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    Notícias de 02/2007

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    Cobrança do telefone em minutos: tire suas dúvidas
    img-98053f41As empresas de telecomunicações do Brasil recentemente enviaram um comunicado a todos os seus clientes que o sistema de cobrança dos telefones ficos passariam a ser por minutos, e não por pulsos, conforme anunciado anteriormente pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

    A IDG Now! publicou uma matéria explicando detalhe por detalhe os aspectos desta alteração para os usuários:

    "A partir da próxima semana, as operadoras iniciam a cobrança por minuto, substituindo o sistema de pulsos. Tire todas as suas dúvidas sobre o novo sistema.

    O que muda na conta com a conversão de pulso para minuto?

    A conta do telefone fixo, que era tarifada por pulsos, passa a ser tarifada por minuto. Atualmente, você paga uma franquia mensal, no valor médio de R$ 40. Dentro desta franquia, estão inclusos 100 pulsos. Cada pulso equivale a quatro minutos. O valor médio de cada pulso, dentro da franquia é, portanto, de R$ 0,40.

    Na nova franquia básica, você terá direito a 200 minutos, pelo mesmo valor aproximado de R$ 40. Isso significa que você pagará, em média, R$ 0,20 centavos por minuto. O tempo excedente, que você utiliza depois de usar toda a franquia, tem outros valores.(...)"


    O guia é bem completo, comparando as mudanças, dando dicas e analisando qual plano escolher: o comum ou alternativo.

    Acesse-o em:

    http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/02/26/idgnoticia.2007-02-23.8872439891/IDGNoticia_view

    Postado por Júlio César Bessa Monqueiro em 26/02/2007 às 12:19
    Dell enfim anuncia planos de implantação em software livre
    imagemDepois de ser noticiado aqui do Guia Do Hardware que computadores com Linux e softwares livre, inclusive OpenOffice, pré-instalados em desktops e notebooks era o pedido mais requisitado pelos usuários no IdeaStorm, a Dell enfim anuncia que está fazendo parcerias e colocará no mercado PCs que atendam aos pedidos dos clientes:

    "Nós estamos trabalhando com a Novell para a certificação dos produtos corporativos, incluindo os desktops OptiPlex, notebooks Latitude e workstations Dell Precision. (...) Não temos preferência para alguma distribuição Linux... Nós desejamos que os usuários tenham a oportunidade de ajudarem a definir o mercado para os desktops e notebooks com Linux. Além de trabalhar com a Novell, nós estamos também analisando outras distribuições e avaliando a possibilidade de obter certificações adicionais para a nossa linha de produtos"

    Esse é um ponto positivo para Dell, que ouviu rapidamente seus usuários e fez planos de implantar o software livre em seus computadores, já afirmando parcerias inclusive com a competente Novell.

    Veja mais em:

    http://linux.slashdot.org/article.pl?sid=07/02/25/2110219

    Postado por Júlio César Bessa Monqueiro em 26/02/2007 às 12:36
    MS publica lista de 800 programas compatíveis com Vista
    imagemA Microsoft lançou uma lista de 800 aplicativos que deverão funcionar corretamente no Windows Vista. Obviamente, a lista contém todos os atuais produtos da Microsoft, e vários programas de segurança e corporativos, além de outros para desktops, como os do Google, uma de suas rivais.

    Contudo, na lista não há softwares de grandes companhias, como a Adobe, IBM e Symantec. Segundo comentários, isso aconteceu devido à grande potencialidade de concorrência entre a Microsoft e essas empresas. A IBM lançou recentemente sua suíte office chamada "Open Client Solution", e o novo formato XPS da empresa fundada pelo Bill Gates também bate de lado com o formato PDF da Adobe. Produtos da Apple também foram ocutados.

    A Microsoft disse que sua lista está aumentando constantemente, e que a mesma será atualizada semanalmente. Confira em:

    http://support.microsoft.com/kb/933305

    Postado por Júlio César Bessa Monqueiro em 26/02/2007 às 13:30
    Vivendo de Open-Source?
    Entre tantas notícias relacionadas ao lançamento de distribuições e softwares abertos em geral, uma questão recorrente é sobre a remuneração dos programadores, afinal, toda a idéia de software "livre", "open-source" ou "free" é muito bonita, mas como fica a coisa na prática?

    Saudações pessoal, gostaria de saber como é o retorno financeiro de desenvolvedores de softwares livres, ou se não há nenhum lucro pelo software desenvolvido.
    Como funciona o lucro desses programadores?
    (PernaL0nga, no fórum)

    Existem várias categorias de desenvolvedores. Quando se começa a desenvolver, muitos resolvem iniciar algum pequeno projeto, com o objetivo de aprender. Pode ser um conjunto de scripts, algum tipo de aplicação web, algum novo editor de textos, ou qualquer coisa do gênero. Neste caso o objetivo é simplesmente ganhar experiência ou aprender, uma forma mais criativa de praticar do que ficar repetindo exercícios chatos. Manter um pequeno projeto também é uma boa forma de fazer contatos que podem abrir algumas portas mais tarde.

    Em seguida temos os programadores profissionais, aqueles que já estudaram e já têm experiência. Muitos deles começaram com pequenos projetos, que com o tempo se transformaram em grandes projetos. Neste caso eles podem muito bem ganhar a vida prestando consultoria (tanto para seu próprio programa, quanto usando sua carga de experiência para desenvolver novas soluções), ou até mesmo dando treinamentos e/ou suporte.

    Para quem não quer ganhar a vida trabalhando como autônomo, existe a possibilidade de ir trabalhar em alguma grande empresa, que possua ou pretenda implantar projetos dentro da sua área de especialização. O campo de trabalho aqui é grande, pois abrange desde empresas que estão fazendo programas piloto para o uso de Linux ou aplicativos como o OpenOffice.org e precisam de suporte para os usuários, até o caso de empresas de hospedagem que precisam de especialistas em redes e servidores, passando por todo tipo de trabalho de desenvolvimento, suporte ou desenvolvimento de soluções.

    Normalmente, as boas oportunidades não são anunciadas no jornal, nem em sites de currículo. Cargos importantes exigem pessoas de confiança e a forma mais comum de encontrá-las é através de indicações. Neste ponto, a rede de contatos cultivada ao longo da sua vida profissional e o fato de você ter alcançado algum reconhecimento em projetos anteriores pode ser o diferencial.

    O mais importante para quem trabalha com Linux ou outros sistemas abertos é não cair na armadilha da militância. Tenha em mente que software é ferramenta, o objetivo é resolver os problemas do seu cliente, não empurrar uma solução deficiente só por que ela é "livre". Escolha suas batalhas. Se não existir nenhum software aberto que atenda à necessidade e você não tem condições de desenvolver ou adaptar nenhum, não hesite em indicar alguma solução proprietária que seja capaz de resolver o problema, ou mesmo indicar outro profissional que entenda mais do assunto.

    Postado por Carlos E. Morimoto em 26/02/2007 às 22:22

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