15-06-2003 por Gabrielvinicios
O Que É Sata ?
Sempre ouvi dizer isso ao lado de Raid, mas o que é isso ?
Valeu.
15-06-2003 por Claudio Hideki
http://www.serialata.org/
http://www.tomshardware.com/storage/20020812/
15-06-2003 por Gabrielvinicios
Pô cara, em inglês. Já usei dois tradutores mas não consegui entender nada.
15-06-2003 por T-rex
www.guiadohardware.net
:. Serial ATA
Este novo padrão têm tudo para substituir as interfaces IDE atuais como meio de conexão de HDs de CD-ROMs. O Serial ATA é um barramento serial que utiliza cabos de 4 vias, com conectores minúsculos, ao contrário dos cabos de 80 vias utilizados pelas interfaces ATA 66 ou ATA 100 atuais. A primeira geração de interfaces serial ATA é capaz de transmitir dados a 150 MB/s, mas em breve devem surgir padrões ainda mais rápidos. Este padrão vêm sendo impulsionado graças à ajuda da Intel, que vêm mobilizando os fabricantes a abandonar o uso de interfaces de legado, que incluem não apenas as antigas interfaces IDE, mas também os drives de disquetes, portas seriais e paralelas, etc. Os substitutos são as interfaces Serial ATA, portas USB 2.0 (para a conexão de gravadores de CD e outros periféricos externos rápidos), USB (para a conexão de periféricos lentos), Bluetooth (conexão sem fio com teclados, mouses, e outros periféricos externos), IEEE 802.11b (rede sem fio), etc.
As primeiras placas mãe com interfaces Serial ATA devem começar a ser vendidas na segunda metade de 2002. Pelo menos de início as placas virão com adaptadores para permitir o uso de HDs e CD-ROMs IDE.
15-06-2003 por Claudio Hideki
Serial ATA
De Gabriel Torres:
"Serial ATA ou simplesmente SATA é um novo padrão de discos rígidos que deverá estar finalmente chegando ao mercado no final deste ano ou em 2003. Apesar de o padrão ter sido criado em 2000, os fabricantes de discos rígidos e de placas-mãe demoram um tempo até começarem a apresentar seus produtos e mais tempo é necessário até que os produtos cheguem efetivamente ao mercado. Na Computex 2002 vimos que os principais fabricantes de placas-mãe estarão lançando placas com porta Serial ATA ainda neste ano, então será apenas uma questão de tempo para termos discos e placas SATA no mercado.
A porta IDE tradicional transfere dados de forma paralela. A vantagem da transmissão paralela é que ela é mais rápida do que a transmissão serial, pois transmite vários bits por vez. Sua grande desvantagem, porém, é em relação ao ruído. Como terão de existir muitos fios (pelo menos um para cada bit a ser transmitido por vez), um fio gera interferência no outro. É por esse motivo que os discos rígidos ATA-66 e superiores precisam de um cabo especial, de 80 vias. A diferença entre esse cabo de 80 vias e o cabo IDE comum de 40 vias é que ele possui um fio de terra entre cada fio original, funcionando como uma blindagem contra interferências. Atualmente a taxa de transferência máxima que temos no padrão IDE é de 133 MB/s (ATA-133).
No caso do Serial ATA, ele usa um cabo com apenas quatro fios. Com isso, o problema de interferência simplesmente não existe (desde que o cabo seja blindado por fora - todos os cabos Serial ATA são obviamente blindados). Outra vantagem é que o cabo é fino e não atrapalha em nada na ventilação interna do gabinete. Nesses tempos de processadores de alta freqüência de operação gerando muito calor, essa é uma preocupação importante.
A primeira versão do Serial ATA terá uma taxa de transferência de 150 MB/s. Especula-se que a segunda versão terá o dobro dessa taxa de transferência, ou seja, 300 MB/s. Mas isso não é certo, já que a tecnologia ainda não existe no mercado.
Ao contrário do que ocorre na porta IDE tradicional, na porta Serial ATA só podemos instalar um dispositivo Serial ATA. É possível instalar dispositivos IDE convencionais em portas Serial ATA através de placas adaptadoras. Existem também placas adaptadoras para converter portas IDE comuns em portas Serial ATA, para que você consiga instalar discos Serial ATA em placas-mãe que não tenham esse tipo de porta. "
Da Intel
"Fórum de Desenvolvedores, San Jose, Califórnia, 11 de setembro de 2002 - A Serial ATA, a interconexão de armazenamento da próxima geração, está ganhando força dentro da indústria da computação. A Serial ATA será utilizada para conectar dispositivos de armazenamento internos, como discos rígidos, DVDs e leitores/gravadores de CD à placa-mãe de desktops e computadores portáteis, servidores econômicos e armazenamento em redes.
À medida que os produtos baseados na Serial ATA estão sendo lançados, vão sendo atingidos marcos significativos, incluindo o de hoje no Fórum de Desenvolvedores Intel® (IDF), Outono 2002. Realizações novas e recentes convergem para o desenvolvimento e a adoção da Serial ATA e a especificação para melhoria do armazenamento concentrado em servidores e em redes conhecida como Serial ATA II.
O Grupo de Trabalho Serial ATA anunciou hoje a candidata para a primeira fase da especificação da Serial ATA II. A especificação, programada para estar disponível ao público no quarto trimestre deste ano, será um aperfeiçoamento da especificação Serial ATA atual para os segmentos de mercado de armazenamento em rede e servidores. As expectativas são de que esses recursos criem os fundamentos da Serial ATA 1.0 nesses segmentos.
Muitos dos anúncios e produtos de demonstração no fórum constituem-se no acompanhamento público do primeiro "plugfest" da Serial ATA 1.0 que ocorreu no mês passado no Colorado. Patrocinado pela Intel Corporation, Seagate e Silicon Image, o plugfest da Serial ATA atraiu cerca de 50 empresas e 140 pessoas, incluindo fabricantes de cabos, conectores, produtos de silício, placas de encaixe, placas-mãe, disk drives e gabinetes. Foram efetuados mais de 900 testes com taxa de sucesso superior a 95 por cento.
O aumento da força do evento fica evidente pelos quase 20 anúncios de Serial ATA feitos esta semana no fórum pelas empresas do Grupo de Trabalho da Serial ATA. (Veja abaixo). A vitrine de tecnologia do evento dentro do San Jose Convention Center está servindo para diversas demonstrações iniciais da Serial ATA, como um drive ótico de DVD e recursos aperfeiçoados para armazenamento em servidores e em rede (fila de comando e fail-over).
"A indústria está trabalhando duro e em harmonia para o lançamento de produtos Serial ATA", disse Jason Ziller, presidente do Grupo de Trabalho Serial ATA e gerente de iniciativas de tecnologia da Intel. "Dezenas de empresas anunciaram produtos e planos de produtos nos últimos meses e estamos esperando ainda mais lançamentos até o final do ano. As expectativas são de que haja um aumento de lançamentos em 2003. Coincidentemente, no mesmo ano em que a Intel está planejando lançar seu primeiro chipset com Serial ATA integrada".
O número de associados do Grupo de Trabalho da Serial ATA já ultrapassa 100 empresas, incluindo a APT, Dell, Intel, Maxtor e Seagate.
O aperfeiçoamento da especificação Serial ATA e da Serial ATA II está sendo completado em duas fases. A fase 1 foi a definição dos recursos de armazenamento em rede e servidor. Esses incluem novos recursos de desempenho para atender a cargas de trabalho do servidor e acréscimos na infra-estrutura, para melhorar a integração da Serial ATA a dispositivos de armazenamento. Esses acréscimos incluem serviços de gerenciamento do equipamento dentro do gabinete e suporte para as interconexões no painel traseiro. O aumento da adoção dos produtos da fase 1 é esperada para meados de 2003. Para permitir a rápida adoção dos produtos, os produtos Serial ATA 1.0 são 100 por cento compatíveis com o protocolo paralelo ATA atual e mantém a compatibilidade de software com os atuais sistemas operacionais.
A especificação para a segunda fase da Serial ATA II, concentrando-se nas velocidades de sinalização da próxima geração, está programada para publicação no segundo semestre de 2003. Espera-se o início da implantação dos produtos da fase 2 no segundo semestre de 2004.
Sobre a Serial ATA
Serial ATA é uma substituição evolucionária da interface de armazenamento paralela ATA em computadores desktop e também em servidores mais econômicos e em segmentos do mercado de armazenamento em rede. A especificação permite a utilização de cabos mais finos e mais flexíveis e menos pinos. Isso permitirá que os fabricantes de computadores projetem sistemas mais fáceis de cabear, melhorando os projetos térmicos e facilitando a instalação de sistemas com configurações menores. Isso torna mais fácil a utilização de placas-mãe menores e com cabeamento mais flexível, bem como a utilização de conectores menores do que é possível agora com a atual tecnologia paralela ATA. A tecnologia aperfeiçoada com os benefícios da especificação Serial ATA II fornecerá uma interface de armazenamento que atenda às necessidades de computadores na próxima década.
O Grupo de Trabalho da Serial ATA representa as indústrias líderes em projetos de produtos de silício, cabos/conectores, armazenamento e sistemas. Informações mais detalhadas sobre os grupos de trabalho Serial ATA e Serial ATA II estão disponíveis no website www.serialata.org."
Do Portal Terra.com.br
"Os paradigmas sobre interfaces de disco e velocidade de transmissão devem mudar radicalmente com a transição para o padrão Serial ATA. O primeiro protótipo funcional baseado em um disco rígido da marca Seagate foi apresentado publicamente no último dia 1º de março, durante o Intel Developers? Forum. O produto comercial deve chegar ao mercado no início de 2002.
Com o uso de um novo algoritmo de comunicação serial e de um simples cabo de quatro vias de diâmetro não maior que um fio de mouse, será possível elevar o teto máximo de transmissão de dados inicialmente para 150 MB/s e, mais à frente, para 300 MB/s e até 600 MB/s.
O padrão Serial ATA foi resultado de uma iniciativa da Intel com mais de 67 empresas, entre elas fabricantes de discos, PCs e componentes e nasceu da visão de que as próximas arquiteturas de PCs não serão compatíveis com os atuais padrões de comunicação e consumo de energia. Para efeitos de comparação, imagine que os sinais utilizados na atual interface IDE funcionam com 5 volts enquanto as novas especificações falam em correntes na faixa de 250 mV.
Louis Burns, vice-presidente do grupo de plataformas da Intel, em sua apresentação no último IDF, declarou que, pela visão da companhia, na próxima geração de arquiteturas de E/S não existirá espaço para padrões paralelos nem pseudo-seriais. A tendência é que as interfaces sejam totalmente seriais para atender às futuras necessidades de desempenho dos sistemas.
Diferente das atuais IDE e SCSI, as conexões deverão ser ponto-a-ponto para serem capazes de suportar elevadas taxas de transmissão e recepção de dados. O objetivo é que os futuros computadores sejam equipados com o menor número de pinos possíveis (reduzindo custos) e com a maior largura de banda em cada uma das interfaces.
Uma das vantagens do Serial ATA é o fim da confusão de cabos no interior do gabinete.
Vale a pena observar que, ao contrário de outros padrões emergentes como o USB 2.0 ou IEEE 1394, as aplicações do Serial ATA estarão restritas aos dispositivos de armazenamento, não existindo intenções de expandir seu uso para outros equipamentos externos, como scanners e câmeras de vídeo.
Uma das características que será implementada com o auxílio do software é o hot-swap, a capacidade de substituir um dispositivo Serial ATA com o PC ligado. O procedimento de troca será semelhante ao que acontece hoje quando retiramos um cartão PCMCIA de um notebook ? utiliza-se um applet que desativa o dispositivo por software, permitindo sua remoção segura. Por essas características, os dispositivos compatíveis com o novo barramento também serão totalmente plug-and-play, podendo ser configurados por software.
O uso de cabos mais finos também virá para resolver um velho problema dentro dos gabinetes dos PCs. O emaranhado de cabos flat, normalmente socados dentro do computador, bloqueiam o acesso à placa-mãe, além de dificultar a circulação de ar no interior do gabinete, aumentando a temperatura interna do sistema. Com os novos cabos, os projetistas de hardware poderão também desenvolver outros tipos de gabinetes cujo desenho seria inviável com os modelos de cabos convencionais.
Uma das maiores preocupações do grupo de desenvolvimento do Serial ATA é que o processo de transição da velha tecnologia para a nova seja a menos traumática possível. A princípio, a implementação da interface será feita por meio de placas de expansão e os discos rígidos convencionais poderão ser usados com adaptadores. A APT Technologies e outras empresas já desenvolveram placas controladoras no padrão Serial ATA com barramento PCI e a Seagate já dispõe de um protótipo de disco rígido funcionando com seu adaptador Serial ATA. Também já existe suporte de software e drivers para Serial ATA nos sistemas Windows 98, Windows Me e Linux.
Com esse novo padrão, deixarão de existir os conceitos de unidades primária e secundária ligadas no mesmo barramento. Apesar disso, acredita-se que, mais por hábito do que por necessidade, o Serial ATA terá quatro conexões para acomodar o mesmo número de periféricos que a atual interface."
Do Portal do Jornal do estado de Minas
Computadores comunicam-se com periféricos através de ?interfaces? ou ?portas?. Há dois tipos: paralela e* serial. Nas portas paralelas os dados fluem byte a byte entre o micro e o periférico. Como um byte é formado por oito bits, micro e dispositivo são ligados por cabos com pelo menos oito condutores, um para cada bit (condutores adicionais para aterramento, alimentação e outras finalidades elevam para 25 o número de vias dos cabos chatos usados nas portas paralelas padrão). Já nas portas seriais os dados fluem bit a bit, um após o outro. Na origem, cada byte é ?desmontado? (ou ?serializado?) e os bits que o formam são transmitidos seqüencialmente. No destino, são recebidos e ?remontados? (ou ?desserializados?) para reconstituir o byte original. Para isso bastam dois condutores: um para transportar os bits, outro para funcionar como terra (também aqui há condutores auxiliares, e as interfaces seriais padrão usam cabos com nove condutores). Agora responda rápido: qual delas transporta dados mais rapidamente?
A paralela, claro, que envia um byte inteiro sem precisar desmontá-lo. Por isso ligações deste tipo têm sido usadas nos discos rígidos desde os albores da informática. Hoje a interface de HD mais moderna e popular, a ATA (de ?AT Attachment?), emprega uma ligação paralela que, por ser capaz de transportar mais de um byte de cada vez, usa cabos com quarenta condutores (recentemente os cabos ATA passaram a ter 80 condutores para aumentar o aterramento).
O problema é que a ATA já está na praça há mais de dez anos e nessa indústria isso é uma eternidade. Resultado: por mais hercúleos que tenham sido os esforços para acompanhar a evolução dos demais componentes (inclusive e principalmente a CPU), o descompasso é evidente. E olhe que a evolução foi grande: começou com a ATA 33, que elevou a taxa de transferência de dados para 33 Kbytes/s, passou a aceitar novos dispositivos, como drives de CD e fitas, evoluiu para ATA 66, ATA 100 e recentemente a ATA 133, com taxa de transferência máxima de 133 Kbytes/s (por enquanto suportada apenas pelo chipset VIA KT133 e por um único fabricante de HD, a Maxtor). Mas o mercado quer mais e a ATA não pode ir muito além. Ao que parece ela chegou ao fim da linha.
Por isso sua sucessora foi lançada segunda-feira da semana passada, durante o Intel Developer Forum (IDF) em San Jose, Califórnia. Embora concebida para ser muito mais rápida, ela mantém praticamente todas as características da velha ATA, é tão compatível com ela que o sistema operacional e os aplicativos nem ao menos notarão a diferença e deverá conviver harmonicamente com a ATA nos mesmos micros por pelo menos dois anos (a tendência, depois disso, é ocupar seu lugar). Porém, por estranho que pareça, adota uma transmissão serial de dados. Por isso chama-se Serial ATA, ou simplesmente SATA.
A versão 1.0 do padrão SATA foi lançada no IDF pelo Serial ATA Working Group (<www.serialata.org>), criado para desenvolver, divulgar e implementar o padrão por Dell, IBM, Maxtor, Quantum, Seagate e dezenas de outros (baixe as especificações em <http://www.serialata.org/cgi-bin/SpecDownload.cgi>). Ainda no IDF a Seagate exibiu o protótipo de seu primeiro drive SATA com taxa de transferência de 150 Mbytes/s e promete despejá-lo no mercado nos próximos quatro meses. A Adaptec criou uma placa controladora SATA capaz de suportar até seis unidades, que estará no mercado ainda neste trimestre. A VIA prometeu incorporar o suporte ao padrão em seus chipsets até o final deste ano e a Intel garantiu fazer o mesmo no início do próximo. A Western Digital prometeu lançar um modelo Caviar SATA de 200 Mb e a IBM e Maxtor deverão lançar os seus até o final do ano.
Mas afinal, o que é o padrão SATA e porque adotou a transmissão serial? Bem, a transmissão paralela efetivamente é mais rápida, mas tem lá seus inconvenientes: necessidade de sincronia na transmissão dos oito bits de um byte, cabos mais pesados e sujeitos a interferências, hardware mais caro. E a evolução da capacidade do processamento não somente aumentou a freqüência dos barramentos (rapidez com que os pulsos que transportam os dados fluem através dos condutores) como também tornou a serialização e desserialização muito mais rápidas. Por isso a tendência agora são as ligações seriais (está aí o barramento USB que não me deixa mentir).
No mais, a SATA foi concebida primordialmente para dispositivos de armazenamento internos, ou seja, destinados a guardar dados e que moram no interior do gabinete, como discos rígidos, drives de CD, CD-R, CD-RW, DVD e fita. Em princípio, escâneres, câmaras digitais e impressoras não serão suportados. Segundo o padrão, a instalação será simples: os dispositivos SATA são obrigatoriamente do tipo ?plug and play?, não usam jumpers nem resistores de terminação, sua tensão de alimentação é 3V (contrapondo-se aos 5V do padrão atual), cada dispositivo se conecta diretamente à controladora (dispensando a ligação tipo master/slave da interface ATA), podem atingir capacidades muito maiores e suportam ?Hot swapping? (ligação ?à quente?, ou seja, conecta-se o dispositivo sem desligar o micro).
Para transportar dados, em vez do tradicional cabo chato de 80 vias e cinco centímetros de largura da ATA, o cabo SATA tem apenas quatro condutores: um par para transmissão, outro para recepção. Isso reduz sua largura para pouco mais de cinco milímetros. O comprimento máximo permitido também aumenta para cerca de um metro (o ATA está limitado a menos da metade disso). Sendo mais fino, flexível e longo, o cabo SATA pode se acomodar junto às paredes do gabinete sem obstruir o fluxo de ar das ventoinhas, evitando o superaquecimento do microprocessador, um fator importante nos dias atuais.
E olhe que tudo isso são características da versão 1.0 do padrão, liberada semana passada. Mas o grupo de trabalho não está dormindo: já está em desenvolvimento a versão 2.0, muito mais rápida (a taxa máxima ainda não foi definida, mas seguramente será bem maior que o limite de 600 Mbytes/s da versão 1.0), que virá à luz antes do final do ano.
Em suma: o padrão SATA é mais rápido, suporta maiores capacidades, é mais simples e (dentro de algum tempo será) tão ou mais barato que o atual ATA. E logo invadirá o mercado. Portanto, é só uma questão de tempo. Eu ainda não sei quando, mas garanto que há um dispositivo SATA em seu futuro. É esperar para ver.
15-06-2003 por Pink
Grande C. Morimoto!!!
Valeu Hideki, ficou claríssimo.
Like a Rolling Stones
15-06-2003 por DoMiNaDo
Citação:
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Postado Originalmente por Claudio Hideki
Serial ATA
De Gabriel Torres:
"Serial ATA ou simplesm...
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Aff...
Melhor q isso só se der palestra de corpo presente... :wink:
[]'s
15-06-2003 por Claudio Hideki
Citação:
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Postado Originalmente por DoMiNaDo
Aff...
Melhor q isso só se der palestra de corpo presente... :wink:
[]'s
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Ah isso eu num posso fazer HUAHUAHUAHUA!!!
;-)
15-06-2003 por DoMiNaDo
Citação:
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Postado Originalmente por Claudio Hideki
Ah isso eu num posso fazer HUAHUAHUAHUA!!!
;-)
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Hahuauhuhaua
:lol:
[]'s
16-06-2003 por Gabrielvinicios
Cara, infelizmente não entendi nada, explicações péssimas.
Brincadeira

, agora ficou tudo bem claro. E existem mobos com Sata/IDE juntos atualmente, suportando os dois barramentos ?
Valeu, melhor explicação que essa, só falando pessoalmente, hehehhee.
16-06-2003 por Dead Fish
Citação:
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Postado Originalmente por Gabrielvinicios
E existem mobos com Sata/IDE juntos atualmente, suportando os dois barramentos ?
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ABIT NF7-S é uma delas... 2x SATA (RAID) e 2x IDE ATA133 :wink:

Os plugs SATA e o chip da SI ao fundo
16-06-2003 por Gabrielvinicios
Então os Sata podem funcionar em Raid também ? Que legal.
E exsitem HDs Sata atualmente ou não ?
Compensa comprar um HD Sata atual (150MB/s) ou esperar outros mais velozes ?
Valeu.
16-06-2003 por Dead Fish
Citação:
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Postado Originalmente por Gabrielvinicios
Então os Sata podem funcionar em Raid também ? Que legal.
E exsitem HDs Sata atualmente ou não ?
Compensa comprar u...
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Sim, é o caso desta ABIT.
A Seagate já têm os Barracuda ATA V de 80GB em diante... têm modelos SATA e modelos ATA100 :wink:
Se compensa comprar um??
Se o propósito for de usar o RAID para ganhos de performance relativamente altos acho que vale sim...
Se for p/ usar sem RAID acho que vale mais a pena pegar um IDE ATA100/133 e jogar o adaptador SATA :wink: