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F.A.QLinux e Software LivreServidor de FTP em um Pentium 133 Segurança no compartilhamento da conexão Kurumin rodando do CD em Cybercafés Três longas dúvidas sobre migração para o Linux... Rede virtual usando o VMware Recompilar o Kernel? Isso ainda existe?? Dúvida sobre o dd Restaurando imagens via rede em estações sem disquete nem CD "Tenho 6 estações identicas e 1 servidor. Periodicamente sou obrigado a passar o ghost nas maquinas. Só que existe o inconveniente de abrir e fechar todas as máquinas. Imagine! Não existiria uma forma de restaurar os HD's apartir do servidor? Detalhe: nenhuma estação possue drives de disquetes ou cd room." Se as estações tivessem disquete ou CD-ROM você poderia usar o G4U que comentei neste artigo: http://www.guiadohardware.net/artigos/215/ Para gerar um CD-ROM com o G4U basta gravar um CD com boot, apontando a imagem do disquete. O recurso de boot via CD-ROM dos Bios nada mais é do que um sistema de emulação que carrega a imagem de um disquete gravada nos primeiros setores do CD-ROM. Do ponto de vista do sistema operacional nada muda, ele continua achando que está rodando a partir do disquete. Daí surgem até alguns casos curiosos, um sistema que dá boot normalmente através do CD-ROM, mas depois trava por não conseguir acessar o CD... ;-) Bom, mas voltando ao problema, o G4U não é a única solução, pelo contrário. Você pode usar qualquer distribuição Linux para gerar as imagens, gravá-las no servidor e depois recuperá-las via rede. A minha sugestão é a seguinte: Divida os HDs nas estações em duas partições, uma menor para instalar um sistema de recuperação e outra ocupando o restante do HD para instalar o sistema principal, que pode ser qualquer um, inclusive Windows. O sistema de recuperação pode ser uma instalação compacta da sua distribuição preferida, algum mini-linux, enfim, qualquer coisa com que você tenha familiaridade. O particionamento do HD ficaria assim: MBR : Lilo configurado para inicializar os dois sistemas HDA1 : Sistema de recuperação HDA2 : Sistema principal HDA3 : Partição Swap (caso necessário) Você pode encontrar informações sobre como instalar vários sistemas operacionais no mesmo HD neste artigo: http://www.guiadohardware.net/artigos/238/ Finalmente, você vai precisar de um servidor com bastante espaço em disco, compartilhando uma pasta via NFS, onde você armazenará as imagens de sistema das estações. Tem uma explicação básica sobre os compartilhamentos via NFS neste artigo: http://www.guiadohardware.net/artigos/185/. É bastante simples. Você pode ler uma explicação mais detalhada no capítulo 5 do meu e-book: http://www.guiadohardware.net/ebooks/linux/index.html Com tudo pronto, chegou a hora de gerar as imagens de sistema que serão armazenadas no servidor. A ideia é que você use o sistema de recuperação instalado nas estações para gravar a imagem da partição onde está instalado o sistema principal no servidor e recupera-la sempre que necessário. Para isto bastam alguns poucos comandos. Dê um boot no sistema de recuperação, configure a rede e monte o compartilhamento NFS do servidor. O comando seria algo como: # mount -t nfs 192.168.0.1:/home/imagens /pasta_local Neste exemplo o "192.168.0.1" é o endereço IP do servidor, o "/home/imagens" é a pasta compartilhada no servidor, ue pode ser alterada de acordo com a conveniência, enquanto o "/pasta_local" é um diretório qualquer na estação onde a pasta do servidor ficará disponível. A partir daí tudo o que você precisa fazer é usar o "dd" para gravar a imagem no servidor ou recuperar uma imagem previamente gravada. Para gravar uma imagem o comando seria (presumindo que o sistema principal esteja instalado no /dev/hda2): # dd if=/dev/hda2 of=/pasta_local/estacao3_07-02-2003.iso Este comando grava todos os dados da partição no arquivo "estacao3_07-02-2003.iso" dentro da pasta montada do servidor. Naturalmente a saída vai direto para o HD do servidor, copiada via rede, em momento algum fica na estação. Para recuperar a imagem gravada basta repetir o procedimento, dando boot no sistema de recuperação, montando a pasta compartilhada e usando novamente o dd para recuperar a imagem: # dd if=/pasta_local/estacao3_07-02-2003.iso of=/dev/hda2 Prontinho :-) Veja que o dd é um pouco diferente do Ghost, pois ele não faz uma cópia dos arquivos, mas sim uma cópia bit a bit de todos os dados da partição. Se você tiver uma partição de 4 GB ele gerará uma imagem de 4 GB, mesmo que a partição esteja com 3 GB livres. O que você pode fazer é compactar as imagens no servidor para economizar estaço e descompactá-las antes de regravar nas estações. As imagens também podem ser recuperadas da forma antiga, ou seja, tirarando o HD da estação e instalando-lo no servidor onde está a imagem. Existe uma lenda sobre uma certa limitação do Linux quanto a arquivos maiores que 2 GB. Esta limitação realmente existiu nos Kernéis da série 2.2. A partir do Kernel 2.4 esta limitação foi superada, permitindo que sejam criados arquivos com vários petabytes. É verdade que alguns sistemas de arquivos obsoletos (cof, cof, ext, cof...) ainda possuem algumas limitações de tamanho um pouco acima disto, mas usando partições formatadas em reiserfs, jfs, etc. não é preciso se preocupar com isso. Além do dd você pode utilizar também o partmage, um programa que já oferece muito mais recursos, incluindo a possibilidade de compactar as imagens geradas em gzip (o que reduz em média o tamanho para apenas 40% do original) e também de quebrar a imagem em múltiplos arquivos, o que é útil se você pretende fazer backups em CD por exemplo. Outra diferença é que o partiimage copia apenas os dados das partições, não faz uma cópia bit a bit como o dd, isso também ajuda a reduzir o tamanho das imagens. O partimage é um programinha realmente formidável, recentemente ele ganhou também um front-end gráfico. No site está disponível também um CD bootável que pode ser usado caso você esteja fazendo uma imagem do HD inteiro. O link é fácil de lembrar: http://www.partimage.org/ ![]() Como fazer o Linux comer menos memória Várias dúvidas sobre o Slackware Problema para instalar um SB Live no Red Hat 8.0 Windows, Linux e gerenciadores de janelas Recuperando o Lilo Vídeo tremendo no Knoppix Software Livre, economia e oportunidades Dúvidas sobre o Knoppix Problemas com o vídeo da TX-Pro II Compartilhar conexão Wireless Linux em notebook antigo Terminal Web com Linux Inicializar o linux a partir do Windows Compartilhando conexão via rádio no Mandrake Security "Estou instalando o Mandrake Security para uma conexão via radio e queria saber qual opção de configuração de acesso devo usar ADSL, DSL ou cabo e como é feito isso? 16MB de memória dá para suportar acessos de 5 máquinas?" O tipo de configuração depende do tipo de acesso via rádio que você está utilizando. Por exemplo, nos serviços onde é instalada uma antena no topo do edifício e são puxados cabos até os apartamentos, quase sempre (pelo menos nos que cheguei a conhecer) temos uma simples conexão de rede, com um roteador instalado junto à antena servindo como um servidor DHCP para a "rede". Nestes casos, tudo o que você precisa fazer é configurar a placa de rede da conexão à Internet com a opção "LAN Connection > Automatic IP (bootp/DHCP)". Se por acaso o serviço exigir autenticação, então provavelmente vai funcionar com a opção ADSL > PPoE. Isto pode ser diferente caso o modem seja diretamente conectado à sua placa de rede. Pode ser só o caso de escolher a opção Lan ou ADSL > PPoE e configurar da forma tradicional, usando um IP fixo, obtendo o IP via DHCP ou utilizando autenticação ou em alguns casos raros precisar carregar algum módulo do Kernel ou programa especial que ative suporte ao modem. É o caso do serviço da StarONE (que é um serviço de acesso via Satélite, não via rádio, mas que serve como exemplo), onde os modems usados nas primeiras instalações funcionavam perfeitamente no Linux, enquanto os atuais usam um tipo diferente de autenticação que ,por enquanto, não funciona. Caso você esteja utilizando uma placa Wireless 802.11b ou outro padrão semelhante, você precisa ativar o suporte à placa, primeiro se certificando de que o pacote kernel-pcmcia está instalado e em seguida verificando se o suporte está ativado no Kernel. Usando uma distribuição recente, se possível o Mandrake 9.0, Red Hat 8.0 (ou outra distribuição que venha a ser lançada a partir de Outubro de 2002) as duas coisas já devem estar ativadas por default. Enfim, tente primeiro as opções disponíveis e entre em contato com o provedor ou com outros usuários do serviço caso não funcione para se informar. Claro, lembre-se de informar QUAL serviço você está utilizando, caso contrário fica complicado ajudar... :-) Sobre os 16 MB de memória, eles são suficientes caso você use o Mandrake Security para apenas compartilhar a conexão (via NAT), sem utilizar o cache de páginas. Tanto o cache de páginas, quanto os filtros de conteúdo são implementados através do Squid. Ele é bem eficiente, porém precisa de muita RAM para armazenar o cache de páginas. Com apenas 16 MB a navegação vai ficar mais lenta com o cache de páginas do que sem ele. Lembre-se que o problema da degradação do desempenho refere-se apenas ao cache de páginas. Não é preciso nenhuma super máquina para simplesmente compartilhar a conexão via Nat. Um simples 486 DX-66 com 12 MB pode compartilhar uma conexão de 256 k entre até 255 máquinas sem perda de desempenho. O Mandrake Security tem requisitos um pouco mais altos que isso por causa dos vários recursos extras, mas utilizando uma opção mais leve, como o Coyote ou o Freesco, a configuração da máquina não faria diferença. Como instalar o SuSE via FTP Configurar quotas de disco Trial bootLilo no MBR ou na partição Problema ao acessar servidor X Compartilhamentos instáveis do Windows 2000 Erro na tabela de partição VNC nas estações i386? i468? i586? i686? Qual a diferença? Usuários não conseguem gravar nas partições montadas "Olá, colega. Em primeiro lugar, obrigado por presentear a comunidade do pingüim com o excelente "Entendendo o Linux - 2ª ed.". Em segundo lugar, acho que tenho uma dúvida interessante para a qual não encontrei resposta no livro; veja só... Para automatizar o processo de montagem, inseri no "/etc/fstab" a seguinte linha: /dev/hda1 /mnt/win defaults 0 0 O problema é que apenas o root consegue gravar na partição montada; os outros usuários só conseguem ler o conteúdo dela. Minha dúvida, então, é: Como montar a partição do windows de modo que todos os usuários possuam permissão de gravação?" Oi Everton. Sempre que você for montar um sistema de arquivos, certifique-se que os usuários que vão acessar possuem permissão de escrita no diretório onde ele será montado. Se você criou a pasta /mnt/win como root por exemplo, por default apenas o root poderá escrever na pasta, os demais usuários terão apenas permissão de leitura. Para alterar isso, basta acessar as propriedades da pasta usando o Konqueror e marcar a opção de escrita para "outros" Existem mais algumas opções que você pode usar ao montar sistemas de arquivos usando o /etc/fstab. Por exemplo, a opção "user" permite você possa montar e desmontar o sistema, sem precisar usar a conta de root e a opção "auto", monta e desmonta o sistema de arquivos automaticamente quando necessário (como no CD-ROM). Adicionando estas opções a sua linha ficaria: /dev/hda1 /mnt/win user,auto defaults 0 0 Rede Windows x Linux Problemas com reconhecimento de senhas no Linux Instalação do Slackware 8.1 Como portar aplicações ODBC, Delphi, DOS e outros para o Linux "Sou um iniciante em linux e tenho estudado por meio dos tutoriais e e-books aqui publicados sobre o LINUX. Na verdade o meu estudo deve a questao dos custos de licença e pretendo levar aos meus clientes soluções 100% linux. Para tanto no ambito empresarial temos que usar aplicativos desenvolvidos pelo Governo em geral em Delphi e outros em DOS sendo assim pergunto se programas que usando ODBC banco de dados em Access e outros bancos como o "Paradox" e interbase e sao passiveis se rodar no linux sem a necessidade de emuladores e de instalações do Windows (visto que nao pretendo comprar nenhuma licenca). Sendo assim, pergunto se ja evetuou testes para rodar os aplicativos da receita federal do ministerio do trabalho da caixa economica federal e de secretarias estatuais da fazenda. Eu preciso estar ciente destes dados para que possa efetuar um trabalho serio em tirar as empresas da pirataria e com isso reduzir algumas dores de cabeca:). Vejo que vc fala muito do Wine, porem ainda estou aprendendo e nao tive a oportunidade de alcançar um nivel técnico para testar essas aplicacoes e se vc ja tiver a resposta agradeco." Oi Ronaldo. Existe um driver ODBC for Linux distribuído pela IBM que é gratuíto e você pode baixar aqui, na página você encontrará informações de como trabalhar com ele. Uma segunda opção é o CodeBase SQL-ODBC (comercial). Este artigo da revista Byte também fala sobre este problema e dá algumas dicas interessantes. Você também pode rodar os bancos de dados Access através do Adabas, que acompanha o StarOffice. Como você sabe, o StarOffice 6 não é mais gratuíto, mas o preço é bem atrativo: US$ 79 pela licensa para 4 micros. Existe ainda a opção de usar o SO 5.2. Para os aplicativos em DOS você pode utilizar o Dosemu (http://www.dosemu.org/), que apesar de ser um emulador, já oferece um desempenho mais que suficiente para rodar os aplicativos de legado que ainda sejam utilizados. O nível de compatibilidade é semelhante ao do Windows NT e XP, ele só não consegue rodar aplicativos que façam acessos diretos ao hardware. Para as máquinas antigas, você pode tentar o DR-DOS, a versão alternativa do DOS, originalmente desenvolvido pela Caldera. Atualmente o DR_DOS não é mais gratuito, mas você ainda pode encontrar algumas das versões antigas, gratuitas, pela Web. A página oficial é: http://www.drdos.com/ Apesar da má vontade do pessoal da receita, o programa de declaração já roda no Wine a algum tempo, desde que você tenha o Windows numa partição do HD. Pode ser que você já consiga roda-lo sem a ajuda do Windows na versão mais atual, experimente o Codeweavers Wine que tem uma instalação mais amigável. Talvez você tenha que fuçar um pouco, instalando manualmente algumas DDLs ou chaves do registro. Se você conseguir, não deixe de me mandar a dica para que possa publicá-la aqui no site :-) Os aplicativos escritos em Delphi 6 podem ser portados sem muitas mudanças com a ajuda do Kylix. Os aplicativos escritos em versões antigas do Delphi exigem algumas modificações significativas, mas você pode encontrar alguns manuais pela Web explicando tudo com detalhes. Nem sempre você poderá portar tudo para o Linux sem enfrentar dificuldades, afinal é uma mudança radical. Mas a médio prazo, a economia com licenças vai compensar esse investimento inicial. Além disso, a disponibilidade de tantos aplicativos e bibliotecas open source que temos no Linux, pode ser usada para desenvolver muitas outras soluções, que não estão disponíveis ou são inviáveis na plataforma Windows. Procurando pela Web você pode encontrar ferramentas para portar muita coisa. Por exemplo, o meu Psion veio com um software de comunicação que só roda no Windows. Mas, numa pesquisa rápida no Google já achei como não apenas sincronizar com máquinas Linux ( http://www.tldp.org/HOWTO/Psion-HOWTO.html), mas também rodar o Linux no Psion, com interface gráfica e tudo mais ( http://linux-7110.sourceforge.net/). É só questão de procurar. Som onboard da ECS KT7S5A no Linux Dois gravadores no MDK 8.2 MDK 8.2 não inicia Coyote não disca Mais dúvidas sobre o Coyote Linux Jogos no Linux Dúvida sobre o Coyote Free Software x GNU x Open Source x GPL Mais sobre terminais leves Mais dicas sobre Cybercafé Linux num 486 Como instalar programas no Linux O meu PC é suportado pelo Linux? Problema com o Samba Instalação do Mandrake Servidor proxy com o Linux Dúvidas sobre Cybercafé Linux num Pentium 100 Servidor de alta disponibilidade NTFS no Linux Monkey Linux Linux em micros 386 O que é o Linux? O que é uma distribuição Linux? Qual a diferença entre as principais distribuições? Cada distribuição tem um público alvo diferente. O Mandrake e o Lycoris por exemplo, têm como principal objetivo a facilidade de uso e por isso são recomendados para usuários iniciantes no sistema. O Slackware é o oposto, um pacote desenvolvido para usuários avançados, que desejam o máximo de opções e não têm medo de lidar com arquivos e scripts de configuração. O Conectiva têm ênfase no mercado nacional, incluindo pacotes e configurações úteis para nós Brasileiros, enquanto o Debian tem como principal objetivo a estabilidade e o ideal de incluir apenas softwares livres. Existem ainda mini-distribuições, como o Tomsrtbt e o Coyote linux, que cabem num único disquete e são dedicadas a tarefas específicas. O Coyote Linux por exemplo permite usar um velho 486 para compartilhar a conexão entre os vários PCs da rede. Você pode ver uma lista com todas as distribuições disponíveis em: http://www.linux.org/dist/list.html O que é software livre? Como acesso meu CD-ROM? Digite "mount /mnt/cdrom" num terminal ou clique sobre o ícone do Cd no KDE. Para trocar o CD digite primeiro "umount /mnt/cdrom". A maioria das distribuições modernas suportam o automount, um recurso que dispensa o usuário de digitar os comandos. O CD-ROM é acessado através da pasta /mnt/cdrom . Como acesso o drive de disquetes? Em geral você precisará apenas monta-lo com o comando "mount /mnt/floppy" e desmontar com o comando "umount /mnt/floppy". Para montar um disquete formatado no Windows, use o "mount -t vfat /dev/fd0 /mnt/floppy". Assim como no caso do CD-ROM, a maioria das distribuições já suporta o automount, que automatiza também o acesso ao drive de disquetes. Como altero a resolução do vídeo? Na maioria das distribuições é preciso mudar para o modo texto, pressionando Ctrl + Alt + F2 e em seguida digitar "Xconfigurator". No Mandrake o comando é o "mcc" que pode ser dado tanto em modo texto quanto num terminal dentro do modo gráfico. Se você estiver usando uma distribuição que não ofereça nenhum dos dois, experimente o "xf86config". Como instalo novos programas? Como acesso a internet? Como instalo meu modem? Como queimar CDs? Use o X-Cd-Roast ou o Gnome-Toaster. Qualquer distribuição atual (Mandrake 8.2, Conectiva 8, Red Hat 7.3, etc.) inclui pelo menos um destes programas e é capaz de configurar seu gravador automaticamente durante a instalação. Como ligar máquinas Windows e Linux em rede? Minha placa de som não foi detectada durante a instalação... Experimente instalar a versão mais recente do ALSA no http://www.alsa-project.org/ o pacote inclui drivers de som que não estão disponíveis no Kernel. Você precisa baixar e instalar os pacotes Driver, Library e Utilities disponíveis no site. Depois de instalado o ALSA, rode o "sndconfig". Se mesmo assim a sua placa não for detectada, volte no site do ALSA, pois pode existir alguma receita para fazê-la funcionar. Se a placa for detectada pelo sndconfig, mas mesmo assim o som continuar mudo, use o aumix para ajustar o volume do som. Basta chama-lo com o comando "aumix". Se ele não estiver instalado, procure pelo pacote aumix.x.x-x.i386.rpm (onde o x.x-x é a versão) no CD da distribuição (está geralmente na pasta RPM) e instale-o. O programa xxx travou... Abra um terminal e digite "xkill". O cursor do mouse virará uma caveira. Basta clicar sobre o programa travado para fecha-lo sem dó. Se por acaso o mouse e o teclado travarem, pressione ctrl + alt + backspace para reinicializar toda a interface gráfica. Como abrir mais terminais gráficos? Que programas substituem o Office? É possível rodar programas Windows no Linux?
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