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    Grid Computing

    Termos técnicos GdH



    Assim como os Clusters, os Grids de computadores estão se tornando algo popular. A idéia por trás tanto dos clusters quanto dos grids é basicamente a mesma: combinar o poder de processamento de vários computadores ligados em rede para conseguir executar tarefas que não seria possível (ou pelo menos não com um desempenho satisfatório) executar utilizando um único computador e ao mesmo tempo fazê-lo a um custo mais baixo de o de um supercomputador de potência semelhante.

    Os clusters e grids podem ser compostos tanto permanentes, quanto temporários, formados para executar uma tarefa específica e depois desfeitos. Presumindo que todos os computadores estejam previamente ligados em rede, a criação e dissolução é apenas questão de ativar e depois desativar o software responsável em cada computador.

    A principal diferença entre um cluster e um grid é que um cluster possui um controlador central, um único ponto de onde é possível utilizar todo o poder de processamento do cluster. Os demais nós são apenas escravos que servem a este nó central. Os clusters são mais usados em atividades de pesquisa, resolvendo problemas complicados e na renderização de gráficos 3D.

    Os grids por sua vez são uma arquitetura mais "democrática" onde embora possa existir algum tipo de controle central, temos um ambiente fundamentalmente cooperativo, onde empresas, universidades ou mesmo grupos de usuários compartilham os ciclos ociosos de processamento em seus sistemas em troca de poder utilizar parte do tempo de processamento do grid.

    Por exemplo, duas empresas sediadas em países com fuso-horários diferentes poderiam formar um grid, combinando seus servidores web, de modo que uma possa utilizar os ciclos de processamento ociosos da outra em seus horários de pico, já que com horários diferentes os picos de acessos aos servidores de cada empresa ocorrerão em horários diferentes.


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