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Pentium MMXTermos técnicos GdHAs instruções MMX continuam disponíveis nos processadores atuais, mas nunca foram muito utilizadas devido a uma combinação de fatores. O primeiro é que elas só ajudam em algumas operações envolvendo números inteiros, enquanto a maioria dos aplicativos de multimídia e jogos utilizam predominantemente instruções de ponto flutuante. O segundo é que para tirar proveito delas, os aplicativos precisam ser manualmente otimizados e não existe nada que os programadores odeiem mais do que ficar otimizando seus programas para cada conjunto de instruções existente. O terceiro é que, mesmo em aplicativos otimizados, elas não conseguem fornecer o ganho de desempenho esperado e, como se não bastasse, logo surgiram conjuntos mais completos e adequados de instruções multimídia, como o 3D-Now (introduzido pela AMD no K6-2) e o SSE (desenvolvido pela Intel e usado a partir do Pentium III). Para não depender apenas das novas instruções, a Intel aumentou o cache L1 do processador, de 16 para 32 KB. Com isto, o MMX passou a ser um pouco mais rápido do que um Pentium 1 da mesma freqüência, mesmo nos aplicativos sem otimização. Lembre-se de que naquela época o cache L2 do processador ainda fazia parte da placa-mãe e operava a apenas 66 MHz. Um cache L1 competente era essencial. O MMX foi lançado em versões de 200 e 233 MHz, ambas compatíveis com a grande maioria das placas soquete 7 existentes. Ele também foi o primeiro processador Intel a usar um encapsulamento plástico com um dissipador metálico, ao contrário da cerâmica usada nos anteriores. Essa mudança foi na verdade bastante benéfica, pois o dissipador metálico é muito mais eficiente na dissipação do calor do que a cerâmica, o que melhora a eficiência do cooler.
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