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    Notícias de 07/2007

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    O Gigante da Samsung
    Hoje em dia, a maioria dos fabricantes de notebooks tem optado por desenvolver modelos leves e compactos, com telas de 15", 14" ou em muitos casos 12". Temos ainda o caso de notebooks ultra-portáteis, que muitas vezes chegam a usar telas de 10" e a pesar apenas 1.5 kg ou menos.

    A Samsung também fabrica notebooks compactos, como o Aura, mas dessa vez resolveu "inovar" e lançou o G25, um desktop replacement gigantesco, com tela de 19",

    Além da grande área de exibição, ele apresenta a imagem bem clara, com contraste de 1000:1 e brilho de 300cd/m², o que facilita o uso como desktop. A empresa coreana fez o máximo possível para ajustar o adaptador de CA, evitando ter de adicionar um secundário.

    Sobre a questão desempenho, os detalhes ainda não foram divulgados, mas deverão incluir dois discos rígidos para 320 GB de espaço total, controladora gráfica da ATI (AMD) e os mais recentes dos processadores Intel Core 2 Duo. Incluirá cerca de 7 portas USB.

    Deverá ser liberado comercialmente na Coréia até o fim de julho por $1089. Na Europa não foi divulgada ainda a previsão do lançamento dos modelos de alto desempenho.

    É importante enfatizar que US$ 1089 parecem pouco se diretamente convertidos para reais, mas para os padrões do mercado internacinal é um valor considerável. No exterior, os modelos mais baratos (que compramos por aqui na faixa dos R$ 2000) custam na faixa dos US$ 600. Mantida a proporção, o G25 custaria perto dos R$ 4000.

    É algo, claro, para entusiastas, mas não é só um conceito ilustrativo: é um notebook grande mesmo:

    samsung


    Leia a notícia original em: http://www.electronista.com/articles/07/07/17/samsung.sens.g25/

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    Postado por Marcos Elias Picão em 18/07/2007 às 19:16
    O "Surface" open source
    Vai de Microsoft Surface? É caro e demorado, mas a comunidade open source não fica para trás. Para quem não sabe, Surface é o projeto de computador "do futuro" da Microsoft, com uma tela de toque, trazendo uma experiência bem diferente de usar o mouse e o teclado para trabalhar com os programas, e muito mais amigável do que aqueles terminais de auto atendimento, que já possuem tela sensível ao toque humano há eras.

    Se ela pode, a comunidade pode. Veja esse vídeo:



    Projeto de Peter Hutterer, estudante da Wearable Computers Lab at the University of South Australia: MPX. O nome vem de "Multi-Pointer X". Uma modificação no servidor X do Linux permite que diversos métodos de entrada sejam usados ao mesmo tempo. Basicamente o sistema pode ser um computador normal, com qualquer quantidade de teclados e mouses conectados (desde que suportada tal quantidade pelo hardware atual, claro). As pessoas poderão interagir com os programas simultaneamente. O software ainda está bem no começo, cheio de bugs, mas caminhando para o melhor. E olha que promete.

    Uma das coisas mais interessantes (nesse ponto chegamos a um "Surface open source e gratuito") é que ele pode ser conectado a um display de mesa da Mitsubishi, o DiamondTouch. Ele suporta também vários usuários, vibrações, gestos e toques coordenados, para um pequeno grupo trabalhar colaborativamente.

    Enquanto o DiamondTouch usa uma tecnologia diferente do TouchLight da Microsoft, o resultado final até melhora, pois a combinação do MPX com o DiamondTouch na verdade reconhece até quatro usuários diferentes. O Surface da Microsoft permite que vários usuários "mexam" na mesma tela, mas não é possível diferenciá-los - pelo menos por enquanto.

    No entanto, há desvantagens também: essa solução exige que cada usuário toque um bloco condutivo diferente, para que o sistema os reconheça, e de acordo com Peter: "O DiamondTouch é bom para detectar múltiplos toques de usuários diferentes, mas não de um mesmo usuário".

    Tudo bem que está começando. Mas é gratuito e aberto, e está disponível já, no estado em que se encontra.

    O site Gizmodo publicou uma entrevista com o criador, Peter. Vale a pena conferir:

    http://gizmodo.com/gadgets/touch-me/linux-mpx-multi+touch-table-may-become-free-diy-microsoft-surface-one-day-278613.php

    Gostou? Saiba mais e baixe o projeto na página do mesmo: http://wearables.unisa.edu.au/mpx/

    Fonte: Gizmodo.com

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    Postado por Marcos Elias Picão em 19/07/2007 às 21:19
    Sony lança câmera com integração com o YouTube
    A Sony apareceu com uma câmera relativamente grande, que grava os vídeos e já os prepara para publicação na web, a GC1. Descrita como "Net-sharing Cam", é a primeira câmera da empresa a vir com software e recursos exclusivamente para vídeos para a web. Ainda não é desta vez que teremos uma câmera que seja capaz de dar upload dos vídeos diretamente, via rede wireless ou celular, mas ja é um começo :)

    sony


    A máquina fotográfica de lente fixa pode gravar vídeo em tamanho VGA e ainda capturar fotos de até 5 megapixels (com ajuda de flash). A adição do novo software Picture Motion Browser permite que o usuário prepare e carregue os vídeos para a web de forma mais automatizada, em vez de entrar no site, fazer o upload de um por um, etc.

    Ela se distingue de outras máquinas digitais voltadas à web devido um design sem igual e grande, com tela LCD de 2,4 polegadas, o que ajuda a tirar melhores fotos. Também grava para o formato "Memory Stick Duo" da Sony, fazendo com que os clipes resultantes possam ser exibidos diretamente em um Playstation 3 ou PSP do próprio cartão.

    A previsão para o início das vendas no exterior fica para setembro, provavelmente custando em torno de $200.

    Veja a notícia original em: http://www.electronista.com/articles/07/07/17/sony.gc1.video.camera/

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    Postado por Marcos Elias Picão em 19/07/2007 às 21:24
    Rede wireless com 60 gigabits de banda
    Uma das formas de aumentar a banda disponível em uma rede wireless é aumentar a freqüência de transmissão. Um exemplo disso são as redes 802.11a, que operam na faixa dos 5 GHz e são capazes de transmitir a 54 megabits, desde a época em que concorriam apenas com as redes 802.11b, que transmitem a 11 megabits.

    Cientistas do instituto Geórgia de tecnologia estão trabalhando em uma rede de altíssima freqüência, que opera na faixa dos 60 GHz e é capaz de atingir a incrível velocidade de transmissão de 15 gigabits. A faixa dos 60 GHz atualmente não é licenciada, o que permite o desenvolvimento de produtos destinados ao mercado doméstico.

    Sem dúvidas,redes wireless tão mais rápidas seria um bom upgrade para qualquer um usando um rede 802.11b ou g. O grande problema é que com o aumento na freqüência, o alcance de transmissão é drasticamente reduzido. Na fase atual, o sistema é capaz de manter a taxa de 15 gigabits a distâncias muito curtas, até 1 metro. Aumentando a distância para 2 metros a taxa já cai para 10 gigabits e aumentando para 5 metros ela cai para 5 gigabits. A partir daí o sinal se degrada rapidamente e a conexão é logo perdida. O sinal também não é capaz de atravessar qualquer tipo de obstáculo significativo, de forma que o sistema é utilizável apenas para ligar aparelhos dentro da mesma sala.

    Atingir distâncias similares ao que temos nas redes wireless atuais exigiria o uso de transmissores brutalmente potentes e antenas muito grandes, o que inviabilizaria o sistema. Não é questão de apenas refinar a tecnologia. :)

    Segundo os desenvolvedores, o sistema seria ideal para transmitir grandes volumes de dados a distâncias curtas, interligando servidores dentro de um datacenter, por exemplo. Ele poderia ser usado também para venda de conteúdo, usado para transmitir um grande arquivo de vídeo de um kiosk para seu celular entre outros casos semelhantes, mas para isso seria necessário que um grande volume de aparelhos viessem de fábrica equipados com os transmissores, o que demanda em primeiro lugar que a tecnologia seja barata e esteja disponível.

    Leia a notícia original no: http://www.dailytech.com/article.aspx?newsid=8105

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    Postado por Carlos E. Morimoto em 20/07/2007 às 08:20

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