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Pelos testes que ando vendo por aí, numa comparação entre processadores da mesma freqüência, o Athlon ganha do Pentium III Klamath (as versões antigas de até 600 MHz) com uma diferença de até 10%, tanto em jogos, quanto em aplicativos. Porém, no caso o Pentium III com core Coppermine, que inclui o Pentium III 500E, 550E, 600E e todas as versões mais rápidas, a coisa se inverte, por dois fatores: Porém, combinando todos estes fatores, temos um Pentium III de 800 MHz batendo um Athlon de 800 MHz por uma diferença de 5 até 7%, nas principais aplicações. Só que além do quesito desempenho, existem outros fatores a se considerar: custo, placas mãe disponíveis, etc. Se fosse comprar um processador hoje, entre os dois ainda ficaria com o Athlon, mas é uma escolha pessoal, pois colocando tudo na balança os dois praticamente empatam. Apesar da briga entre os dois processadores estar equilibrada, a AMD está enfrentando alguns problemas com o Athlon, encontrando dificuldade em obter suporte por parte dos fabricantes de placas mãe, e principalmente em obter módulos de memória cache mais rápidos. Com o Athlon usando cache 2 externo vai ser difícil bater o Pentium III Coppermine em desempenho. O Pentium III Klamath não passa de um Pentium II refugado, mas o Coppermine é realmente uma arquitetura nova. A meu ver, o principal atrativo das versões mais rápidas do Athlon atualmente vem sendo o preço, não tanto o desempenho. Porém, se for olhar pelo preço então também temos o Celeron, K6-3, K6-2 & Cia. Que apesar de ultrapassados ainda apresentam um desempenho muito bom, mais do que os aplicativos atuais demandam. Atualização: As informações deste texto aplicam-se apenas às versões antigas do Athlon, onde o cache L2 operava à 1/2, 2/5 ou 1/3 da frequência do processador. Nos Athlons atuais, os Thunderbirds, o cache também opera na mesma frequência do processador, novamente invertendo as posições. » Gostou do texto? Veja nossos livros impressos
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