falar sobre algumas das novidades estruturais e demonstrar como elas podem ser aproveitadas pelos desenvolvedores de software. |
 | Segurança do Windows: análise sobre as APIs, parte 2
Neste artigo, pretendo mostrar na prática e passo a passo como interceptar uma chamada de API e alterar o comportamento de um aplicativo. No caso, vamos apenas habilitar um botão em um pequeno aplicativo que eu mesmo programei para este fim, da forma mais simples possível. A princípio, pode ser um pouco complicado, já que vamos trabalhar com ferramentas de “baixo nível” como debbugers e programação em assembly. |
 | Entrevista com Chris Hildebrandt, do projeto Sidux
O projeto Sidux já desponta como uma das distribuições de maior destaque do ano. Com uma abordagem metódica, que visa transformar o Debian unstable em um desktop mais estável, ágil e agradável, muitos usuários estão descobrindo os prazeres de usarem as últimas novidades de uma grande distribuição, sem correr os riscos habituais de se usar um sistema que muda tão depressa. O DistroWatch conversou por email com Chris Hildebrandt, um dos fundadores do projeto, para descobrir os segredos do Sidux. |
 | Segurança do Windows: análise sobre as APIs, parte 1
Você já se perguntou alguma vez sobre o porquê do Windows ser suscetível a falhas e execução de códigos mal intencionados? Neste artigo eu vou tentar explicar melhor como funciona a relação de um aplicativo com o sistema operacional e porque esse método de interação permite que códigos perigosos sejam executados. Teoricamente as APIs deveriam proteger o sistema, já que qualquer acesso ao processador e à memória dependem da mesma. Infelizmente ela não é perfeita, pois quando um aplicativo incorpora uma API no código, eles estabelecem uma relação de confiança, subentendendo que não haverá interceptação nos valores enviados e recebidos pela API/programa. |
 | qbitTorrent, um cliente alternativo para Torrents
Cada vez mais o uso dos famosos torrents é comum e procurado, e os clientes de download e gerenciamento destes devem evoluir na mesma medida. Pensando nisso, foi criado o qbitTorrent, um aplicativo para Linux escrito em Qt 4, visando a leveza, facilidade e beleza. Vamos aqui ver mais sobre este novo projeto, como usar e instalar. Atualizado para a versão 1.0.0. |
 | Dicas pós-instalação do Ubuntu
A missão do Ubuntu, além de ser um sistema para todos, também é de ser um sistema de fácil utilização por parte do usuário, e cumpre praticamente todo este seu objetivo, mas por ser uma distribuição internacional, esbarra em alguns aspectos legais que a impedem de funcionar com toda sua potencialidade. Resolvi então dar uma resumo de algumas dicas e facilidades para que o usuário aproveite ao máximo sua distribuição Ubuntu - algumas dicas mais úteis e outras menos úteis, dependendo do uso. |
 | Intel Atom: o mini-Centrino
Depois da plataforma Centrino, temos agora um novo selo, o Intel Atom, uma plataforma destinada a ser usada em MIDs, tablets e em equipamentos ultra-portáteis em geral. O principal componente da plataforma Atom é o Silverthorne, um processador x86 de ultra-baixo consumo, que nas versões mais lentas oferece um consumo abaixo da marca de 1 watt. Ele pode causar uma pequena revolução dentro do mercado de comunicadores e smartphones, além de viabilizar uma nova safra de mini-notebooks e MIDs. |
 | MojoPac
O MojoPac é um meio termo entre rodar programas nativamente no Windows, ou usar uma máquina virtual completa usando o VMware. Ele permite criar uma versão "fantasma" do sistema, instalada em um pendrive, que permite rodar aplicativos sem fazer alterações nos arquivos instalados no HD. Ele é leve, pois usa os arquivos do sistema nativo, mas oferece uma boa camada de isolamento. |
 | Criando HDs virtuais na memória RAM
Você deve saber que a velocidade de escrita / leitura na memória RAM é muito maior do que em dispositivos mecânicos, como o HD, ou mesmo memória flash (como a utilizada nos pen drives e discos de estado sólido - SSD). Se seu computador tem muita memória RAM, não seria interessante usar parte dessa memória como se fosse um disco, uma partição, para realizar algumas tarefas especiais? |
 | Dicas para tirar melhores fotografias digitais
Hoje em dia quase não se ouve falar em máquinas fotográficas analógicas, aquelas “de filme”. As máquinas digitais se expandiram, se tornaram populares, trazendo muitas vantagens. Para tirar boas fotos digitais é preciso entender alguns conceitos utilizados pelas câmeras, saber manuseá-las, e é claro, entendendo o que se está mandando fazer – sempre em busca de melhores imagens. |
 | Servidor de arquivos para a rede local, fácil
Como vimos no tutorial sobre configuração de redes Windows, compartilhar arquivos no Windows XP é bastante simples. Vamos ver agora como fazer o mesmo usando um pequeno servidor Linux, rodando o Samba. O objetivo do servidor é compartilhar arquivos e impressoras com a rede local de uma forma simples, funcionando como uma espécie de NAS. Ao contrário dos tutoriais anteriores, onde entro em detalhes sobre a configuração, este artigo é uma receitá "rápida e prática", que ensina a configurar o servidor da forma mais rápida e simples possível. |
 | Aumentando o alcance da rede wireless com repetidores
Além de utilizar antenas de maior ganho, ou utilizar vários pontos de acesso configurados com o mesmo SSID e ligados entre si através de uma rede cabeada, é possível também aumentar o alcance da rede wireless é utilizar repetidores. Eles são aparelhos autônomos que atuam como intermediários entre o ponto de acesso principal e os clientes, retransmitindo o sinal. A idéia é que eles sejam usados para melhorar a cobertura em pontos cegos da rede, reforçando o sinal que chega até os clientes, ou que sejam usados para superar obstáculos. |
 | Medindo o sinal da rede wireless
Depois de estudar o melhor local para instalar o ponto de acesso da rede, calcular o ganho da antena, planejar a área de cobertura e testar o link, nada melhor do que verificar a potência do sinal da prática, de forma a ter uma idéia mais exata da recepção no cliente, verificar a área de cobertura e encontrar pontos cegos na área de cobertura da rede wireless. Veja detalhes dos softwares a utilizar nesse artigo. |
 | Otimizando seu site para os buscadores
SEO (Search Engine Optimization) são técnicas de otimização de sites para buscadores. A maioria dos acessos, da maioria dos sites de conteúdo aberto, vêm de ferramentas de pesquisa. várias técnicas e dicas podem ser usadas para aprimorar os resultados. Muita gente nem pára para pensar nisso, mas pode fazer diferença. Aplicar técnicas de otimização tende a render mais acessos para seu site a médio-longo prazo. Dependendo da quantidade de conteúdo e referências, a diferença pode ser sentida em poucas semanas depois de umas boas otimizações. |
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Atualizações
[19/03] Montando um DVD de vídeo na unha, via terminal (atualizado)
[18/03] Core i7: Gulftown e a era dos 6 núcleos
[17/03] Artigo: Primeiras impressões do Haiku (alfa)
[16/03] Criando um sistema de recuperação usando o SystemRescueCD
[15/03] Processadores AMD, parte 2: Phenom II e o Athlon II
[14/03] AMD 890GX
[13/03] Dica: kMyFirewall, um firewall gráfico para o KDE
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[12/03] Processadores AMD, parte 1: o Phenom
[11/03] Artigo: Uma olhada no PC-BSD 8.0
[10/03] Artigo: Investigando os modelos do Eee PC
[09/03] Artigo: nVidia Optimus
[05/03] Artigo: Comparativo de desktops: Zenwalk, Salix OS e GoblinX
[03/03] Artigo: Meego: a fusão entre Maemo e Moblin
[02/03] Artigo: Uma breve análise do Linux Mint 8 'Helena'
[01/03] Processadores: Chipsets e placas para o Core 2 Duo, Quad e Celeron
[26/02] Tutorial: Criando um loop de vídeo com o Kino e o Audacity
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Destaques
» Hardware o Guia Definitivo, disponível para leitura online
» Como um HD funciona: Head Switch Time
» Redes: TCP/IP, endereçamento e portas
» O básico para o Debian Lenny no desktop
» Configurando um servidor de rede local com o Ubuntu, fácil
» Uma breve análise do Linux Mint 8 'Helena'
» Programação Orientada a Objetos: uma introdução
» Smartphones: TCPMP e CorePlayer
» PCI Express: compatibilidade, linhas de dados e o PCIe 2.0
» Dual-SIM: Usando dois chips no mesmo aparelho
» Smartphones e telas: Tamanho e touchscreen
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