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O DRBD é um software que permite fazer RAID pela rede, ou seja, podemos replicar dados de partições inteiras pela rede. É um recurso extraordinário para servidores críticos, onde seus dados não podem ser perdidos. Nesse teste, utilizei duas máquinas virtuais criadas para documentação. As máquinas para produção são duas máquinas reais que estão funcionando atualmente com esta mesma configuração. Tive muitos problemas para encontrar informações na internet sobre este recurso, portanto, qualquer coisa a adicionar, será bem-vinda. Primeiramente, as duas máquinas são Linux, rodando Debian lenny, instaladas apenas com o sistema básico. Abaixo o nome e o IP das máquinas que eu usei: Nome das máquinas: A partição que eu criei nas duas máquinas está em /dev/sda2 (segunda partição primária no primeiro disco). É interessante observar que os dois micros devem ter partições separadas para replicação, como por exemplo: Node1 Node2 Podemos também reservar discos inteiros para a replicação, depende muito do orçamento que pode ser gasto. O nome da pasta que estou utilizando para montar o sistema de arquivos /dev/sda2 é /kplus em ambas. O primeiro passo é fazer com que as duas máquinas possam ser pingadas por nomes, para isso altere o arquivo hosts: Node1: # vim /etc/hosts
Deixar como segue:
Node2: # vim /etc/hosts
Deixar como segue:
Para verificar: Node1: # ping node2
Node2: # ping node1
Em seguida, instale as ferramentas com o comando: Node1: # apt-get install drbd8-utils drbd8-modules-`uname -r`
Node2: # apt-get install drbd8-utils drbd8-modules-`uname -r`
O próximo passo é configurar o arquivo /etc/drbd.conf nas duas máquinas (deixar o arquivo exatamente igual nas duas). Node1: # vim /etc/drbd.conf
Node2: # vim /etc/drbd.conf
Adicione as linhas abaixo:
Desmontar as partições nas duas máquinas: Node1: # umount /kplus
Node2: # umount /kplus
Em seguida, retirare a entrada para a pasta do fstab das duas máquinas (ou comente com tralha): Node1: # vim /etc/fstab
Node2: # vim /etc/fstab
É necessário zerar a partição que será replicada nas duas máquinas: Node1: # dd if=/dev/zero of=/dev/sda2 bs=1M count=128
Node2: # dd if=/dev/zero of=/dev/sda2 bs=1M count=128
Criar o disco virtual: Node1: # drbdadm create-md dados
Node2: # drbdadm create-md dados
Atar o disco nas duas máquinas: Node1: # drbdadm attach dados
Node2: # drbdadm attach dados
Sincronizar: Node1: # drbdadm syncer dados
Node2: # drbdadm syncer dados
Iniciar replicação no node1: Node1: # drbdadm -- --overwrite-data-of-peer primary dados
Reiniciar o serviço nas duas máquinas: Node1: # /etc/init.d/drbd restart
Node2: # /etc/init.d/drbd restart
Verifique se a sincronização começou: Node1: # cat /proc/drbd
Verifique se o resultado está parecido com o apresentado abaixo:
Após a sincronização ter terminado, verifique o resultado do comando novamente: Node1: # cat /proc/drbd
Verifique se o resultado está parecido com o apresentado abaixo:
Definindo máquina primária: Node1: # drbdadm primary all
Node2: # drbdadm secondary all
Formate o disco virtual no node1: Node1: # mkfs.reiserfs /dev/drbd0
Caso precise alterar a máquina primária e secundária, use: Node1: # drbdadm secondary all
Node2: # drbdadm primary all
Adicione no fstab das duas máquinas: Node1: # vim /etc/fstab
Adicione a linha:
Node2: # vim /etc/fstab
Adicione a linha:
Realizando testes: Monte a pasta no node1: Node1 # mount /kplus
Crie um arquivo na pasta montada, com qualquer conteúdo: Node1 # ls / > /kplus/teste.txt
Verifique se o arquivo foi criado: Node1 # ls /kplus
Desmonte a pasta: Node1 # umount /kplus
Defina o node1 como secundário: Node1 # drbdadm secondary all
Defina o node2 como primário: Node2 # drbdadm primary all
Monte a pasta no node2: Node2 # mount /kplus
Verifique se o arquivo foi criado: Node2 # ls /kplus
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