Foi publicado no site Desktoplinux.com um artigo analisando os motivos pelo qual o Debian Etch - futura versão estável da distribuição - está tendo seu lançamento tão adiado, já que, no planejamento original, o mesmo deveria estar disponível em 4 de dezembro do ano passado.
De acordo com Andreas Barth, desenvolvedor do Debian e gerente do Etch, tal lançamento está atrasando porque "Algumas pessoas que costumavam trabalhar bem reduziram seu envolvimento drasticamente".
Ele ainda completou que o código do Debian Etch foi congelado desde 11 de dezembro, uma semana depois da data prevista para o lançamento final. Contudo, este não foi um congelamento que fosse sinônimo de estabilidade, segundo a DesktopLinux, pois ainda estão sendo feitas sérias alterações nos pacotes, principalmente aqueles menos usados, como o Zope.
Contudo, a equipe está fazendo pouco esforço para corrigir os restantes 93 bugs que faltam para um lançamento final, pois, desde janeiro, somente 14 foram solucionados. Desses 93, 73 tem patches e 20 tem correções que ainda não foram enviadas, a maioria nem ao menos foi testada. Mas como foi dito, são pacotes de popularidade muito baixa, mas faz parte da política do Debian lançar todos os pacotes, estáveis.
O atraso ainda se deve ao modo de trabalho da equipe. Segundo o site, cada um dos desenvolvedores trabalham por si, sem nenhuma meta ou objetivo comum, um pilar importante que falta, pois isso é fundamental para um pleno sucesso.
O DesktopLinux ainda tentou falar com o líder do Projeto Debian, mas não obteve resposta. O que resta é aguardar a tão esperada estabilização oficial dos repositórios Etch, que serve como base para milhares de distribuições, inclusive o Kurumin.
A Samsung lançou a nova linha de notebooks Aura, que pelos comentários Internet afora, vai concorrer em termos de visual até com os MacBooks. O primeiro modelo será o R20, que a Samsung anunciará oficialmente na próxima semana. De características minimalistas e finas, o notebook preto possui "o mesmo DNA dos MacBook", segundo o site Trustedreviews.com.
O modelo terá tela widescreen de 14.1", com resolução de 1280x800 pixels e revestimento em alto contraste, ideal para vídeos. inclui também o aparelho gravador Super-Multi DVD, que lê vários tipos de mídia, excluindo-se o Blu-ray e o HD-DVD.
Para conectividade, estará disponível Wi-Fi 802.11b/g, Bluetooh 2.0 EDR, modem 56k e placa Ethernet 10/000. Juntamente com o aparelho virão 4 células de bateria, porém opcionalmente poderá optar pelo conjunto de 8 células.
O R20 possuirá 2.39kg, uma coincidência, pois é exatamente o mesmo peso do MacBook. O visual fino do notebook terá como coração o conjunto de soluções AMD para placas Intel, com o chipset AMD/ATI RS600ME e gráficos Radeon Xpress 1250 Hyper Memory, uma exclusividade até então.
Dentre as várias iniciativas do Linux em 3D, como Metisse para Mandriva e esta usando XGL e como gerenciador Gnome são bem interessantes, tanto do ponto de vista de divulgação quanto da praticidade na manipulação via touchscreen.
Este vídeo do site do UOL VideoLog é creditado a um programador de Goiás que também o publicou no Youtube.
É de se perguntar quem precisa do Windows Vista para isto ?
Com a popularização dos computadores e da internet, muita gente achava que a demanda por papel iria cair, já que mais e mais documentos seriam enviados eletronicamente e mais conteúdo seria lido diretamente no micro.
Contrariando todas as previsões, o uso de papel continua maior do que nunca, grande parte dele destinada às impressoras domésticas. O que causa calafrios em muitos ambientalistas.
Por outro lado os mesmos usuários que consomem toneladas de folhas de papel, reclamam do custo abusivo dos cartuchos e toner para impressoras e das técnicas ardilosas usadas pelos fabricantes de impressoras para dificultar o uso de cartuchos recarregados ou alternativos.
Esta semana a Xerox divulgou alguns detalhes preliminares de uma tecnologia que pode ajudar a solucionar estes dois problemas. Veja a foto abaixo:
Se você achou que este é um mimiógrafo, errou. Esta página desbotada foi impressa numa impressora que imprime diretamente sobre o papel, sem usar nenhum tipo de tinta. Ela pode, ainda por cima, apagar e reimprimir a mesma folha de papel algumas dezenas de vezes.
O truque reside no uso de um papel especial, que utiliza um tipo especial de pigmento, sensível a um tipo de luz ultra violeta. Ao invés de usar tinta, a impressora "imprime" o papel usando luz e pode também apagar a impressão, usando a mesma folha de papel várias vezes.
A Xerox tem mantido um certo sigilo sobre a tecnologia, evitando divulgar qualquer detalhe técnico. De qualquer forma, o sistema ainda está em estágio inicial de desenvolvimento. A impressão sai desbotada, num tom de roxo ao invés de preto e a impressão desbota em poucas horas. A resolução de impressão também é baixa, apenas 150 DPI, o que se aproxima da qualidade das antigas impressoras matriciais.
Também não existe qualquer informação sobre os custos das impressoras ou papel, mas o conceito é bastante interessante. Quem sabe no futuro as impressoras sem tinta se tornem finalmente realidade, livrando-nos dos famigerados cartuchos superfaturados :).