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Clique aqui para ver a segunda parte Depois de entrar em detalhes sobre os padrões, antenas, conectores, alcance, encriptação, etc. vamos à parte "prática", estudando sobre a configuração da rede. Na grande maioria dos casos, configurar a rede é bastante simples, já que os pontos de acesso são produtos de consumo e a idéia é justamente que eles possam ser configurados por qualquer um, evitando, assim, chamadas ao departamento de suporte do fabricante e devoluções de produtos por consumidores que não conseguiram descobrir como configurá-los. Apesar disso, existem muitos detalhes e opções escondidas. Vamos então explorar mais a fundo as opções e entender o porquê de cada uma. Ao contrário de um hub, que é um dispositivo "burro", que trabalha apenas no nível físico e dispensa configuração, um ponto de acesso é um dispositivo muito mais complexo, que implementa sistemas de criptografia, valida o acesso dos clientes (através de passphrases, listas de endereços MAC e assim por diante) e pode ser configurado de diversas formas diferentes, sem falar dos pontos de acesso com funções de servidor de impressão e servidor de arquivos, onde a complexidade é ainda maior. Para coordenar tudo isso, o ponto de acesso precisa de um firmware relativamente complexo, que pode ser desde algum sistema proprietário para sistemas embarcados, como o VXworks, até uma versão compacta do Linux, como no caso do Linksys WRT54GL. Independentemente do sistema usado, a configuração do ponto de acesso é feita através de uma interface web. Alguns modelos oferecem também acesso via telnet ou através um software cliente, instalado no PC, mas estas formas alternativas de configuração nunca fizeram muito sucesso, já que o conceito de interface web é mais familiar a todos.
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