|
[15/03]
:. Lançado Amarok 2.3.0 'Clear Light' [15/03] :. Um pouco sobre o SimplyMEPIS 8.5 [15/03] :. Mais detalhes do Windows Phone 7 Marketplace [15/03] :. Resumo do dia [15/03] :. IBM e Suíça desenvolvem processador tridimensional [15/03] :. Baterias de lítio-enxofre podem ter autonomia até 4x maior [15/03] :. Pesquisa revela dados sobre progresso dos jogadores de Xbox [13/03] :. Resumo do dia [13/03] :. Ciência: redes sem fio através de LEDs azuis [13/03] :. Mesmo com lei rigorosa, pirataria na França aumenta [13/03] :. China: Google sofrerá consequencias se não censurar buscas [12/03] :. Resumo do dia [12/03] :. InstantAction permite rodar jogos através de páginas na Web [12/03] :. AMD prepara Fusion mais leve para concorrer com o Intel Atom [12/03] :. iSuppli: mercado de HDs e drives ópticos crescerá este ano :. Mais noticias » |
Clique aqui para ler a terceira parte O Mandriva foi uma das primeiras distribuições a fazer a migração do KDE 3.5 para o KDE 4, que foi adotado como ambiente padrão no Mandriva 2009. O KDE 4 representa uma grande mudança de paradigma em relação ao KDE 3.5, trazendo mudanças fundamentais na maneira como o desktop se comporta e é organizado. Ele começou com o pé esquerdo, com o lançamento do KDE 4.0, que apesar de ser considerado uma versão de testes, acabou ganhando status de versão oficial, sendo incluído em diversas distribuições e chegando aos usuários finais, que passaram a ter problemas diversos e a criticar o novo ambiente. As críticas se estenderam à imprensa e ganharam força com comentários ásperos até mesmo de muitos usuários antigos. De certa forma, a recepção do KDE 4 foi parecida com a do Windows Vista. O 4.0 foi seguido pelo KDE 4.1, uma versão mais funcional, com menos bugs óbvios (embora ainda com arestas a aparar) e uma interface mais consistente. Mesmo sendo o segundo release oficial dentro da família, o KDE 4.1 ainda apresentava muitos problemas de estabilidade e muitas inconsistências óbvias, que não seriam de se esperar em uma versão oficial. Isso fez com que o sistema continuasse recebendo críticas e perdendo usuários, incluindo o próprio Linux Torvalds, que em uma entrevista (http://www.guiadohardware.net/artigos/entrevista-linus-torvalds/) confessou que havia migrado para o GNOME depois de enfrentar problemas com a versão do KDE 4 usada no Fedora 9. As coisas começaram a entrar nos eixos com o lançamento do KDE 4.2, que resolveu a maior parte dos bugs das versões anteriores, se tornando finalmente um ambiente à altura de substituir o KDE 3. Podemos dizer que o KDE 4.0 foi uma versão Alpha, com bugs óbvios, o KDE 4.1 foi uma versão Beta (com menos problemas mas ainda longe de ser estável) e que o KDE 4.2 é um release candidate, que ainda possui alguns problemas, mas que no geral pode ser finalmente considerado estável. Não é à toa que o Slackware 12.2 manteve o uso do KDE 3.5 (evitando todo período ruim de transição) e que a equipe do Debian foi ainda mais conservadora, mantendo o uso do KDE 3.5 no Lenny e adotando o KDE 4 apenas a partir do Squeeze, que (mesmo que tudo dê certo) será lançado somente no final de 2010. O Mandriva adotou o KDE 4.2 no 2009.1, o que o tornou uma atualização muito esperada em relação ao problemático 2009.
|
|||||||