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Por serem pequenos, os patches podem ser facilmente enviados via e-mail e são fáceis de auditar, pois verificar as poucas linhas alteradas, ao invés de ter que checar o código fonte completo. Enviar um patch pode ser a única forma de ter sua correção ou melhoria aceita. Vamos a um exemplo rápido de como criar um patch para um shell script simples, que instala o Acrobat Reader no Debian: apt-get install acroread Imagine que o script faz parte de um programam maior, que está localizado na pasta programa/, dentro do seu diretório home, junto com outros arquivos. O arquivo do script por coincidência se chama "script". O script original não funciona corretamente e você descobriu que o programa são dois erros simples nas localizações das pastas. Depois das modificações, o script ficou: apt-get install acroread Você precisa agora gerar um patch e enviá-lo para o mantenedor do programa, para que ele possa aplicar sua correção. Para isso, você vai precisar de duas pastas, uma contendo o código fonte do programa original e outra contendo o código fonte depois de suas alterações. Não importa se você alterou apenas um arquivo ou se fez alterações em vários. O patch conterá todas as diferenças entre as duas pastas. Imagine que a pasta original se chama "programa" e a pasta com as modificações se chama "programa-mod". O comando para gerar o patch seria: $ diff -uNr programa programa-mod/ diff -uNr programa/script programa-mod/script $ diff -uNr programa programa-mod/ > patch É isso aí :) Seu primeiro patch está pronto, espero que seja o primeiro de muitos outros. Basta envia-lo por e-mail para o mantenedor do programa, explicando o que foi feito. Para aplicar seu patch, o mantenedor acessaria a pasta com o fonte do programa (a pasta programa/ no exemplo) e, dentro dela, usaria o comando: $ patch -p1 < /algum_lugar/patch Neste caso usei como exemplo um shell script, mas os patches podem ser criados a partir de código fonte em qualquer linguagem, ou até mesmo a partir de arquivos binários.
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