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O problema é que todos os processadores atuais tem uma limitação em comum, são compostos por transístores. A solução para produzir chips cada vez mais rápidos tem sido diminuir cada vez mais o tamanho dos transístores que os compõe. Os primeiros transístores, que surgiram na década de 60, eram mais ou menos do tamanho da cabeça de um fósforo, enquanto os atuais medem apenas 0.18 mícron (1 mícron = 0.001 milímetro). Porém, estamos nos aproximando dos limites físicos da matéria, existe um consenso entre os especialistas da área que dificilmente se conseguirá superar a barreira dos 0.13 mícron, ou seja, dentro de 4 ou 5 anos os processadores atuais terão atingido o limite de sua evolução. Para continuarem avançando, será preciso abandonar o uso de transístores e partir para alguma estrutura mais eficiente. O campo mais promissor atualmente é o dos processadores Quânticos. Ao invés de usar transístores, estes processadores utilizam átomos para processar informações. Os elétrons que circundam o núcleo atômico podem girar tanto no sentido horário quanto no sentido anti-horário, senvindo muito bem como substituto de um transístor. Mais do que isso, usando técnicas mais avançadas pode ser que um mesmo átomo possa processar vários bits simultaneamente. Considerando o tamanho de um átomo, e as possibilidades da nova tecnologia, temos possibilidades de evolução praticamente ilimitadas. A IBM anunciou seu primeiro chip Quântico este ano, na 12º Conferência anual na universidade de Palo Alto. Ainda é um projeto bastante rudimentar, possui apenas 5 qubits, trabalha a apenas 215 Hz, e necessita de um aparato gigantesco de equipamentos para funcionar, mas já mostra que é realmente possível produzir processadores Quânticos. » Gostou do texto? Veja nossos livros impressos
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