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    Tutoriais

    Tutoriais do Guia do Hardware



    Tutorial do Slackware, parte 2
    Na primeira parte do tutorial, falei sobre a história do sistema e sobre a instalação, avançando até a fase de cópia dos arquivos. Nessa segunda parte do tutorial veremos os passos finais da instalação e, mais importante, sobre a configuração básica do sistema depois de instalado.


    Tutorial do Slackware, parte 1
    À primeira vista, o Slackware parece ser um sistema extremamente complicado. Ele é uma das poucas distribuições Linux que ainda não possuem instalador gráfico e toda a configuração do sistema é feita manualmente, com a ajuda de alguns poucos scripts simples de configuração. Entretanto, o Slackware oferece um estrutura de arquivos de configuração e de pacotes muito mais simples que outras distribuições, o que o torna uma distribuição ideal para entender mais profundamente como o sistema funciona.


    Inkscape
    Quem não se pegou desenhando coisas aleatórias ao conversar ao telefone? Que ser apaixonado não desenhou coraçõezinhos atravessados pela flecha do cupido? Pois é... somos cativados pela arte de desenhar, somos amantes desse ato que remonta a pré-história. Infelizmente muitos de nós se julga uma verdadeira negação nessa arte e acaba deixando de lado esse exercício delicioso e muito bom para o cérebro. Mas a coisa não é bem assim e você pode sim, se tornar um bom desenhista! Este tutorial vai proporcionar as bases do caminho do conhecimento rumo ao ato de bem desenhar. São páginas que renderão horas de desenho vetorial e criatividade postos a prova, de uma forma bem divertida e didática. Com um pouco de treino, você pode não se tornar um da Vinci, mas com certeza vai sair melhor do do que entrou. Mas não esquente com isso, vamos fazer tudo na paz, na maciota, curtindo cada comando aprendido ou conceito explanado.


    Tutorial do OpenSUSE, parte 3
    Esta terceira parte do tutorial conclui as explicações sobre as funções do Yast2, abordando a configuração dos serviços, AppArmor, acesso remoto, uso do Xen, configurações de segurança e outras dicas sobre o sistema.


    Tutorial do OpenSUSE, parte 2
    Em tutoriais anteriores, abordei a configuração do Gnome e do KDE em outras distribuições. Com exceção do tema visual e de algumas diferenças na configuração default, existem poucas diferenças no uso do KDE 4 ou do Gnome em relação ao Mandriva ou ao Ubuntu. Em vez de repetir explicações, essa segunda parte do tutorial é dedicada ao que o OpenSUSE tem de realmente diferente: o Yast2, o todo poderoso painel de controle unificado, que, assim como o instalador, parece simples à primeira vista, mas esconde muitas passagens secretas.


    Tutorial do OpenSUSE, parte 1
    O principal destaque do OpenSUSE é a boa combinação de facilidade de uso e recursos. Em vez de remover recursos do sistema com o objetivo de reduzir o volume de escolhas, os desenvolvedores optam por manter todos os recursos disponíveis e organizá-los através de opções do Yast e nos menus. Com isso, chegaram a uma distribuição com uma excelente apresentação visual e relativamente simples de usar, que ao mesmo tempo oferece um volume muito grande de opções avançadas. Nessa nova série de tutoriais, exploraremos os recursos do OpenSUSE, começando pelas passagens secretas do instalador.


    Blender 3D, parte 3
    Até aqui tu aprendeste como criar objetos, editá-los e transformá-los (copiar, mover, etc.). Tudo muito interessante, obviamente, mas se tu percebeste, não criamos uma imagem desses trabalhos. Nessa terceira a última parte do tutorial tu aprenderás a inserir câmera, lâmpadas e gerar uma imagem com qualidade de aprensentação, além de importar arquivos dxf no Blender. Veremos também que mapear um objeto vai muito além do que colocar cores e padrões visuais nele, explanando não apenas como colocar uma cor num objeto, mas sim fazer um multimapeamento nele, cruzando essas cores com mapas de imagens.


    Blender 3D, parte 2
    Dos comandos mais básicos dessa realidade tridimensional, fazem parte o mover, o rotacionar e o escalonar. Todos os programas mais conhecidos trazem eles de uma forma bem acessível ao usuário e com o Blender não poderia ser diferente. Também veremos neste tutorial informações que não são úteis apenas para a compreensão do Blender, mas para a de qualquer programa que trabalhe com 3D: desde as bibliotecas mais básicas para a construção de modelos em três dimensões, até os softwares de mais alto nível, todos lançam mão de Vertex, Edges e Faces para compô-los. E uma vez que a área de trabalho estará configurada, as coisas ficarão mais fáceis para a execução de nossa primeira modelagem "personalizada".


    Blender 3D, parte 1
    O Blender foi desenvolvido inicialmente como uma aplicação in-house (para uso interno) de um estúdio de animação holandês chamado NeoGeo. Seu desenvolvimento iniciou-se em 1995 e em 1998 foi criada uma empresa chamada NaN (Not an Number), responsável pela comercialização do programa que além de vendê-lo disponibilizou uma versão freeware. Em 2002 a NaN foi à falência e junto com ela veio a idéia de disponibilizar o código-fonte do programa, ou seja, o projeto dele para quem estivesse interessado em usá-lo e auxiliar em seu desenvolvimento. Para que isso fosse possível, Ton Roosendaal (o mentor intelectual do Blender), precisou comprar o código e a propriedade intelectual dos investidores da extinta NaN. Após uma campanha junto a comunidade dos antigos desenvolvedores e interessados eventuais, conseguiram arrecadar o montante de E 100.000,00, comprar o código e criarem a Blender Fundation, entidade sem fins lucrativos responsável por manter o Blender.


    Webmin: substituindo o terminal na administração do sistema
    Este tutorial explica como instalar e usar o Webmin, uma interface de usuário via web muito usada na administração de servidores Linux. Mas se você não é administrador de sistemas, não fuja: o Webmin também pode ser usado nos desktops rodando Linux. Se você é daqueles que penam para lembrar de todas as operações de linha de comando usadas para gerenciar runlevels ou os muitos daemons do sistema, pode preferir fazer tudo isso por meio de uma interface gráfica. Um dos melhores motivos para se usar o Webmin é poder evitar as muitas variações de linha de comando existentes entre as distros e as diferentes localizações de arquivos de configuração que você teria que memorizar.


    Usando o VirtualBox
    Até pouco tempo, usar uma máquina virtual era sinônimo de usar o VMware Player ou o VMware Server. Isso mudou com o crescimento do VirtualBox, que começou como um projeto da Innotek (uma empresa alemã de desenvolvimento de softwares) e foi posteriormente incorporado pela Sun. O VirtualBox é um virtualizador bastante prático e poderoso e possui versões para Linux e para Windows, além de ser gratuito e open-source.


    Linux dentro do Windows usando uma VM, fácil
    Se, assim como a maioria, você possui um único micro, uma opção para testar as distribuições Linux sem precisar mexer no particionamento do HD e instalar o sistema em dual-boot, é simplesmente rodar o sistema dentro de uma máquina virtual, no próprio Windows. Com isso, você ganha liberdade para testar o sistema e fuçar sem se preocupar em deixar seu PC fora de operação. Uma VM nada mais é do que um conjunto de arquivos dentro de uma pasta do HD, de forma que se algo dá errado, você só tem o trabalho de deletar a pasta e começar de novo.


    Usando o PackageKit
    Instalar, atualizar, remover ou gerenciar pacotes em distribuições Linux até hoje era uma tarefa que basicamente só havia dois meios de se executar: através de utilitários via terminal, ou via interfaces gráficas específicas para cada distribuição. Isso acabou sendo mais um motivo de confusão para os usuários iniciantes, que acabam se perdendo no gerenciamento de pacotes por ser diferente em cada distribuição. Com o intuito de ser um aplicativo gráfico universal de gerenciamento de pacotes, foi criado o projeto PackageKit, formado por uma série de mini-aplicativos otimizados para cada ambiente gráfico. Com ele, é possível instalar, remover e atualizar pacotes e repositórios de maneira simples, rápida e prática.


    Dominando o SSH
    Mais do que uma simples ferramenta de acesso remoto, o SSH é um verdadeiro canivete suíço. Ele permite administrar máquinas remotamente, executando inclusive aplicativos gráficos, permite transferir arquivos de várias formas diferentes e, como se não bastasse, permite também encapsular outros protocolos, permitindo, por exemplo, acessar uma sessão do VNC através de um túnel seguro, tudo isso com uma segurança quase perfeita. Os recursos mais avançados do SSH são relativamente complicados de usar (e de entender), mas depois de ler o tutorial você vai tirar de letra.


    Linux: Escrevendo scripts de firewall, parte 3
    Na segunda parte, estudamos o uso de regras adicionais, destinadas ao uso em um servidor de rede local, configurado como gateway da rede. Nessa terceira e última parte, estudaremos sobre a configuração do firewall em servidores de Internet e teremos um resumo de todas as regras abordadas até aqui.


    Linux: Escrevendo scripts de firewall, parte 2
    Na primeira parte do tutorial, geramos um script de firewall simples, destinado a compartilhar a conexão e bloquear as conexões de entrada, permitindo apenas que o servidor fosse acessado remotamente via SSH. Vamos agora aprimorar a configuração, gerando um script de firewall mais elaborado, voltado para um servidor de rede local, configurado como gateway da rede.


    Linux: Escrevendo scripts de firewall, parte 1
    Em março, publiquei um tutorial sobre a configuração de firewall no Windows, abordando o Windows firewall e o Comodo. Dessa vez, veremos detalhes sobre a criação e manutenção de scripts de firewall no Linux, abordando diversos cenários de uso, incluindo máquinas desktop, servidores de rede local e servidores de Internet, com um grande volume de dicas de segurança.


    Escrevendo scripts de Backup, parte 2
    Nessa segunda parte do tutorial estudaremos sobre o uso do rsync, que permite fazer backups remotos transmitindo apenas as modificações dos arquivos, além da criação de backups incrementais, backup das bases de dados do MySQL e a expansão dos scripts criados na primeira parte do tutorial.


    Escrevendo scripts de Backup, parte 1
    Os backups são uma parte importante da administração de qualquer servidor. Por mais confiável que seja a máquina, desastres acontecem, sem falar na possibilidade de erro humano. Sem backups regulares, é apenas questão de tempo até que você tenha problemas e perca dados importantes.


    Instalando um servidor FTP no Linux
    O servidor de FTP mais usado no Linux é o Proftpd, disponível em quase todas as distribuições. O funcionamento do FTP é bem mais simples que o do Samba ou SSH, por isso ele é usado como uma forma simples de disponibilizar arquivos na internet ou mesmo dentro da rede local, sem muita segurança. Se você quiser apenas criar um repositório com alguns arquivos para download ou manter um servidor público como o Ibiblio.org, então o FTP é uma boa solução, por ser bastante simples de usar.


    Dominando a linha de comando, parte 2
    Ter fluência no uso da linha de comando é um pré-requisito para qualquer bom administrador. Usar o prompt é, de certa forma, muito parecido com aparecer uma segunda língua. Nesta segunda parte do tutorial, veremos dicas sobre os editores de texto, gerenciamento de usuários, gerenciamento de processos e recuperação do sistema em casos de problemas no boot.


    Dominando a linha de comando, parte 1
    Ter fluência no uso da linha de comando é um pré-requisito para qualquer bom administrador. Usar o prompt é, de certa forma, muito parecido com aparecer uma segunda língua. No começo é normal que você fique catando milho e precise pesquisar e olhar as páginas de manual para se lembrar mesmo dos comandos mais simples, mas, com o tempo, usar o terminal acaba sendo uma coisa tão natural quanto falar ou escrever. O importante é não desanimar. Este é um tutorial de duas partes destinado a servir como uma guia de referência para o uso da linha de comando e dos utilitários básicos de administração do sistema.


    Instalando servidores Debian e Ubuntu
    O que diferencia um "servidor dedicado" de um "não dedicado", ou "semi dedicado", não é a configuração da máquina, mas simplesmente o fato de ele executar exclusivamente suas funções de servidor, ou de ser usado também como uma máquina de trabalho. Esta escolha é importante, pois determina a forma como o sistema vai ser instalado e boa parte da configuração. Este tutorial mostra como fazer uma instalação em modo servidor do Debian e do Ubuntu, abordando a configuração inicial, administração do sistema e dicas gerais.


    Linux: Gerenciamento de usuários, grupos e permissões
    O gerenciamento de usuários no Linux é um tema bem conhecido, mas, ao mesmo tempo, fonte de várias dúvidas. Este é um mini-tutorial sobre o gerenciamento de usuários, grupos e permissões de acesso via linha de comando, onde você pode tirar suas dúvidas.


    VMware Server, parte 3
    Nessa terceira e última parte do tutorial veremos mais dicas sobre o uso do VMware Server, incluindo duplicação das máquinas virtuais, configuração da rede ao utilizá-lo em um servidor dedicado, que disponha de uma faixa de endereços válidos, disponíveis para a internet e o uso da interface de gerenciamento via web.


    VMware Server, parte 2
    O vmware-server-console possui uma interface muito similar à do VMware Workstation, onde você pode criar e editar as configurações das máquinas virtuais. Além de ser utilizado em servidores dedicados, ele pode ser usado também em seu próprio micro de trabalho substituindo o VMware Workstation ou o VMware Player. Nessa segunda parte do tutorial, examinaremos as opções relacionadas à criação, gerenciamento e uso das máquinas virtuais.


    VMware Server, parte 1
    Usando o VMware Server, você pode transformar um único servidor dedicado em vários servidores virtuais, cada um se comportando como se fosse uma máquina separada. Além da possibilidade de combinar os diversos servidores da sua rede local em uma única máquina, ele permite dividir um único servidor dedicado em diversos servidores virtuais, que podem desempenhar funções secundárias ou até mesmo serem sublocados. Você pode também utilizá-lo no seu desktop, pois ele substitui o VMware Player e o VMware Workstation com vantagens. O melhor de tudo é que ele é gratuito.


    Usando o NX Server
    O NX Server é uma espécie de sucessor do VNC. Ele é mais prático de usar e utiliza um sistema mais inteligente de compressão dos dados. O NX é mais rápido e mais seguro que o VNC, tanto em links lentos (sobretudo conexões via ADSL ou modem) quanto em redes locais, onde banda não é problema e pode ser usado tanto no Linux, quanto no Windows. Este é um tutorial completo que apresenta todos os recursos.


    Ativando o modem YisoS893v no Fedora
    Com o aumento da procura pelo acesso à internet por meio da tecnologia 3G, isto é, via celular, as soluções tendem a aumentar sua abrangência. No entanto, as empresas de telefonia se limitam a fornecer soluções para Windows e de vez em quando para Mac. Enfrentei para poder desfrutar do simples prazer de ter internet em minha casa até que finalmente resolvi o meu problema, e tive que fazer uma escolha entre os serviços prestados pelas principais operadoras de telefonia disponíveis. Mas para que outros usuários não tenham que passar pelo mesmo problema, ao invés de apenas comentar o assunto vou dizer como resolvi o problema, em detalhes.


    Configurando um servidor de rede local com o Ubuntu, fácil
    Este tutorial é destinado a configurar o servidor de uma forma simples, de forma que você possa colocá-lo no ar em poucos minutos, sem precisar de muito conhecimento técnico e sem complicações. No tutorial, aprenderemos como personalizar uma instalação padrão do Ubuntu 8.04, transformando-o em um servidor de rede local, com as seguintes funções: Compartilhar arquivos e impressoras através do Samba, rodar máquinas virtuais através do VMware Server, que ficarão acessíveis para toda a rede, servidor DHCP, compartilhamento da conexão e proxy transparente com o Squid, servidor SSH e NX Server, para acesso remoto, domínio virtual no No-IP.



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