ct

    Tutoriais

    Tutoriais do Guia do Hardware



    Ferramentas de recuperação e diagnóstico do Windows Vista
    Com o Lançamento do Windows Vista surgem novas ferramentas de diagnóstico e reparação próprias para o novo sistema. Este texto tem como objetivo apresentar as novas ferramentas e mostrar como usá-las. Este é um texto mais voltado para público técnico.


    HDs, parte 2: As interfaces
    Na primeira parte do tutorial, falei sobre o funcionamento dos HDs e as tecnologias usadas. Nesta segunda parte, falo sobre as interfaces IDE, SATA, SCSI e SAS, que permitem que eles se comuniquem com o mundo exterior, abordando a evolução de cada padrão e as diferenças teóricas e práticas entre eles.


    Ferramentas avançadas do Windows
    O Windows possui diversas ferramentas e acessórios de configuração, muitos amplamente divulgados no mundo técnico, mas não tanto para usuários comuns. Essas ferramentas são um importante aliado no trabalho de configuração e manutenção do sistema, incluindo diversas opções úteis.


    HDs, parte 1: Como um HD funciona
    Sem dúvida, o disco rígido foi um dos componentes que mais evoluiu na história da computação. Este tutorial mostra em detalhes como os HDs funcionam, descrevendo os componentes internos, as diferentes tecnologias usadas e também os diferentes formatos usados ao longo de sua história.


    Memória Flash
    Diferentemente da memória RAM e também das SRAM, a memória Flash permite armazenar dados por longos períodos, sem precisar de alimentação elétrica. Graças a isso, a memória Flash se tornou rapidamente a tecnologia dominante em cartões de memória, pendrives, HDs de estado sólido (SSDs), memória de armazenamento em câmeras, celulares e palmtops e assim por diante. Conheça em detalhes seu funcionamento e os formatos usados.


    As diferentes tecnologias de memória RAM
    É possível classificar os módulos de memória tanto com relação ao formato usado (SIMM, DIMM, etc.), quanto com relação à tecnologia usada (EDO, SDRAM, DDR, DDR2, etc.). Há poucos dias publiquei a primeira parte deste tutorial, onde falei sobre os formatos. Desta vez vamos nos aprofundar nas tecnologias usadas, entendendo como os módulos funcionam e as diferenças que existem entre as antigas memórias FPM, EDO e SDRAM e as DDR e DDR2 que usamos atualmente.


    Formatos de módulos de memória
    Embora seja brutalmente mais rápida que o HD e outros periféricos, a memória RAM continua sendo muito mais lenta que o processador. Para reduzir a diferença (ou pelo menos tentar impedir que ela aumente ainda mais), os fabricantes de memória passaram a desenvolver um conjunto de novas tecnologias a fim de otimizar o acesso aos dados, evoluindo das memórias FPM usadas nos micros 486, até as DDR2 usadas atualmente. O aspecto mais visível são os diferentes formatos de módulos de memória, sobre os quais aprenderemos mais neste tutorial.


    Configurando o KDE
    O KDE não é apenas uma interface gráfica, mas sim o que podemos chamar de "desktop", um conjunto de bibliotecas, aplicativos, além de ferramentas de configuração e desenvolvimento que oferecem um ambiente completo, tanto para quem quer apenas usar o sistema, quanto para quem desenvolve aplicativos. As configurações do KDE são organizadas em um utilitário central, o Kcontrol (Centro de Controle do KDE). À primeira vista, o Kcontrol parece simples, mas na verdade ele inclui vários quartos escuros e passagens secretas ;). Mesmo que você já use o sistema a algum tempo, é provável que você não conheça muitas das opções.


    Instalação, particionamento e solução de problemas no Kurumin
    Graças a todas as opções e textos de ajuda oferecidos pelo instalador, instalar o Kurumin 7 não chega a ser uma dificuldade. Apesar disso, este tutorial esgota o assunto, mostrando todas as opções de particionamento, opções escondidas durante a instalação e detalhes sobre como configurar e solucionar problemas relacionados ao grub.


    Kurumin 7
    O Kurumin difere das outras distribuições por ser desenvolvido com foco na facilidade de uso. Ele roda diretamente a partir do CD, detectando o hardware da máquina e pode ser instalado rapidamente. Todos os scripts, ferramentas de configuração, menus, etc. são escritos diretamente em português do Brasil, ao invés de serem escritos em inglês e depois traduzidos. Isso faz com que tudo seja muito mais familiar. Este tutorial apresenta os principais recursos, programas e configurações disponíveis no Kurumin 7, permitindo que você extraia o máximo do sistema.


    Dominando o Autopackage
    O Autopackage foi criado com a intenção de resolver o problema de incompatibilidade entre sistemas nativos de pacotes, facilitando tanto a vida de usuários como desenvolvedores. Porém, apesar de ser fácil tarefa, muita gente não sabe manusear seus pacotes, tão pouco criá-los. Com este tutorial, vamos conhecer mais afundo sobre esta maneira alternativa de instalação de programas.


    Math.Org
    Utilizar o Math.org, depois de se acostumar com ele, é mais rápido e com mais recursos que o Word Equation da suite MS Office. O objetivo deste tutorial é mostrar como se utilizar o Math. Para melhor aproveitamento do programa também apresentar-se-á alguns cuidados básicos a se seguir, assim como algumas dicas que serão apresentadas.


    Instalando o Kurumin 7 (e outros) num pendrive ou cartão
    Este tutorial ensina como instalar o Kurumin 7 e também outras distribuições num pendrive ou cartão de memória, usando o grub como gerenciador de boot e fazendo com que as configurações e programas instalados sejam salvos e carregados automaticamente durante o boot. Ele é uma atualização do meu tutorial anterior, publicado em 2006.


    Bluetooth no Linux, guia completo
    Este tutorial é uma combinação dos meus dois tutoriais anteriores sobre Bluetooth no Linux, incluindo mais dicas. Aprenda como ativar o transmissor bluetooth, fazer o pairing entre seu PC e celular, conectar via GPRS, usar teclados e mouses bluetooth e muito mais.


    Sistema de Vigilância Digital com ZoneMinder
    O presente documento refere-se a implantação de um sistema para disponibilizar e gerenciar imagens de circuitos internos via web. Tal sistema ficará abrigado em um servidor Linux utilizando placas de captura PICO2000, que em verdade são placas genéricas de captura de vídeo vendidas com o nome do sistema proprietário que freqüentemente as utiliza. O software utilizado neste projeto, entretanto, é livre e chama-se ZoneMinder, sistema CFTV de vigilância digital com avançada função DVR (Digital Video Recording), que fornece imagens de um circuito interno via Internet, visualizáveis em browsers.


    USB, Firewire e DVI
    O USB e o Firewire são barramentos para a conexão de dispositivos externos, que conhecemos bem. O DVI é o novo padrão de conexão digital para o monitor que possui uma série de peculiaridades em relação às antigas saídas VGA. Este tutorial oferece uma visão aprofundada dos três.


    Instalando o Half-Life 2 e CS Source pelo Wine
    Rodar jogos nativos do Windows no Linux nunca foi uma tarefa fácil, tendo que se envolver com duas soluções proprietárias: ou continuar com o próprio Windows ou comprar o Cedega. Porém, com os grandes avanços do Wine e do próprio kernel do Linux, é possível executar jogos famosos, como o Half Life 2 e o Counter Strike Source, num desempenho que não deixa nada a desejar.


    Desktop Publishing e Linux
    Desktop Publishing é o termo utilizado pelos gráficos quando o processo de produção de um impresso é feito quase que totalmente ( e às vezes integralmente ) em um computador. Esta matéria não tem o intuito de ser nem um curso de projeto gráfico quanto menos um tutorial sobre cada um dos softwares envolvidos, apenas serve para indicar o caminho de quem esteja interessando na possibilidade de utilizar os programas disponíveis sob licença livre dentro do DTP.


    Configurando a conexão no Kurumin
    Graças ao uso do protocolo TCP/IP, podemos hoje em dia acessar a web a partir de praticamente qualquer aparelho com um mínimo de poder de processamento; dos PCs aos celulares. O grande problema é que existem tantos meios diferentes de acesso, que acaba ficando complicado conhecer e saber configurar todos eles, ainda mais no Linux ;). Hoje em dia é possível acessar a Web de (basicamente) 8 maneiras diferentes. O grande número de opções, reflete justamente as muitas formas de acesso disponíveis. É necessário oferecer muitas opções para poder atender a todos. Vamos, então, às explicações detalhadas.


    Tudo que você sempre quis saber sobre o PCI Express
    Ao longo da história da plataforma PC, tivemos uma longa lista de barramentos, começando com o ISA de 8 bits, usado nos primeiros PCs, passando pelo ISA de 16 bits, MCA, EISA, e VLB, até finalmente chegar no barramento PCI, que, embora lento para os padrões atuais, sobrevive até os dias de hoje. Heis que surge o PCI Express, que acabou se tornando o sucessor não apenas do PCI, mas também do AGP. Tire suas dúvidas sobre ele.


    Mais uma introdução às redes
    Montar uma rede já foi complicado e caro. Hoje em dia, as redes são algo onipresente, uma forma barata de trocar arquivos, compartilhar a conexão com a internet, compartilhar impressoras, CD-ROM e outros periféricos e assim por diante. Montar uma rede doméstica é tão simples e barato que é cada vez mais raro ver PC's isolados. Qualquer placa-mãe ou notebook atual já vem com uma placa de rede onboard, de forma que você precisa apenas comprar um hub/switch e os cabos. Mesmo no caso dos micros antigos, é só abrir o gabinete e instalar uma placa PCI, que custa menos de 20 reais.


    Instalando o AiGLX e Beryl, sob placa Nvidia
    Uma das grandes novidades gráficas do Linux atualmente foi o XGL e Compiz, uma mistura que causou o interesse de milhares de usuários por suas formosuras e efeitos em 3D, usando o OpenGL. Mais tarde, a dupla foi parcialmente substituída pelo AIGLX e Beryl, os dois como novas vertentes que surgiram a partir das iniciais. O AIGLX (Accelerated Indirect GLX) é muito mais fácil de ativar e exige muito menos da máquina, pois, ao contrário do XGl que rodava como um servidor X com acesso GLX direto, o novo vem como apenas um módulo do atual Xorg 7.1, podendo ser desativado e ativado quando se bem entender. O Beryl também surgiu a partir do Compiz, fork do projeto original com a intenção de jogar idéias que até então não existiam nele, e por isso sendo a principal escolha de muitos hoje.


    Configurando o Linux para deficientes visuais
    Uma das grandes dificuldades de quem possui necessidades especiais é a inclusão digital, e sem dúvida, os cegos são os que mais sofrem com isso. Para tanto, eles contam com milhares de programas, como o VirtualVision, no sistema operacional Windows, e quando esses têm a vontade de migrar para o software livre, têm a dificuldade em encontrar e instalar programas que leiam a tela ou textos, em português. Esse tutorial visa facilitar a adaptação do Linux aos deficientes visuais.


    Usa Firefox? Expanda-o!
    Extensões são recursos que permitem personalizar e adaptar um software: O uso de extensões permite transformar um software comum num software único. Um software como o Firefox normalmente é desenvolvido para suprir necessidades genéricas, sendo assim, seu público alvo é quase todos aqueles que usam internet. Com o uso de extensões um software simples pode se transformar em um software complexo. O Firefox, que é um navegador web relativamente simples, pode ter acrescidos os mais diversos e trabalhados recursos.


    Redes e TCP/IP
    Dentro de uma rede TCP/IP, cada micro recebe um endereço IP único que o identifica na rede. Um endereço IP é composto de uma seqüência de 32 bits, divididos em 4 grupos de 8 bits cada. Cada grupo de 8 bits recebe o nome de octeto. Aprederemos mais sobre este assunto neste tutorial.


    Baterias
    Embora o Wi-Fi e o Bluetooth tenham tornado possível a criação de redes sem fio, ninguém ainda conseguiu criar uma forma prática de transmitir energia elétrica sem usar os mesmos. Ou seja, ficamos (até certo ponto) livres dos cabos de rede, mas não das baterias. Elas são tão onipresentes que seria difícil imaginar como seria o mundo sem elas.


    Acessando celulares e palmtops via bluetooth no Linux
    O Bluetooth é um padrão aberto de comunicação sem fios, desenvolvido pelo SIG (Bluetooth Special Interest Group) que inclui diversas empresas, entre elas a Sony, IBM, Intel, Toshiba e Nokia.


    Acessando via GPRS/EDGE/CDMA através do celular
    Atualmente, todas as operadoras oferecem planos de dados, via GPRS/EDGE (no caso da Claro, Tim e Brasil Telecom) ou CDMA/1XRTT/1XEVDO no caso da Vivo. O GPRS é a opção mais básica. Ele está disponível em quase toda a área de cobertura e permite taxas teóricas de 115 kbits. O EDGE é a opção mais rápida, que oferece uma taxa teórica de 385 kbits, mas tem uma área de cobertura mais restrita. Os celulares chaveiam automaticamente entre as duas redes, de acordo com o que estiver disponível.


    Linux: Escrevendo scripts de firewall
    Existem muitos firewalls gráficos for Linux, como o GuardDog, o Shorewall e o Firestarter. Eles variam em nível de facilidade e recursos, oferecendo uma interface amigável e gerando as regras do Iptables de acordo com a configuração feita. Você pode escolher entre usar o programa que melhor atenda suas necessidades ou configurar diretamente o Iptables com as regras desejadas, o que é o objetivo deste tutorial :).


    Palm Tungsten E rodando Linux
    Já existem diversos modelos de Palmtop, como os HPs que ganharam uma ou mais versões do Linux. No entanto os usuários do Tungsten E ficaram meio esquecidos por um tempo, pois apesar de ser um ótimo Palm, o Tungsten já está bastante ultrapassado, mesmo se comparado com seu irmão mais velho, o Tungsten E2, e seu hardware não ajuda muito na tarefa de rodar o Linux. No entanto, para os corajosos de plantão que quiserem experimentar, já existe uma versão alpha, suficiente para matar a fome de Linux de quem vive pendurado num Palm Tungsten como eu.


    » Gostou do texto? Veja nossos livros impressos

cb
Livros de Carlos E. Morimoto HOME